Ciência Hoje no Tumblr

out. 01

Janela para a humanidade
Olhe bem para esta imagem. Parece apenas um buraco escavado num terreno seco e rochoso. E até é mesmo. Mas também é muito mais do que isso, é uma enorme janela que pode mostrar o passado e o futuro para a humanidade. Trata-se da primeira escavação da sonda Curiosity na base da formação montanhosa cuja exploração motivou toda sua jornada interplanetária.
A Curiosity pousou numa região do planeta vermelho conhecida como Gale Crater e gradativamente se locomoveu até a base da grande formação rochosa observada no interior da cratera, o Mont Sharp, seu destino final. O caminho não foi fácil, o jipe-robô sofreu com as condições ambientais extremas do nosso vizinho espacial e enfrentou um inesperado problema de desgaste em suas rodas.
Mas a jornada, no fim, foi bem-sucedida. O momento simbólico que marca uma nova fase da missão ocorreu no final de setembro. A Curiosity perfurou um buraco de pouco mais de 6 cm e recolheu material para análise. Agora, ela vai explorar gradativamente a encosta da montanha, o que permitirá aos cientistas traçar a história evolutiva de Marte com muito mais detalhes do que nunca. Assim, será possível entender como se deu a evolução do ecossistema do planeta, buscar novas evidências de que ele já foi capaz de abrigar vida e obter pistas do que aconteceu para que chegasse às características que tem hoje.
Leia mais sobre exploração espacial na Ciência Hoje On-line.

Janela para a humanidade

Olhe bem para esta imagem. Parece apenas um buraco escavado num terreno seco e rochoso. E até é mesmo. Mas também é muito mais do que isso, é uma enorme janela que pode mostrar o passado e o futuro para a humanidade. Trata-se da primeira escavação da sonda Curiosity na base da formação montanhosa cuja exploração motivou toda sua jornada interplanetária.

A Curiosity pousou numa região do planeta vermelho conhecida como Gale Crater e gradativamente se locomoveu até a base da grande formação rochosa observada no interior da cratera, o Mont Sharp, seu destino final. O caminho não foi fácil, o jipe-robô sofreu com as condições ambientais extremas do nosso vizinho espacial e enfrentou um inesperado problema de desgaste em suas rodas.

Mas a jornada, no fim, foi bem-sucedida. O momento simbólico que marca uma nova fase da missão ocorreu no final de setembro. A Curiosity perfurou um buraco de pouco mais de 6 cm e recolheu material para análise. Agora, ela vai explorar gradativamente a encosta da montanha, o que permitirá aos cientistas traçar a história evolutiva de Marte com muito mais detalhes do que nunca. Assim, será possível entender como se deu a evolução do ecossistema do planeta, buscar novas evidências de que ele já foi capaz de abrigar vida e obter pistas do que aconteceu para que chegasse às características que tem hoje.

Leia mais sobre exploração espacial na Ciência Hoje On-line.

set. 30

Tempo de despedidas
É chegada a hora. Já há algum tempo, todos sabíamos que este dia chegaria, mas muitos procuravam não pensar muito nele. Hoje, 30 de setembro, será desativado de vez o Orkut, rede social que já foi rainha por aqui e onde os brasileiros exerceram enorme domínio territorial. Para homenagear a data, o site Slate já incluiu o Orkut no cemitério virtual que mantém com exclusividade para os produtos e projetos descontinuados do Google. E eles são muitos! Parece que a empresa, ao mesmo tempo em que não teme investir em ideias inovadoras, também não tem piedade na hora de sentenciar aquelas que não são bem-sucedidas ao esquecimento. 
O Orkut é, sem dúvida, um dos mais famosos e populares serviços ‘enterrados’ pelo Google. No cemitério digital estão 41 projetos, entre os quais algumas iniciativas que se apresentaram como promissoras, mas terminaram descontinuadas ou substituídas por outras, como o Google Health, o Google Reader, o Google Wave e o Google Buzz. O mais curioso é que já há uma nova cova aberta, onde se pode ler o nome do badalado Google Glass, mais novo candidato a fracasso. Será que o vaticínio está correto e o próximo da lista de finados da empresa será um de seus projetos mais futuristas? 

Como sabemos que é sempre difícil se despedir de alguém querido, se quiser prestar sua homenagem ao Orkut, cada clique na tumba digital de um projeto adiciona uma flor em homenagem a sua memória. Desde já o memorial do Orkut está entre os que reúnem mais cliques de despedida. Hora de deixar o Orkut ir; vivemos novos tempos. 
Confira o cemitério virtual do Slate. Aprenda como salvar suas informações do Orkut antes que seja tarde demais. 

Tempo de despedidas

É chegada a hora. Já há algum tempo, todos sabíamos que este dia chegaria, mas muitos procuravam não pensar muito nele. Hoje, 30 de setembro, será desativado de vez o Orkut, rede social que já foi rainha por aqui e onde os brasileiros exerceram enorme domínio territorial. Para homenagear a data, o site Slate já incluiu o Orkut no cemitério virtual que mantém com exclusividade para os produtos e projetos descontinuados do Google. E eles são muitos! Parece que a empresa, ao mesmo tempo em que não teme investir em ideias inovadoras, também não tem piedade na hora de sentenciar aquelas que não são bem-sucedidas ao esquecimento

O Orkut é, sem dúvida, um dos mais famosos e populares serviços ‘enterrados’ pelo Google. No cemitério digital estão 41 projetos, entre os quais algumas iniciativas que se apresentaram como promissoras, mas terminaram descontinuadas ou substituídas por outras, como o Google Health, o Google Reader, o Google Wave e o Google Buzz. O mais curioso é que já há uma nova cova aberta, onde se pode ler o nome do badalado Google Glass, mais novo candidato a fracasso. Será que o vaticínio está correto e o próximo da lista de finados da empresa será um de seus projetos mais futuristas? 

Como sabemos que é sempre difícil se despedir de alguém querido, se quiser prestar sua homenagem ao Orkut, cada clique na tumba digital de um projeto adiciona uma flor em homenagem a sua memória. Desde já o memorial do Orkut está entre os que reúnem mais cliques de despedida. Hora de deixar o Orkut ir; vivemos novos tempos. 

Confira o cemitério virtual do Slate. Aprenda como salvar suas informações do Orkut antes que seja tarde demais. 

set. 26

Imagem da semana: ‘Ano miraculoso’
Einstein. O nome e a imagem do cientista de bigode e cabelos brancos e bagunçados poderiam ser quase considerados sinônimos de ciência. A fama do físico alemão começou 109 anos atrás, com a publicação de cinco grandes artigos, em que abordou a realidade física de átomos e moléculas, a natureza da luz e propôs uma nova teoria que destruiria o caráter absoluto atribuído, durante séculos, ao tempo e ao espaço. O último desses artigos, que falava exatamente da natureza relativa do espaço e do tempo e trazia a ideia de uma velocidade da luz invariante, foi publicado em 27 de setembro de 1905.
Trabalhando como técnico de terceira classe em um escritório de patentes em Berna (Suíça), Albert Einstein teve em 1905 talvez o período mais fértil de produção de qualquer cientista da história. Suas publicações abalaram os pilares da física e mudaram a forma como se via o mundo até então. É quase inacreditável que apenas um cientista tenha contribuído tanto para alterar a percepção sobre o mundo em tão pouco tempo.  

Seus primeiros trabalhos daquele ano propuseram as leis que regem o chamado movimento browniano (movimento aleatório de partículas macroscópicas em um fluido como consequência dos choques das moléculas do fluido nessas partículas) e foram passos fundamentais para a confirmação irrefutável, tempos depois, da existência de átomos e moléculas. O trabalho, portanto, foi central para a consagração da teoria atômica, suplantando as dúvidas de seus mais ferrenhos opositores e resolvendo uma longa celeuma do campo científico.
No artigo seguinte, postulou a existência dos fótons e ressuscitou a ideia do caráter corpuscular da luz – o que lhe valeria o prêmio Nobel de Física em 1921. O próprio Einstein chegou a classificar esta como a mais espetacular descoberta de sua profícua carreira. Nos últimos dois trabalhos, o físico propôs as bases da teoria da relatividade especial, que seria expandida por ele mesmo com a teoria da relatividade geral em 1915. As ideias de Einstein unificavam duas áreas da física, a mecânica e a eletrodinâmica, e fundiam as leis da conservação da massa e da energia naquela que talvez seja a mais famosa e célebre fórmula da ciência: E=mc2.

