Ciência Hoje no Tumblr

jul. 22

Mapa das redondezas
E se todas as ‘superfícies’ sólidas do Sistema Solar fossem reunidas em um único mapa, juntinhas, sem os enormes espaços que nos separam de nossos vizinhos planetários. O resultado poderia ser um interessante atlas de nosso cantinho espacial como esse aí em cima, excluídos os gigantes gasosos de nosso sistema. 
Produzida pela página xkcd, a imagem mostra a superfície da Terra – com seus continentes e o enorme leito marinho – acoplada aos planetas vizinhos Mercúrio, Vênus e Marte, numa representação um tanto aleatória, mas muito interessante de nossa vizinhança. Nessa grande área, os habitantes ‘pansolares’ poderiam se deslocar, ainda, para as luas, como Titã, Calisto, Io, Europa e outras de menor tamanho e fama. Esses cidadãos cósmicos também poderiam alçar viagens um pouco mais longas, até os ermos planetas-anões Plutão e Éris e inclusive dar uma ‘passadinha’ em regiões condensadas de asteroides e cometas, por exemplo. 
O mapa não tem a pretensão de ser cientificamente acurado, embora leve em conta proporções realistas. Dois fatos interessantes de observar são, por um lado, a pequena presença humana mesmo considerando apenas a região mais próxima de nós no cosmos e, por outro, a abundância de superfícies para nos fixarmos se nosso destino como espécie for mesmo ultrapassar, mais dia menos dia, as fronteiras da Terra. Basta arrumarmos um jeito de torná-las habitáveis.  
Já que estamos exercitando a imaginação, vale ainda perguntar: se esse mapa representasse de fato um grande continente ou um enorme planeta, que nome poderia ter? 
Via jtotheizzoe e xkcd. 
Leia mais novidades sobreexploração espacial, astrofísica e astronomia na página da Ciência Hoje On-line.

Mapa das redondezas

E se todas as ‘superfícies’ sólidas do Sistema Solar fossem reunidas em um único mapa, juntinhas, sem os enormes espaços que nos separam de nossos vizinhos planetários. O resultado poderia ser um interessante atlas de nosso cantinho espacial como esse aí em cima, excluídos os gigantes gasosos de nosso sistema. 

Produzida pela página xkcd, a imagem mostra a superfície da Terra com seus continentes e o enorme leito marinho acoplada aos planetas vizinhos Mercúrio, Vênus e Marte, numa representação um tanto aleatória, mas muito interessante de nossa vizinhança. Nessa grande área, os habitantes ‘pansolares’ poderiam se deslocar, ainda, para as luas, como Titã, Calisto, Io, Europa e outras de menor tamanho e fama. Esses cidadãos cósmicos também poderiam alçar viagens um pouco mais longas, até os ermos planetas-anões Plutão e Éris e inclusive dar uma ‘passadinha’ em regiões condensadas de asteroides e cometas, por exemplo. 

O mapa não tem a pretensão de ser cientificamente acurado, embora leve em conta proporções realistas. Dois fatos interessantes de observar são, por um lado, a pequena presença humana mesmo considerando apenas a região mais próxima de nós no cosmos e, por outro, a abundância de superfícies para nos fixarmos se nosso destino como espécie for mesmo ultrapassar, mais dia menos dia, as fronteiras da Terra. Basta arrumarmos um jeito de torná-las habitáveis.  

Já que estamos exercitando a imaginação, vale ainda perguntar: se esse mapa representasse de fato um grande continente ou um enorme planeta, que nome poderia ter? 

Via jtotheizzoe e xkcd

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(via distant-traveller)

jul. 19

Ensaio lunar
Mesmo hoje, exatos 45 anos depois que o homem pisou na Lua pela primeira vez, muita gente ainda acredita que tudo não passou do maior embuste da história humana. Olhe bem para estas imagens, que parecem confirmar as teorias conspiratórias: estariam os ‘astronautas’ se preparando para tirar as imagens históricas da Lua, em algum estúdio esquecido de Hollywood e sob a direção de ninguém menos que Stanley Kubrick?
Nada disso: as fotografias mostram o treinamento real de Buzz Aldrin e Neil Armstrong, membros da tripulação da Apollo 11 que dali a alguns meses dariam o famoso “salto para a humanidade”. Reunimos os interessantes registros desse ‘making of espacial’ para comemorar o aniversário da histórica viagem.






Depois da Apollo 11, o homem enviou ainda outras cinco missões ao solo lunar, mas mudanças políticas e econômicas acabaram por esfriar o entusiasmo dos programas espaciais norte-americano e soviético e redirecionaram seus objetivos. Na época da morte de Neil Armstrong, homenageamos a conquista da Lua, confira: http://on.fb.me/1gKQdIf 
Leia sobre a missão Apollo 17, a última a pisar em solo lunar: http://cienciahoje.tumblr.com/post/70601478162
Os americanos não foram, no entanto, os primeiros no espaço. Relembre o voo pioneiro do russo Yuri Gagarin: http://on.fb.me/W4ZTG9 
O primeiro satélite também foi russo: o Sputnik, lançado em 1957. http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/cinquenta-anos-no-espaco/
Depois do projeto Apollo, a Nasa investiu nos ônibus espaciais. Seu fim, há poucos anos, marcou o final de outro ciclo da exploração espacial: http://cienciahoje.tumblr.com/post/91645754189
Os soviéticos abandonaram a Lua e investiram na construção da estação espacial MIR, um de seus maiores sucessos no espaço: http://on.fb.me/1cG7Vpn 
Rumo a outros planetas, a primeira missão a chegar a Marte pode ser privada. Conheça ’Mars One’, projeto que promete promover um ‘reality show’ sem volta ao planeta vermelho: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/08/um-planeta-vermelho-para-chamar-de-lar/
Confira, ainda, uma galeria completa de imagens das missões Apollo: http://spaceflight.nasa.gov/gallery/images/apollo

Ensaio lunar

Mesmo hoje, exatos 45 anos depois que o homem pisou na Lua pela primeira vez, muita gente ainda acredita que tudo não passou do maior embuste da história humana. Olhe bem para estas imagens, que parecem confirmar as teorias conspiratórias: estariam os ‘astronautas’ se preparando para tirar as imagens históricas da Lua, em algum estúdio esquecido de Hollywood e sob a direção de ninguém menos que Stanley Kubrick?