Einstein deixou a Alemanha em 1933, com a ascensão dos nazistas ao poder, e radicou-se nos Estados Unidos. Desempenhou papel importante no Projeto Manhattan, responsável pela criação da bomba atômica, apesar de ser um grande pacifista e não ter tomado parte na iniciativa diretamente. A bomba era uma boa ilustração da teoria contida na expressão E=mc2 (de que uma grande quantidade de energia pode ser liberada a partir de uma pequena quantidade de matéria). Além disso, Einstein foi persuadido a assinar um documento que alertava o então presidente norte-americano Franklin Roosevelt sobre a possibilidade de os nazistas estarem pesquisando essa tecnologia – e que o incentivava a fazer o mesmo.
Em 2005, no aniversário de 100 anos de seu ano miraculoso, o mundo celebrou o Ano Internacional da Física. No ano que vem, em 2015, será celebrada outra área para a qual Einstein fez enormes contribuições: a luz.  Confira uma série de artigos e matérias publicadas pela Ciência Hoje em comemoração ao Ano Internacional da Física: http://bit.ly/1uoy3Tu

Leia mais sobre o Ano Internacional da Luz: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/do-laboratorio-para-a-fabrica/2015-ano-internacional-da-luz/
Relembre em mais detalhes o ano miraculoso de Einstein: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2005/212/1905-um-ano-miraculoso/
Colunista apresenta algumas das muitas inovações tecnológicas derivadas das teorias propostas pelo físico alemão: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/do-laboratorio-para-a-fabrica/as-digitais-de-einstein-em-nosso-cotidiano/
Estudo sugere o uso de romances para ajudar alunos na compreensão de conceitos de física moderna, como a teoria da relatividade: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2012/10/a-literatura-explica-einstein
Colunista aproveita o aniversário de Einstein para falar sobre a construção do conhecimento físico: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/a-construcao-do-conhecimento-fisico

Pesquisadores propõem que questões controversas da mecânica quântica devem ser abordadas no ensino médio: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2013/08/hora-de-modernizar
Colunista mostra como a mecânica quântica ajudou a entender o comportamento da luz e do átomo: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/uma-estranha-forma-de-ver-o-mundo
Artigo da CH aborda a física das viagens no tempo, com base em ideias da informação quântica: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/290/as-viagens-no-tempo 
Manuscritos de Einstein disponibilizados pela Universidade Hebraica de Jerusalém permitem ver outras facetas do físico: http://cienciahoje.tumblr.com/post/19843197104/a-politica-da-relatividade
Conheça as contribuições de Max Planck, sem as quais o ano miraculoso de Einstein não teria sido possível: http://cienciahoje.tumblr.com/70001272393

Imagens históricas de Einstein mostram um lado mais descontraído do pesquisador: http://cienciahoje.tumblr.com/post/28140131385/super-relax
Acervos digitalizados de cientistas e personalidades (Einstein entre eles) podem ajudar a preservar a história da ciência e das lutas sociais: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/04/memoria-de-internet
No Facebook, já falamos sobre diversos temas associados:A história do Cern: http://on.fb.me/1c1yri7A visita de Einstein ao Brasil: http://on.fb.me/1dbGkxMA descoberta do méson pi pelo brasileiro César Lattes: http://on.fb.me/IK6I91
A vida e as pesquisas de Albert Einstein: http://on.fb.me/1c1yGcL
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre física e história da ciência na página da Ciência Hoje On-line. 

Imagem da semana: ‘Ano miraculoso’

Einstein. O nome e a imagem do cientista de bigode e cabelos brancos e bagunçados poderiam ser quase considerados sinônimos de ciência. A fama do físico alemão começou 109 anos atrás, com a publicação de cinco grandes artigos, em que abordou a realidade física de átomos e moléculas, a natureza da luz e propôs uma nova teoria que destruiria o caráter absoluto atribuído, durante séculos, ao tempo e ao espaço. O último desses artigos, que falava exatamente da natureza relativa do espaço e do tempo e trazia a ideia de uma velocidade da luz invariante, foi publicado em 27 de setembro de 1905.

Trabalhando como técnico de terceira classe em um escritório de patentes em Berna (Suíça), Albert Einstein teve em 1905 talvez o período mais fértil de produção de qualquer cientista da história. Suas publicações abalaram os pilares da física e mudaram a forma como se via o mundo até então. É quase inacreditável que apenas um cientista tenha contribuído tanto para alterar a percepção sobre o mundo em tão pouco tempo.  

Seus primeiros trabalhos daquele ano propuseram as leis que regem o chamado movimento browniano (movimento aleatório de partículas macroscópicas em um fluido como consequência dos choques das moléculas do fluido nessas partículas) e foram passos fundamentais para a confirmação irrefutável, tempos depois, da existência de átomos e moléculas. O trabalho, portanto, foi central para a consagração da teoria atômica, suplantando as dúvidas de seus mais ferrenhos opositores e resolvendo uma longa celeuma do campo científico.

No artigo seguinte, postulou a existência dos fótons e ressuscitou a ideia do caráter corpuscular da luz – o que lhe valeria o prêmio Nobel de Física em 1921. O próprio Einstein chegou a classificar esta como a mais espetacular descoberta de sua profícua carreira. Nos últimos dois trabalhos, o físico propôs as bases da teoria da relatividade especial, que seria expandida por ele mesmo com a teoria da relatividade geral em 1915. As ideias de Einstein unificavam duas áreas da física, a mecânica e a eletrodinâmica, e fundiam as leis da conservação da massa e da energia naquela que talvez seja a mais famosa e célebre fórmula da ciência: E=mc2.

Einstein deixou a Alemanha em 1933, com a ascensão dos nazistas ao poder, e radicou-se nos Estados Unidos. Desempenhou papel importante no Projeto Manhattan, responsável pela criação da bomba atômica, apesar de ser um grande pacifista e não ter tomado parte na iniciativa diretamente. A bomba era uma boa ilustração da teoria contida na expressão E=mc2 (de que uma grande quantidade de energia pode ser liberada a partir de uma pequena quantidade de matéria). Além disso, Einstein foi persuadido a assinar um documento que alertava o então presidente norte-americano Franklin Roosevelt sobre a possibilidade de os nazistas estarem pesquisando essa tecnologia – e que o incentivava a fazer o mesmo.

Em 2005, no aniversário de 100 anos de seu ano miraculoso, o mundo celebrou o Ano Internacional da Física. No ano que vem, em 2015, será celebrada outra área para a qual Einstein fez enormes contribuições: a luz.  Confira uma série de artigos e matérias publicadas pela Ciência Hoje em comemoração ao Ano Internacional da Física: http://bit.ly/1uoy3Tu

Leia mais sobre o Ano Internacional da Luz: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/do-laboratorio-para-a-fabrica/2015-ano-internacional-da-luz/

Relembre em mais detalhes o ano miraculoso de Einstein: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2005/212/1905-um-ano-miraculoso/

Colunista apresenta algumas das muitas inovações tecnológicas derivadas das teorias propostas pelo físico alemão: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/do-laboratorio-para-a-fabrica/as-digitais-de-einstein-em-nosso-cotidiano/

Estudo sugere o uso de romances para ajudar alunos na compreensão de conceitos de física moderna, como a teoria da relatividade: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2012/10/a-literatura-explica-einstein

Colunista aproveita o aniversário de Einstein para falar sobre a construção do conhecimento físico: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/a-construcao-do-conhecimento-fisico

Pesquisadores propõem que questões controversas da mecânica quântica devem ser abordadas no ensino médio: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2013/08/hora-de-modernizar

Colunista mostra como a mecânica quântica ajudou a entender o comportamento da luz e do átomo: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/uma-estranha-forma-de-ver-o-mundo

Artigo da CH aborda a física das viagens no tempo, com base em ideias da informação quântica: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/290/as-viagens-no-tempo 

Manuscritos de Einstein disponibilizados pela Universidade Hebraica de Jerusalém permitem ver outras facetas do físico: http://cienciahoje.tumblr.com/post/19843197104/a-politica-da-relatividade

Conheça as contribuições de Max Planck, sem as quais o ano miraculoso de Einstein não teria sido possível: http://cienciahoje.tumblr.com/70001272393

Imagens históricas de Einstein mostram um lado mais descontraído do pesquisador: http://cienciahoje.tumblr.com/post/28140131385/super-relax

Acervos digitalizados de cientistas e personalidades (Einstein entre eles) podem ajudar a preservar a história da ciência e das lutas sociais: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/04/memoria-de-internet

No Facebook, já falamos sobre diversos temas associados:
A história do Cern: http://on.fb.me/1c1yri7
A visita de Einstein ao Brasil: http://on.fb.me/1dbGkxM
A descoberta do méson pi pelo brasileiro César Lattes: http://on.fb.me/IK6I91

A vida e as pesquisas de Albert Einstein: http://on.fb.me/1c1yGcL

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set. 25

Nobel x chocolate
Chocolate pode deixar você mais inteligente? Dificilmente você encontrará dados científicos irrefutáveis para confirmar isso, mas um usuário do reddit decidiu montar um gráfico que correlaciona o número de laureados com o Prêmio Nobel nos diversos países (para cada 10 milhões de habitantes) com o consumo de chocolate per capita.
O resultado você vê acima: em geral, quanto mais chocolate consumido, maior o número de premiados. O que isso quer dizer? Provavelmente nada, do ponto de vista científico. Talvez essa correlação seja resultado do maior acesso a esse tipo de bem associado a taxas maiores de escolaridade e menores de desigualdade, quem sabe. Mas, de qualquer forma, é um interessante argumento para diminuir a culpa na hora de se deliciar com aquela barrinha de chocolate! 