Nada disso: as fotografias mostram o treinamento real de Buzz Aldrin e Neil Armstrong, membros da tripulação da Apollo 11 que dali a alguns meses dariam o famoso “salto para a humanidade”. Reunimos os interessantes registros desse ‘making of espacial’ para comemorar o aniversário da histórica viagem.

Depois da Apollo 11, o homem enviou ainda outras cinco missões ao solo lunar, mas mudanças políticas e econômicas acabaram por esfriar o entusiasmo dos programas espaciais norte-americano e soviético e redirecionaram seus objetivos. Na época da morte de Neil Armstrong, homenageamos a conquista da Lua, confira: http://on.fb.me/1gKQdIf 

Leia sobre a missão Apollo 17, a última a pisar em solo lunar: http://cienciahoje.tumblr.com/post/70601478162

Os americanos não foram, no entanto, os primeiros no espaço. Relembre o voo pioneiro do russo Yuri Gagarin: http://on.fb.me/W4ZTG9 

O primeiro satélite também foi russo: o Sputnik, lançado em 1957. http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/cinquenta-anos-no-espaco/

Depois do projeto Apollo, a Nasa investiu nos ônibus espaciais. Seu fim, há poucos anos, marcou o final de outro ciclo da exploração espacial: http://cienciahoje.tumblr.com/post/91645754189

Os soviéticos abandonaram a Lua e investiram na construção da estação espacial MIR, um de seus maiores sucessos no espaço: http://on.fb.me/1cG7Vpn 

Rumo a outros planetas, a primeira missão a chegar a Marte pode ser privada. Conheça ’Mars One’, projeto que promete promover um ‘reality show’ sem volta ao planeta vermelho: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/08/um-planeta-vermelho-para-chamar-de-lar/

Confira, ainda, uma galeria completa de imagens das missões Apollo: http://spaceflight.nasa.gov/gallery/images/apollo

jul. 17

Imagem da semana: ‘A invenção do mercador da morte’
É claro que ele é mais conhecido pelo prêmio que imortalizou seu nome. Mas o sueco Alfred Nobel também foi um cientista e industrial polêmico de seu tempo. Seu invento de maior destaque foi a dinamite, apresentada ao mundo em 14 de julho de 1867, um sucesso por sua grande utilidade na construção civil e na mineração, além de ser uma arma mortal. Ela ajudou a fazer a fortuna desse paradoxal pacifista que acreditava no poder das armas e lhe rendeu a alcunha de ‘mercador da morte’ – o que acabou por influenciar sua decisão de criar um prêmio para a produção científica mundial e para a paz.
A história mais conhecida diz que Nobel, ao fim da vida, sentiu-se incomodado pelos usos da dinamite e destinou sua fortuna à criação do prêmio. Mas sua trajetória é um pouco mais complicada. O sueco era sim um defensor da paz, em especial no fim da vida, mas tinha a visão de um industrial fabricante de armas: acreditava que poderia criar uma arma tão poderosa que tornaria as guerras inúteis. Uma de suas frases mais famosas é: “No dia em que dois exércitos puderem se aniquilar mutuamente em um segundo, todas as nações civilizadas com certeza reconhecerão o horror e dispensarão seus soldados.” Mal sabia ele que nem os aparatos nucleares foram capazes de promover essa forma enviesada de paz.

Mas voltemos ao começo. A história da dinamite começou em 1845, quando o alemão Christian Friedrich Schonbein criou, meio por acaso, a nitrocelulose. Dois anos depois, o italiano Ascanio Sobrero combinou-a com glicerina para criar a nitroglicerina. O jovem Nobel, oriundo de uma família de industriais, ficou fascinado pelo potencial da poderosa substância, que facilitaria a extração de minérios e a detonação de rochas para a construção de túneis, pontes e outras obras de construção civil, por exemplo.
No entanto, o líquido instável era perigoso de manusear, como ele logo perceberia – um de seus irmãos morreu numa explosão em 1864. Nobel desenvolveu, então, uma forma segura de utilizar a nitroglicerina, combinando-a com sílica para criar uma substância pastosa e modelável, o que facilitaria seu uso na mineração. Nascia assim a dinamite, invenção que ajudou a consolidar seu império industrial: o sueco teve dezenas de companhias e centenas de patentes registradas pelo mundo.

Porém, sua trajetória pessoal até ali não o transformou num personagem querido. Além de fortuna, a dinamite também lhe rendeu o apelido de ‘mercador da morte’, por causa dos acidentes que o composto provocou e por seu uso militar. Sem herdeiros e dono de uma enorme fortuna, Nobel teve um último ato que o salvou dessa reputação inglória: criou uma associação humanística perpétua para conceder os hoje famosos prêmios de mérito científico.
Fiel à sua ideia peculiar de pacifismo, no fim da vida dedicou-se ainda mais ao desenvolvimento de novas tecnologias de guerra, ao mesmo tempo em que trocava correspondências com sua amiga, a escritora e pacifista prussiana Bertha von Suttner. A seu favor, deve-se dizer que Nobel não foi o único a acreditar em intimidação como forma de atingir a paz. Além disso, seus prêmios são hoje um enorme estímulo ao desenvolvimento da ciência e de esforços pela verdadeira paz mundial.

Leia mais sobre a vida e a obra de Nobel:http://inventors.about.com/od/dstartinventions/a/Alfred_Nobel.htmhttp://history1900s.about.com/od/medicaladvancesissues/a/nobelhistory.htmhttp://www.nobelprize.org/alfred_nobel/biographical/articles/life-work/nitrodyn.htmlhttp://www.nobelprize.org/alfred_nobel/biographical/articles/life-work/
Também já falamos sobre o prêmio Nobel aqui no Facebook: https://bitly.com/
A Ciência Hoje faz a cobertura anual dos ganhadores do Prêmio Nobel. Confira as últimas edições:Nobel 2010: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2010Nobel 2011: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2011Nobel 2012: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2012Nobel 2013: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2013
Este ano, a história do famoso prêmio e do cientista que o criou foi contada em exposição gratuita na Fundação Getúlio Vargas: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/04/nobel-visita-o-rio/

Colunista explica como são escolhidos os ganhadores do mais prestigioso prêmio científico e tenta responder à pergunta: afinal, por que nunca ganhamos o Nobel? http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/por-que-nunca-ganhamos-o-nobel/
Leia sobre um importante marco na luta pela paz: a criação do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. http://on.fb.me/Ue598V
Outro acordo que freou a escalada humana rumo à autodestruição foi uma convenção internacional para a proibição de armas químicas, criada em 1993: http://on.fb.me/1qKPVmq
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre química e história da ciência na página daCiência Hoje On-line. 

Imagem da semana: ‘A invenção do mercador da morte’

É claro que ele é mais conhecido pelo prêmio que imortalizou seu nome. Mas o sueco Alfred Nobel também foi um cientista e industrial polêmico de seu tempo. Seu invento de maior destaque foi a dinamite, apresentada ao mundo em 14 de julho de 1867, um sucesso por sua grande utilidade na construção civil e na mineração, além de ser uma arma mortal. Ela ajudou a fazer a fortuna desse paradoxal pacifista que acreditava no poder das armas e lhe rendeu a alcunha de ‘mercador da morte’ – o que acabou por influenciar sua decisão de criar um prêmio para a produção científica mundial e para a paz.

A história mais conhecida diz que Nobel, ao fim da vida, sentiu-se incomodado pelos usos da dinamite e destinou sua fortuna à criação do prêmio. Mas sua trajetória é um pouco mais complicada. O sueco era sim um defensor da paz, em especial no fim da vida, mas tinha a visão de um industrial fabricante de armas: acreditava que poderia criar uma arma tão poderosa que tornaria as guerras inúteis. Uma de suas frases mais famosas é: “No dia em que dois exércitos puderem se aniquilar mutuamente em um segundo, todas as nações civilizadas com certeza reconhecerão o horror e dispensarão seus soldados.” Mal sabia ele que nem os aparatos nucleares foram capazes de promover essa forma enviesada de paz.

Mas voltemos ao começo. A história da dinamite começou em 1845, quando o alemão Christian Friedrich Schonbein criou, meio por acaso, a nitrocelulose. Dois anos depois, o italiano Ascanio Sobrero combinou-a com glicerina para criar a nitroglicerina. O jovem Nobel, oriundo de uma família de industriais, ficou fascinado pelo potencial da poderosa substância, que facilitaria a extração de minérios e a detonação de rochas para a construção de túneis, pontes e outras obras de construção civil, por exemplo.

No entanto, o líquido instável era perigoso de manusear, como ele logo perceberia – um de seus irmãos morreu numa explosão em 1864. Nobel desenvolveu, então, uma forma segura de utilizar a nitroglicerina, combinando-a com sílica para criar uma substância pastosa e modelável, o que facilitaria seu uso na mineração. Nascia assim a dinamite, invenção que ajudou a consolidar seu império industrial: o sueco teve dezenas de companhias e centenas de patentes registradas pelo mundo.

Porém, sua trajetória pessoal até ali não o transformou num personagem querido. Além de fortuna, a dinamite também lhe rendeu o apelido de ‘mercador da morte’, por causa dos acidentes que o composto provocou e por seu uso militar. Sem herdeiros e dono de uma enorme fortuna, Nobel teve um último ato que o salvou dessa reputação inglória: criou uma associação humanística perpétua para conceder os hoje famosos prêmios de mérito científico.

Fiel à sua ideia peculiar de pacifismo, no fim da vida dedicou-se ainda mais ao desenvolvimento de novas tecnologias de guerra, ao mesmo tempo em que trocava correspondências com sua amiga, a escritora e pacifista prussiana Bertha von Suttner. A seu favor, deve-se dizer que Nobel não foi o único a acreditar em intimidação como forma de atingir a paz. Além disso, seus prêmios são hoje um enorme estímulo ao desenvolvimento da ciência e de esforços pela verdadeira paz mundial.

Leia mais sobre a vida e a obra de Nobel:
http://inventors.about.com/od/dstartinventions/a/Alfred_Nobel.htm
http://history1900s.about.com/od/medicaladvancesissues/a/nobelhistory.htm
http://www.nobelprize.org/alfred_nobel/biographical/articles/life-work/nitrodyn.html
http://www.nobelprize.org/alfred_nobel/biographical/articles/life-work/

Também já falamos sobre o prêmio Nobel aqui no Facebook: https://bitly.com/

A Ciência Hoje faz a cobertura anual dos ganhadores do Prêmio Nobel. Confira as últimas edições:
Nobel 2010: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2010
Nobel 2011: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2011
Nobel 2012: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2012
Nobel 2013: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2013

Este ano, a história do famoso prêmio e do cientista que o criou foi contada em exposição gratuita na Fundação Getúlio Vargas: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/04/nobel-visita-o-rio/

Colunista explica como são escolhidos os ganhadores do mais prestigioso prêmio científico e tenta responder à pergunta: afinal, por que nunca ganhamos o Nobel? http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/por-que-nunca-ganhamos-o-nobel/

Leia sobre um importante marco na luta pela paz: a criação do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. http://on.fb.me/Ue598V

Outro acordo que freou a escalada humana rumo à autodestruição foi uma convenção internacional para a proibição de armas químicas, criada em 1993: http://on.fb.me/1qKPVmq

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.