Nobel x chocolate

Chocolate pode deixar você mais inteligente? Dificilmente você encontrará dados científicos irrefutáveis para confirmar isso, mas um usuário do reddit decidiu montar um gráfico que correlaciona o número de laureados com o Prêmio Nobel nos diversos países (para cada 10 milhões de habitantes) com o consumo de chocolate per capita.

O resultado você vê acima: em geral, quanto mais chocolate consumido, maior o número de premiados. O que isso quer dizer? Provavelmente nada, do ponto de vista científico. Talvez essa correlação seja resultado do maior acesso a esse tipo de bem associado a taxas maiores de escolaridade e menores de desigualdade, quem sabe. Mas, de qualquer forma, é um interessante argumento para diminuir a culpa na hora de se deliciar com aquela barrinha de chocolate! 

set. 24

Reforma subterrânea
Muitas metrópoles do mundo com sistemas de metrô muito antigos têm em seus subterrâneos verdadeiros ‘fósseis urbanos’: estações há muito abandonadas e esquecidas. Mas e se elas fossem reformadas e reimaginadas como espaços de outro tipo: piscinas públicas, discotecas, galerias de arte, restaurantes?

A ideia foi proposta por Nathalie Koziuscot-Morizet, uma das candidatas à prefeitura de Paris neste ano. Só a ‘cidade luz’ teria ao menos oito candidatas à repaginação. O problema é que a maioria delas acabou abandonada justamente pela falta de público. Será que, reimaginadas, elas fariam sucesso? Confira outras ilustrações de como poderiam ficar essas adaptações:



Gostou? Embora a ideia seja interessante, não deve sair do papel e da nossa imaginação: Koziuscot-Morizet não foi eleita no pleito. Mas fica a inspiração: quem sabe alguém não decide torná-la realidade, não é?  
Se quiser conhecer mais fósseis de dinossauros da arquitetura mundial, vale conferir nossos posts aqui no Tumblr sobre o maior – e mais abandonado – acelerador de partículas do mundo e sobre um monumento soviético esquecido na neve.  
Via Messy Nessy Chic. Confira a proposta no site da política.
Leia mais sobre arquitetura e história na Ciência Hoje On-line.

Reforma subterrânea

Muitas metrópoles do mundo com sistemas de metrô muito antigos têm em seus subterrâneos verdadeiros ‘fósseis urbanos’: estações há muito abandonadas e esquecidas. Mas e se elas fossem reformadas e reimaginadas como espaços de outro tipo: piscinas públicas, discotecas, galerias de arte, restaurantes?

A ideia foi proposta por Nathalie Koziuscot-Morizet, uma das candidatas à prefeitura de Paris neste ano. Só a ‘cidade luz’ teria ao menos oito candidatas à repaginação. O problema é que a maioria delas acabou abandonada justamente pela falta de público. Será que, reimaginadas, elas fariam sucesso? Confira outras ilustrações de como poderiam ficar essas adaptações:

Gostou? Embora a ideia seja interessante, não deve sair do papel e da nossa imaginação: Koziuscot-Morizet não foi eleita no pleito. Mas fica a inspiração: quem sabe alguém não decide torná-la realidade, não é?  

Se quiser conhecer mais fósseis de dinossauros da arquitetura mundial, vale conferir nossos posts aqui no Tumblr sobre o maior – e mais abandonado – acelerador de partículas do mundo e sobre um monumento soviético esquecido na neve.  

Via Messy Nessy Chic. Confira a proposta no site da política.

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set. 22

Astronomia de encaixar
O que você diria sobre a possibilidade de construir o telescópio espacial Hubble na sua própria casa e deixá-lo enfeitando sua estante? Em breve esse sonho poderá virar realidade – ou quase isso, considerando que vai se tratar apenas de uma réplica em tamanho bem reduzido e feita com peças de Lego! 
Isso mesmo: para comemorar os 25 anos do nosso querido voyeur espacial, a empresa poderá lançar uma miniatura inédita do equipamento. A possibilidade surgiu a partir de um design sugerido por Gabriel Russo no projeto Lego Ideas – que seleciona propostas dos internautas para transformá-las em kits reais de montar. A sugestão do Hubble já recebeu os dez mil votos necessários para ser considerada pela empresa como um projeto viável. Agora, passará por um processo de revisão e, se for aprovada, pode sair do papel no próximo ano.
Outros projetos estão atualmente no mesmo estágio do processo, entre eles, um sabre de luz de Star Wars, uma miniatura do robozinho Wall-E e um conjunto com a máquina do tempo-espaço Tardis e personagens da série Dr. Who. O Lego Ideas já deu origem a oito kits, com predomínio de temas científicos e de ficção, como o jipe-robô Curiosity e a sonda espacial japonesa Hayabusa, além de uma homenagem às mulheres cientistas, que já foi notícia por aqui.
Agora é esperar e torcer!   

Astronomia de encaixar

O que você diria sobre a possibilidade de construir o telescópio espacial Hubble na sua própria casa e deixá-lo enfeitando sua estante? Em breve esse sonho poderá virar realidade – ou quase isso, considerando que vai se tratar apenas de uma réplica em tamanho bem reduzido e feita com peças de Lego! 

Isso mesmo: para comemorar os 25 anos do nosso querido voyeur espacial, a empresa poderá lançar uma miniatura inédita do equipamento. A possibilidade surgiu a partir de um design sugerido por Gabriel Russo no projeto Lego Ideas – que seleciona propostas dos internautas para transformá-las em kits reais de montar. A sugestão do Hubble já recebeu os dez mil votos necessários para ser considerada pela empresa como um projeto viável. Agora, passará por um processo de revisão e, se for aprovada, pode sair do papel no próximo ano.

Outros projetos estão atualmente no mesmo estágio do processo, entre eles, um sabre de luz de Star Wars, uma miniatura do robozinho Wall-E e um conjunto com a máquina do tempo-espaço Tardis e personagens da série Dr. Who. O Lego Ideas já deu origem a oito kits, com predomínio de temas científicos e de ficção, como o jipe-robô Curiosity e a sonda espacial japonesa Hayabusa, além de uma homenagem às mulheres cientistas, que já foi notícia por aqui.

Agora é esperar e torcer!   

set. 18

Imagem da semana: ‘Grandes navegações’
Atravessar um oceano, sozinho, num barco a remo. Alguém seria louco – ou corajoso e inventivo – o suficiente para isso? Pois o brasileiro Amyr Klink foi. Há exatos 30 anos, em 18 de setembro de 1984, o navegador chegou a Salvador, na Bahia, depois de percorrer as três mil milhas que separam a cidade da costa africana a bordo do I.A.T., barco a remo que ele mesmo construiu. Foi a primeira das grandes viagens que chamaram a atenção do mundo e transformaram esse economista em um dos maiores navegadores modernos. 

Em sua jornada inaugural, Klink saiu de Luderitz, na Namíbia, em 12 de junho de 1984. Eram muitos os desafios e os detalhes que precisavam ser cuidadosamente preparados. Por exemplo, calcular exatamente quantos gramas de comida seriam necessários, quais os utensílios indispensáveis para cozinhar e os instrumentos para navegar, entre muitos outros pontos. 
O I.A.T. foi projetado especialmente para o desafio: como seria impossível terminar a viagem sem que o barco acabasse virado de ponta-cabeça por alguma grande onda, ele foi desenvolvido para capotar sem problemas, ou seja, para virar e desvirar sozinho. Problemas como os ataques de tubarões e o crescimento de molusco no casco também ameaçaram decretar o fim precoce da aventura. O feito, registrado por Klink no livro Cem dias entre céu e mar, até hoje não foi repetido por ninguém. 

Esse foi apenas o começo. O brasileiro participou de uma expedição nacional à Antártica em 1986, e partiu em nova aventura solo em 1989, rumo aos extremos do mundo e a bordo de um veleiro também construído por ele, o Paratii. Na viagem, retornou ao continente gelado, onde permaneceu por cerca de um ano (sendo sete meses preso no gelo da baía de Dorian), e rumou depois para o polo Norte. A partir daí, as visitas à Antártica se tornaram constantes. Por lá, realizou uma de suas viagens solitárias mais perigosas, em 1998. Também a bordo do Paratii, circunavegou o continente pela rota mais difícil, uma expedição de 88 dias retratados em outro livro, Mar Sem Fim.
Ao longo das últimas três décadas, o brasileiro criou canoas, barcos e até grandes veleiros e acumulou mais de 200 mil milhas percorridas em alto-mar. Apesar de não ter qualquer formação em engenharia, seus barcos são reconhecidos pelas inovações e soluções criativas, planejadas para superar os desafios de cada expedição.  

Hoje um veterano dos mares e palestrante de sucesso, Klink tem opiniões fortes sobre temas relacionados à exploração das águas do mundo. Em 30 anos, a aparelhagem de geolocalização e as previsões meteorológicas evoluíram muito, mas ele lamenta o declínio do radioamadorismo, o que teria tornado a navegação mais solitária. Também costuma destacar o impacto das mudanças climáticas, em especial sobre seu destino preferido, a Antártica. Uma coisa, porém, não mudou: a emoção de desbravar os mares! 
Leia uma entrevista do brasileiro à Época Negócios, em que fala sobre suas viagens e discute suas ideias: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Vida/noticia/2014/09/amyr-klink-detesto-palavra-sucesso-por-mim-queimava-todos-os-livros-de-autoajuda.html 
Em entrevista à Folha de São Paulo, Klink compara a navegação de hoje ao ambiente de três décadas atrás: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/09/1508872-ambiente-e-tecnologia-mudaram-os-navegadores-diz-klink-30-anos-apos-cruzar-atlantico-a-remo.shtml 

Linha de quadrinho voltada para adultos mostra o Astronauta, da Turma da Mônica, numa história de solidão e isolamento no espaço, com prefácio de Klink: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/11/uma-odisseia-brasileira-no-espaco/ 
Colunista fala sobre impactos do aquecimento global, que pode gerar mudanças nos ciclones tropicais e resultar em mais secas na região e no derretimento de geleiras na Antártica: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/previsoes-nada-otimistas/   
Pesquisa avalia como as cadeias alimentares dos polos Norte e Sul respondem ao aquecimento global: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/polos-aquecidos 
Com projeto arquitetônico definido, nova estação brasileira na Antártica deverá ficar pronta até o começo de 2015: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/04/bola-para-frente 
Incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz pode ser visto como um aprendizado para a reconstrução da base: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/299/antartida-nova-estacao-novos-desafios 

Evento internacional aproxima cientistas que estudam os polos de alunos do ensino fundamental e médio: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2012/08/conversas-polares 
Artigos publicados na revista Ciência Hoje mostram que lixo acumulado nas praias do litoral e resíduos sólidos gerados por atividades humanas são graves problemas dos ambientes marinhos: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/lixo-nos-mares/ e http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/o-que-temos-a-ver-com-isso 
Brasil torna-se membro do maior programa internacional de pesquisa no oceano: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/08/a-maioridade-no-mar/ 
Estudo aponta que o estreito de Bering atua como um estabilizador do clima do nosso planeta: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/04/barreira-climatica/ 

Documentário denuncia que descarte do plástico está formando uma sopa tóxica nos oceanos, que ameaça a biodiversidade marinha e a vida humana: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/03/oceanos-de-plastico/ 
Liderado por um brasileiro, levantamento inédito no Atlântico sul procura conhecer diversidade biológica de área ainda não explorada: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/navegar-e-preciso/ 
Estudo mapeou o continente ‘escondido’ sob o gelo eterno da Antártica: http://cienciahoje.tumblr.com/53841017938
Relembre outra aventura na Antártica – a conquista do continente gelado pelo norueguês Ronald Amundsen: http://on.fb.me/1r3fRwe
Todas as imagens desse post foram gentilmente cedidas pela página oficial do navegador, AmyrKlink.com.br.
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre Antártica, mudanças climáticas e oceanografia na página da Ciência Hoje On-line

Imagem da semana: ‘Grandes navegações’

Atravessar um oceano, sozinho, num barco a remo. Alguém seria louco – ou corajoso e inventivo – o suficiente para isso? Pois o brasileiro Amyr Klink foi. Há exatos 30 anos, em 18 de setembro de 1984, o navegador chegou a Salvador, na Bahia, depois de percorrer as três mil milhas que separam a cidade da costa africana a bordo do I.A.T., barco a remo que ele mesmo construiu. Foi a primeira das grandes viagens que chamaram a atenção do mundo e transformaram esse economista em um dos maiores navegadores modernos. 

Em sua jornada inaugural, Klink saiu de Luderitz, na Namíbia, em 12 de junho de 1984. Eram muitos os desafios e os detalhes que precisavam ser cuidadosamente preparados. Por exemplo, calcular exatamente quantos gramas de comida seriam necessários, quais os utensílios indispensáveis para cozinhar e os instrumentos para navegar, entre muitos outros pontos. 

O I.A.T. foi projetado especialmente para o desafio: como seria impossível terminar a viagem sem que o barco acabasse virado de ponta-cabeça por alguma grande onda, ele foi desenvolvido para capotar sem problemas, ou seja, para virar e desvirar sozinho. Problemas como os ataques de tubarões e o crescimento de molusco no casco também ameaçaram decretar o fim precoce da aventura. O feito, registrado por Klink no livro Cem dias entre céu e mar, até hoje não foi repetido por ninguém. 

Esse foi apenas o começo. O brasileiro participou de uma expedição nacional à Antártica em 1986, e partiu em nova aventura solo em 1989, rumo aos extremos do mundo e a bordo de um veleiro também construído por ele, o Paratii. Na viagem, retornou ao continente gelado, onde permaneceu por cerca de um ano (sendo sete meses preso no gelo da baía de Dorian), e rumou depois para o polo Norte. A partir daí, as visitas à Antártica se tornaram constantes. Por lá, realizou uma de suas viagens solitárias mais perigosas, em 1998. Também a bordo do Paratii, circunavegou o continente pela rota mais difícil, uma expedição de 88 dias retratados em outro livro, Mar Sem Fim.

Ao longo das últimas três décadas, o brasileiro criou canoas, barcos e até grandes veleiros e acumulou mais de 200 mil milhas percorridas em alto-mar. Apesar de não ter qualquer formação em engenharia, seus barcos são reconhecidos pelas inovações e soluções criativas, planejadas para superar os desafios de cada expedição.  

Hoje um veterano dos mares e palestrante de sucesso, Klink tem opiniões fortes sobre temas relacionados à exploração das águas do mundo. Em 30 anos, a aparelhagem de geolocalização e as previsões meteorológicas evoluíram muito, mas ele lamenta o declínio do radioamadorismo, o que teria tornado a navegação mais solitária. Também costuma destacar o impacto das mudanças climáticas, em especial sobre seu destino preferido, a Antártica. Uma coisa, porém, não mudou: a emoção de desbravar os mares! 

Leia uma entrevista do brasileiro à Época Negócios, em que fala sobre suas viagens e discute suas ideias: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Vida/noticia/2014/09/amyr-klink-detesto-palavra-sucesso-por-mim-queimava-todos-os-livros-de-autoajuda.html 

Em entrevista à Folha de São Paulo, Klink compara a navegação de hoje ao ambiente de três décadas atrás: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/09/1508872-ambiente-e-tecnologia-mudaram-os-navegadores-diz-klink-30-anos-apos-cruzar-atlantico-a-remo.shtml 

Linha de quadrinho voltada para adultos mostra o Astronauta, da Turma da Mônica, numa história de solidão e isolamento no espaço, com prefácio de Klink: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/11/uma-odisseia-brasileira-no-espaco/ 

Colunista fala sobre impactos do aquecimento global, que pode gerar mudanças nos ciclones tropicais e resultar em mais secas na região e no derretimento de geleiras na Antártica: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/previsoes-nada-otimistas/   

Pesquisa avalia como as cadeias alimentares dos polos Norte e Sul respondem ao aquecimento global: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/polos-aquecidos 

Com projeto arquitetônico definido, nova estação brasileira na Antártica deverá ficar pronta até o começo de 2015: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/04/bola-para-frente 

Incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz pode ser visto como um aprendizado para a reconstrução da base: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/299/antartida-nova-estacao-novos-desafios 

Evento internacional aproxima cientistas que estudam os polos de alunos do ensino fundamental e médio: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2012/08/conversas-polares 

Artigos publicados na revista Ciência Hoje mostram que lixo acumulado nas praias do litoral e resíduos sólidos gerados por atividades humanas são graves problemas dos ambientes marinhos: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/lixo-nos-mares/ e http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/o-que-temos-a-ver-com-isso 

Brasil torna-se membro do maior programa internacional de pesquisa no oceano: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/08/a-maioridade-no-mar/ 

Estudo aponta que o estreito de Bering atua como um estabilizador do clima do nosso planeta: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/04/barreira-climatica/ 

Documentário denuncia que descarte do plástico está formando uma sopa tóxica nos oceanos, que ameaça a biodiversidade marinha e a vida humana: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/03/oceanos-de-plastico/ 

Liderado por um brasileiro, levantamento inédito no Atlântico sul procura conhecer diversidade biológica de área ainda não explorada: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/navegar-e-preciso/ 

Estudo mapeou o continente ‘escondido’ sob o gelo eterno da Antártica: http://cienciahoje.tumblr.com/53841017938

Relembre outra aventura na Antártica  a conquista do continente gelado pelo norueguês Ronald Amundsen: http://on.fb.me/1r3fRwe

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Ilustrador de sonhos
Deitados na grama ou na areia da praia em dias ensolarados, observando sem pressa os céus, vemos o balé das nuves, que parecem assumir as formas dos mais diferentes tipos de seres e objetos diante de nossos olhos. Inspirado por essa metamorfose ambulante, o artista argentino Martín Feijoó (Tincho) criou o trabalho ‘Shaping Clouds’, no qual transforma esse exercício imaginativo em arte: fotografando os céus em suas viagens, ilustrou as nuvens com a primeira forma que lhe veio à cabeça ao observá-las. Confira alguns dos resultados mais legais: 