Leia mais novidades sobre química e história da ciência na página daCiência Hoje On-line

Mapa vermelho
Hora de atualizar nossos globos ‘marcianos’: foi divulgado nesta semana o mais novo e completo mapa da superfície de Marte. Produzido a partir das imagens obtidas nos últimos 16 anos pelas sondas da agência espacial norte-americana (Nasa) Mars Global Surveyor, Mars Odyssey e Mars Reconnaissance Orbiter e pela Mars Express, da Agência Espacial Europeia, o mapa cobre todo o planeta e traz novas informações sobre sua geologia e sobre os processos que moldaram sua superfície. 
Por exemplo, o mapeamento mostra que grande parte da camada mais externa de Marte é mais antiga do que se pensava: se formou ainda no primeiro grande período geológico do planeta, o Noachian precoce, entre 4,1 e 3,7 bilhões de anos atrás. Isso implica, segundo os cientistas, uma maior presença de marcas de impactos de meteoritos, uma erosão mais disseminada e uma possibilidade maior de ter havido água na superfície.  
O mapeamento também confirma dados anteriores de que o planeta continua geologicamente ativo e de que as mudanças climáticas pelas quais passou já permitiram que nosso vizinho tivesse água e gelo na superfície e no seu subsolo pouco profundo. As informações ajudarão os astrônomos a estudar e determinar os locais mais interessantes para futuras aterrissagens de sondas e tripulações humanas no planeta. 
Confira um vídeo que também mostra o relevo em detalhes.

Mapa vermelho

Hora de atualizar nossos globos ‘marcianos’: foi divulgado nesta semana o mais novo e completo mapa da superfície de Marte. Produzido a partir das imagens obtidas nos últimos 16 anos pelas sondas da agência espacial norte-americana (Nasa) Mars Global Surveyor, Mars Odyssey e Mars Reconnaissance Orbiter e pela Mars Express, da Agência Espacial Europeia, o mapa cobre todo o planeta e traz novas informações sobre sua geologia e sobre os processos que moldaram sua superfície.

Por exemplo, o mapeamento mostra que grande parte da camada mais externa de Marte é mais antiga do que se pensava: se formou ainda no primeiro grande período geológico do planeta, o Noachian precoce, entre 4,1 e 3,7 bilhões de anos atrás. Isso implica, segundo os cientistas, uma maior presença de marcas de impactos de meteoritos, uma erosão mais disseminada e uma possibilidade maior de ter havido água na superfície.  

O mapeamento também confirma dados anteriores de que o planeta continua geologicamente ativo e de que as mudanças climáticas pelas quais passou já permitiram que nosso vizinho tivesse água e gelo na superfície e no seu subsolo pouco profundo. As informações ajudarão os astrônomos a estudar e determinar os locais mais interessantes para futuras aterrissagens de sondas e tripulações humanas no planeta.

Confira um vídeo que também mostra o relevo em detalhes.

jul. 16

Luzes vegetais
A produção de uma pequena bateria a partir de frutas é uma das experiências mais comuns nos laboratórios de ciência das escolas. A série Back to Light, produzida pelo artista Caleb Charland, usa o mesmo conceito para criar belas e ‘autoiluminadas’ fotografias de longa exposição. Com pregos galvanizados e fios de cobre conectados a frutas como maçãs, limões e laranjas, arrumadas em instigantes composições e ligadas a pequenas lâmpadas, os sistemas produzem luz suficiente para permitir a captação dos curiosos registros.  
Além de refletir o fascínio do artista pela simplicidade da experiência, a obra também expressa sua preocupação com as fontes de energia do mundo e com o nosso futuro na Terra. As imagens servem de alegoria utópica para a necessidade de desenvolver infinitas possibilidades de fontes de energia alternativa e sustentável. 




Via This is Colossal.

Luzes vegetais

A produção de uma pequena bateria a partir de frutas é uma das experiências mais comuns nos laboratórios de ciência das escolas. A série Back to Light, produzida pelo artista Caleb Charland, usa o mesmo conceito para criar belas e ‘autoiluminadas’ fotografias de longa exposição. Com pregos galvanizados e fios de cobre conectados a frutas como maçãs, limões e laranjas, arrumadas em instigantes composições e ligadas a pequenas lâmpadas, os sistemas produzem luz suficiente para permitir a captação dos curiosos registros.  

Além de refletir o fascínio do artista pela simplicidade da experiência, a obra também expressa sua preocupação com as fontes de energia do mundo e com o nosso futuro na Terra. As imagens servem de alegoria utópica para a necessidade de desenvolver infinitas possibilidades de fontes de energia alternativa e sustentável. 

Via This is Colossal.

jul. 13

Imagem da semana: ‘Último voo’
Foi em 08 de julho de 2011 que o ônibus espacial Atlantis retornou à Terra pela última vez. Derradeiro entre seus pares, sua aposentadoria foi um marco na exploração espacial, um ponto final na era dos ônibus espaciais. Enfim ‘vencidos’ por sua obsolescência e pelos cortes de orçamento, os veículos lançados ainda na Guerra Fria testemunharam, de nossa órbita, o mundo se transformar e participaram ativamente de recentes passos da ciência das últimas décadas, como o lançamento do Telescópio Espacial Hubble e a construção da Estação Espacial Internacional (ISS). Sem eles, os voos da humanidade ficaram restritos a naves privadas e às russas Souyz – ao menos até que uma nova geração de veículos surja para nos levar mais longe, uma perspectiva cada vez mais próxima.
O projeto do ônibus espacial foi iniciado pela Nasa[t1]  – a agência espacial norte-americana – ainda na década de 1970, em substituição às naves Apollo. Diferentemente de seus antecessores, os ônibus não tinham autonomia para chegar à Lua – suas viagens eram limitadas à baixa órbita terrestre, não passando de 600 km de altitude. No entanto, foram os primeiros veículos reutilizáveis, capazes de retornar e pousar na Terra como um avião.