O argentino conta uma simpática fábula de sua infância: quando criança, lhe disseram que as formas das nuvens eram criadas por palhaços celestes para divertir os pequenos. Se faz muito tempo que você não tira uma folga e deixa a imaginação correr solta simplesmente olhando os céus, inspire-se: talvez seja a hora de fazer isso!
Via Laughing Squid.
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Ilustrador de sonhos

Deitados na grama ou na areia da praia em dias ensolarados, observando sem pressa os céus, vemos o balé das nuves, que parecem assumir as formas dos mais diferentes tipos de seres e objetos diante de nossos olhos. Inspirado por essa metamorfose ambulante, o artista argentino Martín Feijoó (Tincho) criou o trabalho ‘Shaping Clouds’, no qual transforma esse exercício imaginativo em arte: fotografando os céus em suas viagens, ilustrou as nuvens com a primeira forma que lhe veio à cabeça ao observá-las. Confira alguns dos resultados mais legais: 

O argentino conta uma simpática fábula de sua infância: quando criança, lhe disseram que as formas das nuvens eram criadas por palhaços celestes para divertir os pequenos. Se faz muito tempo que você não tira uma folga e deixa a imaginação correr solta simplesmente olhando os céus, inspire-se: talvez seja a hora de fazer isso!

Via Laughing Squid.

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set. 17

Tabela ‘faraódica’
Egiptólogos e historiadores de plantão, respondam rápido: quem foi o ducentésimo quinquagésimo sexto faraó egípcio? E quantos faraós teve a décima terceira dinastia? E qual foi o quarto governante da décima oitava? Em meio aos mais de 350 governantes que comandaram o Egito na Antiguidade, responder essas perguntas pode não ser assim tão imediato, mesmo para o maiores conhecedores. Mas uma ideia criativa pode facilitar as coisas: que tal uma ‘tabela periódica’ de faraós? Para se orientar é fácil, cada quadradinho representa uma abreviação do nome do faraó, seu número em contagem direta e a dinastia à qual pertence, assinalada em algarismos romanos e pela cor do quadrado. Confira o trabalho original. 
Leia mais sobre história na página da Ciência Hoje On-line. 

Tabela ‘faraódica’

Egiptólogos e historiadores de plantão, respondam rápido: quem foi o ducentésimo quinquagésimo sexto faraó egípcio? E quantos faraós teve a décima terceira dinastia? E qual foi o quarto governante da décima oitava? Em meio aos mais de 350 governantes que comandaram o Egito na Antiguidade, responder essas perguntas pode não ser assim tão imediato, mesmo para o maiores conhecedores. Mas uma ideia criativa pode facilitar as coisas: que tal uma ‘tabela periódica’ de faraós? Para se orientar é fácil, cada quadradinho representa uma abreviação do nome do faraó, seu número em contagem direta e a dinastia à qual pertence, assinalada em algarismos romanos e pela cor do quadrado. Confira o trabalho original

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set. 16

[video]

set. 12

Imagem da semana: ‘Chernobyl brasileira’
Um dos maiores acidentes radioativos da história aconteceu no Brasil – não com uma usina nuclear, mas com uma simples máquina de radioterapia. Em setembro de 1987, uma cápsula contendo o isótopo radioativo césio-137 utilizado no equipamento foi aberta por catadores de sucata desavisados, o que resultou na contaminação de centenas de pessoas, em mortes e em uma herança sinistra que persiste até os dias de hoje para seus parentes, vizinhos e todo o pessoal que atuou na descontaminação da região. 
O acidente aconteceu quando catadores de sucata invadiram o antigo prédio abandonado do Instituto Goiano de Radiologia. Lá, encontraram um equipamento que tinha em seu interior uma cápsula blindada com o isótopo césio-137. Levado para casa, o receptáculo com o material radioativo foi rompido, revelando um pó azul que emitia um fascinante brilho no escuro. A ‘descoberta’ atraiu a atenção de vizinhos e parentes e alguns chegaram a levar sua própria porção do produto mortal para casa. 

O acidente em si foi descoberto pelas autoridades dias depois. No total, eram apenas 19 gramas de césio, mas foi o suficiente para contaminar diretamente mais de duas centenas de pessoas e produzir 13 toneladas de lixo atômico. O material contaminado foi guardado após o acidente num abrigo isolado.
A família do catador de sucata que ficou com a cápsula e os seus vizinhos, pelo contato mais direto que tiveram com o elemento, apresentaram os sintomas mais graves. Na época da tragédia, quatro pessoas morreram. Hoje, centenas, entre radioacidentados, seus filhos e netos, recebem assistência médica, odontológica e psicossocial, além de uma pensão do governo. Muitas delas sofrem com osteoporose, problemas dentários, de pele e do sistema nervoso causados por mutações genéticas associadas à exposição ao césio (cujos efeitos podem se propagar até a terceira geração após a contaminação). Um ponto polêmico, o possível aumento da incidência de casos de câncer nessa parcela da população, ainda não foi confirmado oficialmente por nenhum estudo, embora seja muito destacado pelas vítimas.

Nesses mais de 25 anos, só foram reconhecidas oficialmente 14 mortes relacionadas diretamente ao acidente em Goiânia. Alguns grupos afetados, como os parentes dos militares que atuaram na descontaminação, sequer foram classificados oficialmente como expostos ao elemento radioativo e ainda lutam por esse reconhecimento e pela atenção governamental.
Alguns meses após o acidente, em 1988, a revista Ciência Hoje publicou um caderno especial que detalhou a ação do césio-137, explicou o processo de descontaminação e monitoramento do local, abordou as possibilidades de armazenamento do lixo radioativo e analisou as causas, responsabilidades e consequências da tragédia. Leia a primeira parte desse material histórico: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/acervo/Autos-de-Goiania.pdf
Mais de duas décadas depois do acidente, o césio ainda faz vítimas em Goiânia, causando osteoporose, doenças de pele e alterações no sistema nervoso: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/radiacao-um-problema-tambem-brasileiro

Exposição fotográfica relembra o episódio e homenageia bombeiros, enfermeiras, militares e policiais que ajudaram na descontaminação: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/05/maos-de-cesio-os-trabalhadores-por-tras-da-tragedia/
O episódio de Goiânia aconteceu cerca de um ano depois do famoso acidente de Chernobyl, na União Soviética. Ainda hoje a cidade de Pripryat repousa silenciosa como um fantasma atômico. Confira uma impressionante galeria de imagens: http://cienciahoje.tumblr.com/74856878991  
Professor de química organiza textos sobre a ciência por trás de desastres como o acidente com o césio-137: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/a-quimica-dos-desastres

Desastre japonês aumentou as dúvidas sobre o uso da energia nuclear, mas também serviu para revisão completa dos procedimentos de segurança no mundo: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/o-patinho-feio-e-a-aposta-nuclear/
Colunista fala de riscos, incorreções e expectativa que cercaram a tragédia de Fukushima: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/japao-o-impensavel-aconteceu/ 
Especialistas, sociedade civil e agências do governo debatem as perspectivas de diversificação da matriz energética brasileira e os planos de exploração da energia nuclear no país: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/uma-carteira-diversificada/

A física nuclear nas artes e na arqueologia: http://cienciahoje.uol.com.br/banco-de-imagens/lg/protected/ch/262/fisica_nuclear262.pdf/
 A energia nuclear e seus usos na sociedade: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2005/220/a-energia-nuclear-e-seus-usos-na-sociedade/
Artigo aborda a questão dos rejeitos da energia nuclear: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2001/169/pdf_fechado/USINAS.PDF/
(foto de abertura: Matti Mattila/ Flickr - CC BY-NC-SA 2.0)
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Imagem da semana: ‘Chernobyl brasileira’

Um dos maiores acidentes radioativos da história aconteceu no Brasil – não com uma usina nuclear, mas com uma simples máquina de radioterapia. Em setembro de 1987, uma cápsula contendo o isótopo radioativo césio-137 utilizado no equipamento foi aberta por catadores de sucata desavisados, o que resultou na contaminação de centenas de pessoas, em mortes e em uma herança sinistra que persiste até os dias de hoje para seus parentes, vizinhos e todo o pessoal que atuou na descontaminação da região. 

O acidente aconteceu quando catadores de sucata invadiram o antigo prédio abandonado do Instituto Goiano de Radiologia. Lá, encontraram um equipamento que tinha em seu interior uma cápsula blindada com o isótopo césio-137. Levado para casa, o receptáculo com o material radioativo foi rompido, revelando um pó azul que emitia um fascinante brilho no escuro. A ‘descoberta’ atraiu a atenção de vizinhos e parentes e alguns chegaram a levar sua própria porção do produto mortal para casa. 

O acidente em si foi descoberto pelas autoridades dias depois. No total, eram apenas 19 gramas de césio, mas foi o suficiente para contaminar diretamente mais de duas centenas de pessoas e produzir 13 toneladas de lixo atômico. O material contaminado foi guardado após o acidente num abrigo isolado.

A família do catador de sucata que ficou com a cápsula e os seus vizinhos, pelo contato mais direto que tiveram com o elemento, apresentaram os sintomas mais graves. Na época da tragédia, quatro pessoas morreram. Hoje, centenas, entre radioacidentados, seus filhos e netos, recebem assistência médica, odontológica e psicossocial, além de uma pensão do governo. Muitas delas sofrem com osteoporose, problemas dentários, de pele e do sistema nervoso causados por mutações genéticas associadas à exposição ao césio (cujos efeitos podem se propagar até a terceira geração após a contaminação). Um ponto polêmico, o possível aumento da incidência de casos de câncer nessa parcela da população, ainda não foi confirmado oficialmente por nenhum estudo, embora seja muito destacado pelas vítimas.

Nesses mais de 25 anos, só foram reconhecidas oficialmente 14 mortes relacionadas diretamente ao acidente em Goiânia. Alguns grupos afetados, como os parentes dos militares que atuaram na descontaminação, sequer foram classificados oficialmente como expostos ao elemento radioativo e ainda lutam por esse reconhecimento e pela atenção governamental.

Alguns meses após o acidente, em 1988, a revista Ciência Hoje publicou um caderno especial que detalhou a ação do césio-137, explicou o processo de descontaminação e monitoramento do local, abordou as possibilidades de armazenamento do lixo radioativo e analisou as causas, responsabilidades e consequências da tragédia. Leia a primeira parte desse material histórico: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/acervo/Autos-de-Goiania.pdf

Mais de duas décadas depois do acidente, o césio ainda faz vítimas em Goiânia, causando osteoporose, doenças de pele e alterações no sistema nervoso: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/radiacao-um-problema-tambem-brasileiro

Exposição fotográfica relembra o episódio e homenageia bombeiros, enfermeiras, militares e policiais que ajudaram na descontaminação: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/05/maos-de-cesio-os-trabalhadores-por-tras-da-tragedia/

O episódio de Goiânia aconteceu cerca de um ano depois do famoso acidente de Chernobyl, na União Soviética. Ainda hoje a cidade de Pripryat repousa silenciosa como um fantasma atômico. Confira uma impressionante galeria de imagens: http://cienciahoje.tumblr.com/74856878991  

Professor de química organiza textos sobre a ciência por trás de desastres como o acidente com o césio-137: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/a-quimica-dos-desastres

Desastre japonês aumentou as dúvidas sobre o uso da energia nuclear, mas também serviu para revisão completa dos procedimentos de segurança no mundo: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/o-patinho-feio-e-a-aposta-nuclear/

Colunista fala de riscos, incorreções e expectativa que cercaram a tragédia de Fukushima: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/japao-o-impensavel-aconteceu/ 

Especialistas, sociedade civil e agências do governo debatem as perspectivas de diversificação da matriz energética brasileira e os planos de exploração da energia nuclear no país: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/uma-carteira-diversificada/

A física nuclear nas artes e na arqueologia: http://cienciahoje.uol.com.br/banco-de-imagens/lg/protected/ch/262/fisica_nuclear262.pdf/

 A energia nuclear e seus usos na sociedade: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2005/220/a-energia-nuclear-e-seus-usos-na-sociedade/

Artigo aborda a questão dos rejeitos da energia nuclear: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2001/169/pdf_fechado/USINAS.PDF/

(foto de abertura: Matti Mattila/ Flickr - CC BY-NC-SA 2.0)

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A bela ciência brasileira
A ciência não é feita apenas das luzes frias dos laboratórios e da objetividade dos artigos científicos: pelo contrário, a ArtBio 2014, primeira mostra de arte científica brasileira, prova que a pesquisa tem coração e muito talento artístico! 
Depois de centenas de inscrições vindas de todo o país, 60 das melhores imagens científicas nacionais foram selecionadas para integrar uma bela exposição virtual, que traz à luz fascinantes registros que de outra forma dificilmente seriam contemplados fora dos seus ambientes de produção. As imagens foram escolhidas por sua originalidade, conteúdo de informação, proficiência técnica e impacto visual. Confira algumas das selecionadas: 

Jardim asiático, de Luciano de Souza Queiroz (Universidade Estadual de Campinas - Unicamp).

A complexidade do fluxo sanguíneo, de Paulo Cesar Naoum (Universidade Estadual Paulista - Unesp).

A beleza da pequena Porpita porpita, de pesquisadores do Projeto Coral Vivo em Arraial d’Ajuda, litoral da Bahia.

Triangulação de Delaunay, de Vilson Vieira e LabMacambira (Universidade de São Paulo - USP).

Trio celular, de Luciano Paulino da Silva (Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia).

Litomicroscópica, de Thales Henrique Dias Leandro (Universidade Estadual Paulista - Unesp / Rio Claro).

O labirinto não tecido, de Maria Helena Ambrosio Zanin, Valdirene Alves dos Santos, Natália Neto Pereira Cerize e Adriano Marim de Oliveira (Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT).

Imensidão azul, de Ricardo Tranquilin (LIEC/ INCTMN / CDMF / UFSCar).

Árvores de fogo, de Camila Alvarães (Centro Federal de Educação Tecnológica - CEFET/RJ) e Leonardo Sales Araújo (COPPE - UFRJ)
Organizada pela Raio-X Cult, produtora focada no desenvolvimento de projetos de divulgação científica e ações culturais, a mostra foi aberta a pesquisadores, professores e profissionais das ciências em geral que atuam em nosso país. Entre seus objetivos estavam contribuir para tornar a ciência mais acessível ao grande público, estimular o diálogo com a sociedade e apresentar novas perspectivas artísticas para compartilhar o conhecimento. A ideia, além da exposição virtual, é a realização de mostras físicas e atividades educativas associadas à iniciativa.
A imagem de abertura é intitulada ‘Arte reticular’, de Camilla Carla Cardoso (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Acesse a galeria completa da mostra. Confira alguns dos outros concursos internacionais de ciência e arte que foram notícia no nosso Tumblr (aqui, aqui, aqui e aqui) e um debate sobre a natureza artística da nanoarte, no sobreCultura. 
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A bela ciência brasileira

A ciência não é feita apenas das luzes frias dos laboratórios e da objetividade dos artigos científicos: pelo contrário, a ArtBio 2014, primeira mostra de arte científica brasileira, prova que a pesquisa tem coração e muito talento artístico! 

Depois de centenas de inscrições vindas de todo o país, 60 das melhores imagens científicas nacionais foram selecionadas para integrar uma bela exposição virtual, que traz à luz fascinantes registros que de outra forma dificilmente seriam contemplados fora dos seus ambientes de produção. As imagens foram escolhidas por sua originalidade, conteúdo de informação, proficiência técnica e impacto visual. Confira algumas das selecionadas: 

Jardim asiático, de Luciano de Souza Queiroz (Universidade Estadual de Campinas - Unicamp).

A complexidade do fluxo sanguíneo, de Paulo Cesar Naoum (Universidade Estadual Paulista - Unesp).

A beleza da pequena Porpita porpita, de pesquisadores do Projeto Coral Vivo em Arraial d’Ajuda, litoral da Bahia.

Triangulação de Delaunay, de Vilson Vieira e LabMacambira (Universidade de São Paulo - USP).

Trio celular, de Luciano Paulino da Silva (Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia).

Litomicroscópica, de Thales Henrique Dias Leandro (Universidade Estadual Paulista - Unesp / Rio Claro).

O labirinto não tecido, de Maria Helena Ambrosio Zanin, Valdirene Alves dos Santos, Natália Neto Pereira Cerize e Adriano Marim de Oliveira (Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT).

Imensidão azul, de Ricardo Tranquilin (LIEC/ INCTMN / CDMF / UFSCar).

Árvores de fogo, de Camila Alvarães (Centro Federal de Educação Tecnológica - CEFET/RJ) e Leonardo Sales Araújo (COPPE - UFRJ)

Organizada pela Raio-X Cult, produtora focada no desenvolvimento de projetos de divulgação científica e ações culturais, a mostra foi aberta a pesquisadores, professores e profissionais das ciências em geral que atuam em nosso país. Entre seus objetivos estavam contribuir para tornar a ciência mais acessível ao grande público, estimular o diálogo com a sociedade e apresentar novas perspectivas artísticas para compartilhar o conhecimento. A ideia, além da exposição virtual, é a realização de mostras físicas e atividades educativas associadas à iniciativa.

A imagem de abertura é intitulada ‘Arte reticular’, de Camilla Carla Cardoso (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Acesse a galeria completa da mostra. Confira alguns dos outros concursos internacionais de ciência e arte que foram notícia no nosso Tumblr (aqui, aqui, aqui e aqui) e um debate sobre a natureza artística da nanoarte, no sobreCultura

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set. 11

Precisa-se de ‘borracheiro’ espacial
O deserto marciano tem sido inclemente com nossa intrépida exploradora Curiosity. O jipe-robô da Nasa, que completou recentemente dois anos no planeta vermelho, está sofrendo com a radiação ultravioleta, as tempestades de areia e, principalmente, com dificuldades inesperadas de se deslocar pelo solo marciano. A despeito da poeira acumulada em toda parte, o que tem tirado o sono dos engenheiros são as avarias nas rodas do veículo, onde buracos, rasgos e fissuras têm se tornado mais comuns do que o esperado. 