O primeiro ônibus espacial foi o Columbia, lançado em abril de 1981, quando passou dois dias dando voltas em torno do planeta. No total, foram construídas cinco naves. Além do Atlantis e do Columbia, Challenger, Discovery e Endeavour executaram mais de 130 missões, transportaram centenas de astronautas e viajaram um total de mais de 500 milhões de km.
Na época da aposentadoria do Atlantis, colunista relembrou momentos da corrida espacial e falou sobre a tecnologia que move essa área da ciência: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/o-ultimo-voo-da-aguia/
Um dos pontos altos da história dos ônibus espaciais ocorreu em 1990, quando o Discovery implantou o primeiro telescópio espacial, o Hubble, que se tornaria uma das ferramentas mais profícuas e importantes para o estudo do cosmos – outras missões corrigiram pequenas falhas no equipamento, permitindo seu funcionamento até hoje. Em suas quase quatro décadas de operação, os ônibus também testemunharam a gradativa aproximação entre norte-americanos e soviéticos, além da internacionalização dos esforços de conquista do espaço – os veículos foram fundamentais, por exemplo, para a construção da Estação Espacial Internacional, a partir de 1998. 

Nem tudo são conquistas e alegrias nessa trajetória, no entanto. Dois acidentes marcaram a história dos ônibus espaciais, arrebatando um total de 14 vidas: no primeiro, em 1986, o Challenger explodiu segundos depois de levantar voo; 17 anos depois, em 2003, o Columbia se exauriu em chamas ao reentrar na atmosfera. Uma nova tragédia quase ocorreu em 2005, após um bom tempo de paralisação do programa, quando o Discovery perdeu um fragmento de sua espuma isolante, mesmo problema que causou o acidente anterior[t2] , dois anos antes.
Confira um passeio pela cabine de comando do ônibus espacial Discovery: http://cienciahoje.tumblr.com/post/58810760799/
Era evidente que vivíamos os últimos dias das viagens dos ônibus espaciais, já muito ultrapassados. Porém, o motivo do corte no programa sem que uma alternativa mais moderna fosse apresentada parece ter sido basicamente orçamentário – afinal, explorar o espaço é caro e, em alguns momentos, levanta a discussão se realmente vale a pena, em vista dos retornos diretos que pode trazer. Com a aposentadoria dos ônibus, as viagens à ISS ficaram por conta das naves russas Soyuz, também criadas na década de 1970, porém mais baratas e, aparentemente, mais seguras.

Relembre o último passo da humanidade fora de nossa órbita, dado mais de 30 anos atrás: http://cienciahoje.tumblr.com/post/70601478162/
Atualmente, uma nova geração de naves está em desenvolvimento. A Orion (ou veículo multipropósito tripulado – MPCV) está sendo produzida pela Nasa e promete levar o sonho espacial mais longe, de volta à Lua e rumo a asteroides próximos e a outros planetas, como Marte. O projeto utiliza o conhecimento acumulado pelos ônibus espaciais, recupera conceitos das naves Apollo e colhe influências de outras iniciativas, como os cargueiros europeus ATV. Seu primeiro voo experimental deve acontecer em 2017, o retorno à Lua em 2020 e uma possível ida a Marte até o final da década seguinte. Leia mais sobre a Orion: http://cienciahoje.tumblr.com/post/65470724282/
Relembre os momentos finais da MIR, estação espacial que antecedeu a ISS: http://on.fb.me/TY0048

Além da importância científica, a ISS tem se mostrado um local privilegiado para conseguir incríveis imagens do nosso planeta: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/uma-paisagem-privilegiada
Nosso tumblr, um vídeo incrível da Nasa, produzido a partir de impressionantes registros dos astronautas a bordo da ISS: http://cienciahoje.tumblr.com/post/13264556093
Destacamos, ainda, flagrantes interessantes do ‘giro’ da Terra obtidos na estação: um da Amazônia e o outro do ‘olho do mundo’: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/flashes-no-giro-da-terra
http://cienciahoje.tumblr.com/post/20968146899/
Relembre o voo pioneiro de Yuri Gagarin, primeiro homem em órbita: http://on.fb.me/W4ZTG9
Conheça mais sobre Neil Armstrong e a viagem da Apollo 11: http://on.fb.me/1erCW20 

A revista Ciência Hoje também relembrou a chegada do homem à Lua:http://cienciahoje.uol.com.br/banco-de-imagens/lg/protected/pass/ch150/memoria.pdf/  
Meio século depois do voo de Gagarin, os homens ainda dominam o espaço, mas as mulheres vêm ganhando força na área: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/06/igualdade-a-fronteira-final/
Colunista compara a exploração espacial às Grandes Navegações e destaca objetivos e resultados da aventura humana em busca do conhecimento do universo: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/admiraveis-novos-mundos/
Primeira missão de exploração espacial do Brasil, prevista para 2017, vai chegar aonde ninguém jamais foi: a órbita de um asteroide triplo. http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/298/indo-aonde-ninguem-jamais-foi/ 
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre exploração espacial e história da ciênciana página da Ciência Hoje On-line. 

Imagem da semana: ‘Último voo’

Foi em 08 de julho de 2011 que o ônibus espacial Atlantis retornou à Terra pela última vez. Derradeiro entre seus pares, sua aposentadoria foi um marco na exploração espacial, um ponto final na era dos ônibus espaciais. Enfim ‘vencidos’ por sua obsolescência e pelos cortes de orçamento, os veículos lançados ainda na Guerra Fria testemunharam, de nossa órbita, o mundo se transformar e participaram ativamente de recentes passos da ciência das últimas décadas, como o lançamento do Telescópio Espacial Hubble e a construção da Estação Espacial Internacional (ISS). Sem eles, os voos da humanidade ficaram restritos a naves privadas e às russas Souyz – ao menos até que uma nova geração de veículos surja para nos levar mais longe, uma perspectiva cada vez mais próxima.

O projeto do ônibus espacial foi iniciado pela Nasa[t1]  – a agência espacial norte-americana – ainda na década de 1970, em substituição às naves Apollo. Diferentemente de seus antecessores, os ônibus não tinham autonomia para chegar à Lua – suas viagens eram limitadas à baixa órbita terrestre, não passando de 600 km de altitude. No entanto, foram os primeiros veículos reutilizáveis, capazes de retornar e pousar na Terra como um avião.

O primeiro ônibus espacial foi o Columbia, lançado em abril de 1981, quando passou dois dias dando voltas em torno do planeta. No total, foram construídas cinco naves. Além do Atlantis e do Columbia, Challenger, Discovery e Endeavour executaram mais de 130 missões, transportaram centenas de astronautas e viajaram um total de mais de 500 milhões de km.

Na época da aposentadoria do Atlantis, colunista relembrou momentos da corrida espacial e falou sobre a tecnologia que move essa área da ciência: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/o-ultimo-voo-da-aguia/

Um dos pontos altos da história dos ônibus espaciais ocorreu em 1990, quando o Discovery implantou o primeiro telescópio espacial, o Hubble, que se tornaria uma das ferramentas mais profícuas e importantes para o estudo do cosmos – outras missões corrigiram pequenas falhas no equipamento, permitindo seu funcionamento até hoje. Em suas quase quatro décadas de operação, os ônibus também testemunharam a gradativa aproximação entre norte-americanos e soviéticos, além da internacionalização dos esforços de conquista do espaço – os veículos foram fundamentais, por exemplo, para a construção da Estação Espacial Internacional, a partir de 1998. 

Nem tudo são conquistas e alegrias nessa trajetória, no entanto. Dois acidentes marcaram a história dos ônibus espaciais, arrebatando um total de 14 vidas: no primeiro, em 1986, o Challenger explodiu segundos depois de levantar voo; 17 anos depois, em 2003, o Columbia se exauriu em chamas ao reentrar na atmosfera. Uma nova tragédia quase ocorreu em 2005, após um bom tempo de paralisação do programa, quando o Discovery perdeu um fragmento de sua espuma isolante, mesmo problema que causou o acidente anterior[t2] , dois anos antes.

Confira um passeio pela cabine de comando do ônibus espacial Discovery: http://cienciahoje.tumblr.com/post/58810760799/

Era evidente que vivíamos os últimos dias das viagens dos ônibus espaciais, já muito ultrapassados. Porém, o motivo do corte no programa sem que uma alternativa mais moderna fosse apresentada parece ter sido basicamente orçamentário – afinal, explorar o espaço é caro e, em alguns momentos, levanta a discussão se realmente vale a pena, em vista dos retornos diretos que pode trazer. Com a aposentadoria dos ônibus, as viagens à ISS ficaram por conta das naves russas Soyuz, também criadas na década de 1970, porém mais baratas e, aparentemente, mais seguras.

Relembre o último passo da humanidade fora de nossa órbita, dado mais de 30 anos atrás: http://cienciahoje.tumblr.com/post/70601478162/

Atualmente, uma nova geração de naves está em desenvolvimento. A Orion (ou veículo multipropósito tripulado – MPCV) está sendo produzida pela Nasa e promete levar o sonho espacial mais longe, de volta à Lua e rumo a asteroides próximos e a outros planetas, como Marte. O projeto utiliza o conhecimento acumulado pelos ônibus espaciais, recupera conceitos das naves Apollo e colhe influências de outras iniciativas, como os cargueiros europeus ATV. Seu primeiro voo experimental deve acontecer em 2017, o retorno à Lua em 2020 e uma possível ida a Marte até o final da década seguinte. Leia mais sobre a Orion: http://cienciahoje.tumblr.com/post/65470724282/

Relembre os momentos finais da MIR, estação espacial que antecedeu a ISS: http://on.fb.me/TY0048

Além da importância científica, a ISS tem se mostrado um local privilegiado para conseguir incríveis imagens do nosso planeta: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/uma-paisagem-privilegiada

Nosso tumblr, um vídeo incrível da Nasa, produzido a partir de impressionantes registros dos astronautas a bordo da ISS: http://cienciahoje.tumblr.com/post/13264556093

Destacamos, ainda, flagrantes interessantes do ‘giro’ da Terra obtidos na estação: um da Amazônia e o outro do ‘olho do mundo’: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/flashes-no-giro-da-terra

http://cienciahoje.tumblr.com/post/20968146899/

Relembre o voo pioneiro de Yuri Gagarin, primeiro homem em órbita: http://on.fb.me/W4ZTG9

Conheça mais sobre Neil Armstrong e a viagem da Apollo 11: http://on.fb.me/1erCW20 

A revista Ciência Hoje também relembrou a chegada do homem à Lua:
http://cienciahoje.uol.com.br/banco-de-imagens/lg/protected/pass/ch150/memoria.pdf/  

Meio século depois do voo de Gagarin, os homens ainda dominam o espaço, mas as mulheres vêm ganhando força na área: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/06/igualdade-a-fronteira-final/

Colunista compara a exploração espacial às Grandes Navegações e destaca objetivos e resultados da aventura humana em busca do conhecimento do universo: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/admiraveis-novos-mundos/

Primeira missão de exploração espacial do Brasil, prevista para 2017, vai chegar aonde ninguém jamais foi: a órbita de um asteroide triplo. http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/298/indo-aonde-ninguem-jamais-foi/ 

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.