Logo que perceberam o acúmulo de danos, os pesquisadores começaram testes complementares aqui na Terra. Cerca de um ano depois, já temos algumas respostas – e não, não se trata de sabotagem de homenzinhos verdes. Os estragos são causados pelo excesso de fadiga ocasionada pelo deslocamento do jipe-robô sobre leitos muito duros de rochas e pela pressão de rochas pontiagudas, em decorrência da estrutura da própria sonda. 
O problema ainda não afetou diretamente a mobilidade da Curiosity. Porém, para prolongar a vida útil das rodas, diversas medidas têm sido tomadas: a velocidade de deslocamento do veículo foi diminuída e seu caminho até o Mount Sharp, seu destino final, tem sido escolhido com mais cuidado. Além disso, mudanças no software que divide o peso do jipe-robô sobre as rodas foram feitas e até medidas como dirigi-la de marcha a ré têm sido tomadas para diminuir os danos às rodas dianteiras, mais avariadas. 
No Gismodo, confira uma descrição completa e detalhada dos problemas apresentados pela Curiosity.

O problema deve influenciar a próxima missão endereçada ao nosso planeta vizinho, programada para o fim da década – certamente a nova sonda optará por um outro sistema de deslocamento. Vale lembrar que a Vicking, outra representante humana em Marte, teve problemas parecidos – no caso, uma de suas rodas quebrou, o que passou a limitar seu deslocamento. Vamos ver qual alternativa criativa será desenvolvida para contornar essa ‘sabotagem’ marciana.
Leia mais sobre a famosa maldição de Marte e sobre a missão da Curiosity. Na página da Ciência Hoje, confira mais novidades sobre exploração espacial. 

Precisa-se de ‘borracheiro’ espacial

O deserto marciano tem sido inclemente com nossa intrépida exploradora Curiosity. O jipe-robô da Nasa, que completou recentemente dois anos no planeta vermelho, está sofrendo com a radiação ultravioleta, as tempestades de areia e, principalmente, com dificuldades inesperadas de se deslocar pelo solo marciano. A despeito da poeira acumulada em toda parte, o que tem tirado o sono dos engenheiros são as avarias nas rodas do veículo, onde buracos, rasgos e fissuras têm se tornado mais comuns do que o esperado. 

Logo que perceberam o acúmulo de danos, os pesquisadores começaram testes complementares aqui na Terra. Cerca de um ano depois, já temos algumas respostas – e não, não se trata de sabotagem de homenzinhos verdes. Os estragos são causados pelo excesso de fadiga ocasionada pelo deslocamento do jipe-robô sobre leitos muito duros de rochas e pela pressão de rochas pontiagudas, em decorrência da estrutura da própria sonda. 

O problema ainda não afetou diretamente a mobilidade da Curiosity. Porém, para prolongar a vida útil das rodas, diversas medidas têm sido tomadas: a velocidade de deslocamento do veículo foi diminuída e seu caminho até o Mount Sharp, seu destino final, tem sido escolhido com mais cuidado. Além disso, mudanças no software que divide o peso do jipe-robô sobre as rodas foram feitas e até medidas como dirigi-la de marcha a ré têm sido tomadas para diminuir os danos às rodas dianteiras, mais avariadas. 

No Gismodo, confira uma descrição completa e detalhada dos problemas apresentados pela Curiosity.

O problema deve influenciar a próxima missão endereçada ao nosso planeta vizinho, programada para o fim da década – certamente a nova sonda optará por um outro sistema de deslocamento. Vale lembrar que a Vicking, outra representante humana em Marte, teve problemas parecidos – no caso, uma de suas rodas quebrou, o que passou a limitar seu deslocamento. Vamos ver qual alternativa criativa será desenvolvida para contornar essa ‘sabotagem’ marciana.

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set. 10

Princesinhas, que nada: cientistas steampunk! 
A clássica animação 2D desenhada à mão, ciência com uma atmosfera steampunk, mulheres inventoras inteligentes e destemidas. Esse é o mundo apresentado por Hullabaloo, projeto autoral criado pelo artista James Lopez – veterano das animações que trabalhou em obras como O Rei Leão, A princesa e o sapo e Paperman – e que ainda envolve outros nomes com grande experiência na área.  
Uma das propostas de Hullabaloo é ‘salvar’ a animação 2D, uma arte que Lopez considera em extinção num mundo dominado pelas animações em 3D. Além disso, o projeto pretende incentivar o interesse das mulheres pela ciência e pela aventura, com personagens femininas fortes, protagonistas, destemidas e inteligentes.
A proposta fica clara no roteiro da animação: a jovem e brilhante cientista Veronica Daring volta para casa após concluir seus estudos e descobre que seu pai, um excêntrico inventor, está desaparecido. As pistas a levam a um parque de diversões usado pelo cientista para testar suas invenções, bem ao estilo das maquinárias a vapor características do steampunk. Lá encontra Jules, uma estranha menina, também inventora, que vai ajudá-la a descobrir os mistérios por trás desse desaparecimento. Imperdível, sem dúvida. 



Para conseguir recursos para sair do papel, o projeto está aberto a investidores na plataforma de crowdfunding IndieGoGo – e vem fazendo sucesso. Faltando ainda cerca de 20 dias para o fim do prazo, a meta inicial de 80 mil dólares já foi batida de longe – a verba arrecadada já chega a quase 250 mil dólares! A proposta básica de Hullabaloo é a produção de um curta-metragem caprichado, mas seus criadores não descartam que o projeto acabe se transformando numa séria animada (talvez uma websérie) ou num longa-metragem, tudo depende da arrecadação.
Se você quiser contribuir ainda dá tempo: as cotas começam com apenas um dólar e garantem o acesso a produtos exclusivos associados à produção, além do muito obrigado dos produtores e de todos nós que poderemos assistir à obra! Veja um vídeo com Lopez sobre o projeto. 

Princesinhas, que nada: cientistas steampunk

A clássica animação 2D desenhada à mão, ciência com uma atmosfera steampunk, mulheres inventoras inteligentes e destemidas. Esse é o mundo apresentado por Hullabaloo, projeto autoral criado pelo artista James Lopez – veterano das animações que trabalhou em obras como O Rei Leão, A princesa e o sapo e Paperman – e que ainda envolve outros nomes com grande experiência na área.  

Uma das propostas de Hullabaloo é ‘salvar’ a animação 2D, uma arte que Lopez considera em extinção num mundo dominado pelas animações em 3D. Além disso, o projeto pretende incentivar o interesse das mulheres pela ciência e pela aventura, com personagens femininas fortes, protagonistas, destemidas e inteligentes.

A proposta fica clara no roteiro da animação: a jovem e brilhante cientista Veronica Daring volta para casa após concluir seus estudos e descobre que seu pai, um excêntrico inventor, está desaparecido. As pistas a levam a um parque de diversões usado pelo cientista para testar suas invenções, bem ao estilo das maquinárias a vapor características do steampunk. Lá encontra Jules, uma estranha menina, também inventora, que vai ajudá-la a descobrir os mistérios por trás desse desaparecimento. Imperdível, sem dúvida. 

Para conseguir recursos para sair do papel, o projeto está aberto a investidores na plataforma de crowdfunding IndieGoGo – e vem fazendo sucesso. Faltando ainda cerca de 20 dias para o fim do prazo, a meta inicial de 80 mil dólares já foi batida de longe – a verba arrecadada já chega a quase 250 mil dólares! A proposta básica de Hullabaloo é a produção de um curta-metragem caprichado, mas seus criadores não descartam que o projeto acabe se transformando numa séria animada (talvez uma websérie) ou num longa-metragem, tudo depende da arrecadação.

Se você quiser contribuir ainda dá tempo: as cotas começam com apenas um dólar e garantem o acesso a produtos exclusivos associados à produção, além do muito obrigado dos produtores e de todos nós que poderemos assistir à obra! Veja um vídeo com Lopez sobre o projeto

set. 06

Imagem da semana: ‘O fim da Antiguidade’
Foram cerca de mil anos entre crescimento, apogeu e derrocada. A conquista militar e o esplendor econômico e cultural da sociedade escravista romana a tornaram o maior império que o mundo havia conhecido até então, berço de muitos traços culturais que o Ocidente preserva até hoje. Depois de dominar boa parte do ‘mundo conhecido’ e de séculos de decadência e crise, o Império Romano chegou ao seu final, com a deposição de seu último imperador, em 4 de setembro de 476. A data é considerada por muitos historiadores como o início da Idade Média e fim do período conhecido como Antiguidade. 
Apesar de ter sido fundada no século 7 a. C., o crescimento do poder e da expansão territorial de Roma começou efetivamente cerca de 400 anos depois, ainda bem antes de sua transformação num império (o que só ocorreria no século 1 a.C.). Em seus séculos de existência, a civilização romana passou de uma monarquia para uma república oligárquica e depois para um império cada vez mais autocrático. 