Leia mais novidades sobre exploração espacial e história da ciênciana página da Ciência Hoje On-line. 

jul. 12

Vida de inseto
A natureza é vibrante e colorida – não somente nas densas florestas, mas também em nossos quintais, jardins e parques. É o que mostram os registros do fotógrafo Vyacheslav Mishchenko e sua infinita capacidade de observar a ‘vida secreta’ dos pequenos seres, em cenários idílicos que parecem saídos de uma obra de fantasia.
Mishchenko se diz um apaixonado pelos caramujos, criaturas que considera extraordinárias por suas formas, seu comportamento e sua beleza. Não é à toa que esses animais são as principais estrelas de sua obra, que também registra momentos únicos vividos por formigas, joaninhas e outros pequenos seres – tudo ao ar livre, em ambientes que poderiam ser um cantinho do seu jardim. Confira algumas imagens:







As belas imagens são tão perfeitas que parecem montagens, mas o fotógrafo jura que todos os insetos são registrados em seu hábitat natural e que é questão de sorte estar no lugar certo, no momento certo, para capturar esses instantes. Confira mais na página de Mishchenko no Facebook. 
Com certeza depois dessas imagens você não conseguirá mais olhar para um canteirinho ou um parquinho com os mesmo olhos…
Acesse a página da Ciência Hoje On-line para ficar por dentro de mais novidades sobre zoologia, meio ambiente e biodiversidade.

Vida de inseto

A natureza é vibrante e colorida  não somente nas densas florestas, mas também em nossos quintais, jardins e parques. É o que mostram os registros do fotógrafo Vyacheslav Mishchenko e sua infinita capacidade de observar a ‘vida secreta’ dos pequenos seres, em cenários idílicos que parecem saídos de uma obra de fantasia.

Mishchenko se diz um apaixonado pelos caramujos, criaturas que considera extraordinárias por suas formas, seu comportamento e sua beleza. Não é à toa que esses animais são as principais estrelas de sua obra, que também registra momentos únicos vividos por formigas, joaninhas e outros pequenos seres  tudo ao ar livre, em ambientes que poderiam ser um cantinho do seu jardim. Confira algumas imagens:

As belas imagens são tão perfeitas que parecem montagens, mas o fotógrafo jura que todos os insetos são registrados em seu hábitat natural e que é questão de sorte estar no lugar certo, no momento certo, para capturar esses instantes. Confira mais na página de Mishchenko no Facebook. 

Com certeza depois dessas imagens você não conseguirá mais olhar para um canteirinho ou um parquinho com os mesmo olhos…

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jul. 07

Sinais de um futuro próximo
Geralmente não reparamos, mas a observação de placas e outras sinalizações de nossas cidades é capaz de dizer muito sobre o nosso tempo e nosso modo de vida. Numa viagem rápida a um futuro próximo, certamente nos depararíamos com uma série de novas mensagens que comporiam o ambiente urbano, denunciando as novas tecnologias e seus efeitos em nosso cotidiano. 
Imaginar esse tipo de sinalização urbana é o que propõe o Tumblr Signs from the near future. Como seriam os avisos em estradas, aeroportos e até banheiros públicos daqui a alguns anos? O exercício de imaginação é interessante justamente por apontar algumas inovações que já soam estranhamente contemporâneas, como a primeira imagem deste post, que mostra a praticidade de fazer pagamentos com o simples toque da mão. Confira outros exemplos:

O aluguel de jetpacks (propulsores a jato) pode ser uma ótima pedida em grandes cidades – será que teremos jetpack taxi no futuro também?

Taxis dirigidos por robôs rodarão livres em nossas cidades. 

Atenção! É proibido o compartilhamento e a transmissão por ‘streaming’: por favor, desligue seu ‘smartglass’. 

Sinais de trânsito para quê? Os drones patrulharão as cidades – e é bom os motoristas serem mais educados.

É obrigatório escolher as autoestradas de painéis solares.

'Selfies' feitas com lentes de contato digitais serão compartilhadas em tempo real com as autoridades adequadas.

Raio X é coisa do passado: escaneamento futurista vai detectar próteses neurais e implantes sintéticos e outras tecnologias. Mas, por favor, retire seu exoesqueleto antes de entrar na máquina. 
Acesse a página da Ciência Hoje On-line para ficar por dentro de mais novidades sobre engenharia e  tecnologia. 

Sinais de um futuro próximo

Geralmente não reparamos, mas a observação de placas e outras sinalizações de nossas cidades é capaz de dizer muito sobre o nosso tempo e nosso modo de vida. Numa viagem rápida a um futuro próximo, certamente nos depararíamos com uma série de novas mensagens que comporiam o ambiente urbano, denunciando as novas tecnologias e seus efeitos em nosso cotidiano. 

Imaginar esse tipo de sinalização urbana é o que propõe o Tumblr Signs from the near future. Como seriam os avisos em estradas, aeroportos e até banheiros públicos daqui a alguns anos? O exercício de imaginação é interessante justamente por apontar algumas inovações que já soam estranhamente contemporâneas, como a primeira imagem deste post, que mostra a praticidade de fazer pagamentos com o simples toque da mão. Confira outros exemplos:

O aluguel de jetpacks (propulsores a jato) pode ser uma ótima pedida em grandes cidades  será que teremos jetpack taxi no futuro também?

Taxis dirigidos por robôs rodarão livres em nossas cidades. 

Atenção! É proibido o compartilhamento e a transmissão por ‘streaming’: por favor, desligue seu ‘smartglass’. 

Sinais de trânsito para quê? Os drones patrulharão as cidades  e é bom os motoristas serem mais educados.

É obrigatório escolher as autoestradas de painéis solares.

'Selfies' feitas com lentes de contato digitais serão compartilhadas em tempo real com as autoridades adequadas.

Raio X é coisa do passado: escaneamento futurista vai detectar próteses neurais e implantes sintéticos e outras tecnologias. Mas, por favor, retire seu exoesqueleto antes de entrar na máquina. 