A Roma antiga contribuiu grandemente para o desenvolvimento de áreas como direito, governo, guerra, arte, literatura, arquitetura, tecnologia, religião e linguagem no mundo ocidental e sua história continua a ter uma grande influência sobre o mundo hoje. Durante o seu auge, o sistema econômico do Império Romano era o mais avançado que já havia existido e que viria a existir até a Revolução Industrial. 
Depois de atingir seu maior poderio durante os séculos 1 e 2, no entanto, o Império Romano começou um longo processo de decadência – econômica, militar e cultural. A corrupção e os gastos com luxo drenavam os investimentos no exército. O fim do período de conquistas diminuiu o número de escravos e impactou as atividades econômicas, levando a um colapso produtivo e comercial e a um esvaziamento urbano. 
Confira um tour virtual pela capital do império, tal como ela deve ter sido em pleno século 4: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/04/quem-tem-internet-vai-a-roma

O emprego de mão de obra ‘livre’ na agricultura deu origem ao regime do colonato e lançou as bases do sistema de produção feudal que se seguiria. As famosas e temidas legiões romanas também já não eram mais as mesmas – com um território enorme para defender e recursos minguados, não resistiam à pressão dos povos bárbaros, que penetravam cada vez mais no território, rumo ao coração do império. 
Em 395, o imperador Teodósio dividiu o território romano em dois: enquanto o Ocidente perecia lentamente, a parte oriental permanecia de pé. O futuro Império Bizantino – originado dessa metade oriental – não cairia junto com Roma, pelo contrário: continuou a existir até o século 15, e a queda de sua capital, Constantinopla, é geralmente apontada como evento que marca o fim da própria Idade Média.
Leia mais sobre a tomada de Constantinopla pelos turcos: http://bit.ly/1o8apDf

Um ponto polêmico sobre o período final do Império Romano é a influência do cristianismo, que se tornou a religião oficial com o imperador Constantino, no século 4, durante o processo de decadência. Tenha o cristianismo contribuído ou não para o crepúsculo, fato é que Roma já parecia estar com seus dias contados desde muito antes. Nos seus últimos dias, a capital foi saqueada pelos vândalos, em 455 d.C, e finalmente, em 476 d.C, o último imperador, Romulus Augustulus, abdicou do trono. 
Linguista e historiadora da linguagem fala sobre a longa e diversificada história da linguagem, maior invenção humana de todos os tempos: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/268/a-maior-invencao-humana
Professora usa aulas para editar verbetes na maior enciclopédia colaborativa do mundo e recupera artigos sobre o Império Romano: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2012/02/wikipedia-levada-a-serio/

Análise de dispositivo usado para calcular movimentos planetários na Grécia antiga revela complexidade insuspeita: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/historia-da-ciencia-e-epistemologia/surpresa-tecnologica-na-grecia-antiga/
Leitor da CH pergunta: Por que se fala uma língua neolatina na Romênia, país geográfica e culturalmente mais ligado ao mundo eslavo? http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2011/281/heranca-romana/
Arqueólogos italianos podem ter encontrado uma porta para o ‘mundo inferior’, o portão de Plutão, descrito em históricos textos gregos e romanos: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/04/o-portao-de-plutao/

Na biologia, uma cruzada moderna: livro ganhador do prêmio Pulitzer conta história da luta contra o câncer: http://cienciahoje.uol.com.br/resenhas/2012/08/o-cancer-e-a-ultima-cruzada 
[Série Maquiavel Maquiavéis] Maquiavel tomou como modelo a República Romana, capaz de atingir a forma mais perfeita de organização política, para compreender a vida política de sua época. http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/sobrecultura/2013/04/humores-de-roma/
Livro destaca efervescência cultural medieval, que fincou os alicerces da ciência moderna, e busca acabar com o mito da ‘Idade das Trevas’. http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/historia-da-ciencia-e-epistemologia/para-acabar-com-o-mito-da-idade-das-trevas
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre história na página da Ciência Hoje On-line. 

Imagem da semana: ‘O fim da Antiguidade’

Foram cerca de mil anos entre crescimento, apogeu e derrocada. A conquista militar e o esplendor econômico e cultural da sociedade escravista romana a tornaram o maior império que o mundo havia conhecido até então, berço de muitos traços culturais que o Ocidente preserva até hoje. Depois de dominar boa parte do ‘mundo conhecido’ e de séculos de decadência e crise, o Império Romano chegou ao seu final, com a deposição de seu último imperador, em 4 de setembro de 476. A data é considerada por muitos historiadores como o início da Idade Média e fim do período conhecido como Antiguidade. 

Apesar de ter sido fundada no século 7 a. C., o crescimento do poder e da expansão territorial de Roma começou efetivamente cerca de 400 anos depois, ainda bem antes de sua transformação num império (o que só ocorreria no século 1 a.C.). Em seus séculos de existência, a civilização romana passou de uma monarquia para uma república oligárquica e depois para um império cada vez mais autocrático. 

A Roma antiga contribuiu grandemente para o desenvolvimento de áreas como direito, governo, guerra, arte, literatura, arquitetura, tecnologia, religião e linguagem no mundo ocidental e sua história continua a ter uma grande influência sobre o mundo hoje. Durante o seu auge, o sistema econômico do Império Romano era o mais avançado que já havia existido e que viria a existir até a Revolução Industrial. 

Depois de atingir seu maior poderio durante os séculos 1 e 2, no entanto, o Império Romano começou um longo processo de decadência – econômica, militar e cultural. A corrupção e os gastos com luxo drenavam os investimentos no exército. O fim do período de conquistas diminuiu o número de escravos e impactou as atividades econômicas, levando a um colapso produtivo e comercial e a um esvaziamento urbano. 

Confira um tour virtual pela capital do império, tal como ela deve ter sido em pleno século 4: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/04/quem-tem-internet-vai-a-roma

O emprego de mão de obra ‘livre’ na agricultura deu origem ao regime do colonato e lançou as bases do sistema de produção feudal que se seguiria. As famosas e temidas legiões romanas também já não eram mais as mesmas – com um território enorme para defender e recursos minguados, não resistiam à pressão dos povos bárbaros, que penetravam cada vez mais no território, rumo ao coração do império. 

Em 395, o imperador Teodósio dividiu o território romano em dois: enquanto o Ocidente perecia lentamente, a parte oriental permanecia de pé. O futuro Império Bizantino – originado dessa metade oriental – não cairia junto com Roma, pelo contrário: continuou a existir até o século 15, e a queda de sua capital, Constantinopla, é geralmente apontada como evento que marca o fim da própria Idade Média.

Leia mais sobre a tomada de Constantinopla pelos turcos: http://bit.ly/1o8apDf

Um ponto polêmico sobre o período final do Império Romano é a influência do cristianismo, que se tornou a religião oficial com o imperador Constantino, no século 4, durante o processo de decadência. Tenha o cristianismo contribuído ou não para o crepúsculo, fato é que Roma já parecia estar com seus dias contados desde muito antes. Nos seus últimos dias, a capital foi saqueada pelos vândalos, em 455 d.C, e finalmente, em 476 d.C, o último imperador, Romulus Augustulus, abdicou do trono. 

Linguista e historiadora da linguagem fala sobre a longa e diversificada história da linguagem, maior invenção humana de todos os tempos: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/268/a-maior-invencao-humana

Professora usa aulas para editar verbetes na maior enciclopédia colaborativa do mundo e recupera artigos sobre o Império Romano: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2012/02/wikipedia-levada-a-serio/

Análise de dispositivo usado para calcular movimentos planetários na Grécia antiga revela complexidade insuspeita: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/historia-da-ciencia-e-epistemologia/surpresa-tecnologica-na-grecia-antiga/

Leitor da CH pergunta: Por que se fala uma língua neolatina na Romênia, país geográfica e culturalmente mais ligado ao mundo eslavo? http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2011/281/heranca-romana/

Arqueólogos italianos podem ter encontrado uma porta para o ‘mundo inferior’, o portão de Plutão, descrito em históricos textos gregos e romanos: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/04/o-portao-de-plutao/

Na biologia, uma cruzada moderna: livro ganhador do prêmio Pulitzer conta história da luta contra o câncer: http://cienciahoje.uol.com.br/resenhas/2012/08/o-cancer-e-a-ultima-cruzada 

[Série Maquiavel Maquiavéis] Maquiavel tomou como modelo a República Romana, capaz de atingir a forma mais perfeita de organização política, para compreender a vida política de sua época. http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/sobrecultura/2013/04/humores-de-roma/

Livro destaca efervescência cultural medieval, que fincou os alicerces da ciência moderna, e busca acabar com o mito da ‘Idade das Trevas’. http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/historia-da-ciencia-e-epistemologia/para-acabar-com-o-mito-da-idade-das-trevas

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.

Leia mais novidades sobre história na página da Ciência Hoje On-line.