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jul. 05

Imagem da semana: ‘Uma ovelha que mudou o mundo’
“Estão brincando de Deus!”, bradaram os profetas do fim dos tempos, quando os cientistas anunciaram o nascimento do primeiro clone de um mamífero da história, a hoje mundialmente famosa ovelha Dolly. As perspectivas apocalípticas não se comprovaram, ao menos por enquanto – pelo contrário, o nascimento do animal, em 5 de julho de 1996, é um marco na ciência moderna, tanto pela intensa e bem-vinda discussão sobre os limites da ética científica quanto pela sua importância para o avanço do conhecimento em áreas como a pesquisa com células-tronco e a reprogramação celular.  
A existência da ovelha Dolly só foi anunciada ao mundo em janeiro de 1997, sete meses após seu nascimento. Criado por pesquisadores do Instituto Roslin, da Escócia, onde passou toda a vida, o animal foi gerado a partir da extração do núcleo de uma célula adulta da glândula mamária de uma ovelha da raça Finn Dorset (que tem cabeça branca), que foi transferido para um ovócito com núcleo removido de uma fêmea da raça Scottish Blackface (de cabeça preta). O processo resultou em um animal idêntico à ovelha que doou o núcleo celular. O uso de animais com fenótipos distintos foi uma maneira de controlar melhor a possibilidade de as características das duas fêmeas serem misturadas.
Como primeiro mamífero clonado, Dolly tornou-se famosa, mas também foi pivô de grandes polêmicas e controvérsias. Sua criação desencadeou um intenso debate sobre os limites éticos da ciência: pela primeira vez, era possível gerar uma cópia, um clone, de um animal a partir de uma célula diferenciada. Os estudos de Keith Campbell e Ian Wilmut, os ‘pais’ da ovelha clonada, também ajudaram a impulsionar o campo das pesquisas com células-tronco, ao mostrar que uma célula adulta poderia ser reprogramada de volta ao estágio embrionário, com potencial de formar qualquer tecido. 

Cruzada de forma natural em 1998, Dolly deu à luz a ovelha Bonnie, mostrando que animais clonados não são estéreis. Em janeiro de 2002, foi diagnosticada com uma forma rara de artrite, doença que não costuma aparecer em animais tão novos, um dos vários motivos que levantaram muitos questionamentos, ainda em aberto, sobre o envelhecimento de mamíferos clonados. Acabou sendo sacrificada em janeiro de 2003, em razão de uma infecção pulmonar incurável. Seu corpo foi empalhado e hoje está exposto no Royal Museum of Scotland, em Edimburgo (Escócia).
Muitos dos temores e possibilidades que a pobre Dolly despertou permanecem irrealizados, porém muito vivos tanto nas perspectivas para nosso futuro quanto no imaginário popular. Ao mesmo tempo em que a clonagem e a reprogramação celular seguem como grandes esperanças para o tratamento de problemas como lesões medulares e doenças como Parkinson e Alzheimer, os clones têm sido figurinhas fáceis na ficção de todo o século 21, em livros, filmes, quadrinhos e até novelas.  

Leia mais sobre clonagem, genética e reprogramação celular na Ciência Hoje: 
Projeto pioneiro no Brasil que utilizar biotecnologias reprodutivas como a clonagem em animais silvestres para estudá-los e fornecer espécimes para os zoológicos do país: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/12/zoologico-de-clones/ 
Colunista discute prós e contras da clonagem de espécies ameaçadas para salvá-las da extinção: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/a-arca-de-noe 
Projetos para ressuscitar animais extintos levantam questionamentos sobre sua utilidade e seus impactos ambientais: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/03/do-alem/ 

Pergunta do leitor: Por que células de clones de vacas parecem mais jovens que as de vacas normais da mesma idade? http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2001/168/o-leitor-pergunta-168/por-que-celulas-de-clones-de-vacas-parecem-mais/ 
Colunista discute medo gerado pela clonagem e perspectivas do uso terapêutico de células-tronco: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/novos-frankensteins/ 
Tão aguardada metodologia de clonagem de embriões humanos, finalmente criada em 2013, parece chegar quando já não faz falta. Ou seria ainda cedo para prever sua aplicabilidade? http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/ainda-e-cedo-ou-tarde-demais/ 
Colunista explica a reprogramação de células maduras para que originem qualquer tecido do corpo e discute pesquisas recentes que podem beneficiar portadores de síndrome de Down: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/bioconexoes/protagonista-da-medicina-do-futuro 

Nobel de Medicina ou Fisiologia de 2012 premia método de reprogramação celular que permitiu a criação de células-tronco sem o uso de embriões: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2012/criacao-e-recriacao 
O anúncio de uma nova técnica mais simples e barata para obter células-tronco, feito no início de 2014, prometia revolucionar o campo, mas era bom demais para ser verdade: problemas nos artigos publicados e incapacidade de reproduzir seus resultados levaram a nova metodologia ao descrédito. Conheça a técnica: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/01/uma-possivel-nova-revolucao/ Entenda seus problemas: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/03/bom-demais-para-ser-verdade/ E confira o anúncio da retratação dos cientistas: http://on.fb.me/1mXbxws
Leia uma matéria sobre os 15 anos da clonagem da ovelha Dolly: http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,anuncio-da-clonagem-da-ovelha-dolly-completa-15-anos,839077 
(Crédito da foto de capa: Flickr / Gary Henderson - CC BY-NC-ND 2.0)
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Imagem da semana: ‘Uma ovelha que mudou o mundo’

“Estão brincando de Deus!”, bradaram os profetas do fim dos tempos, quando os cientistas anunciaram o nascimento do primeiro clone de um mamífero da história, a hoje mundialmente famosa ovelha Dolly. As perspectivas apocalípticas não se comprovaram, ao menos por enquanto – pelo contrário, o nascimento do animal, em 5 de julho de 1996, é um marco na ciência moderna, tanto pela intensa e bem-vinda discussão sobre os limites da ética científica quanto pela sua importância para o avanço do conhecimento em áreas como a pesquisa com células-tronco e a reprogramação celular.  

A existência da ovelha Dolly só foi anunciada ao mundo em janeiro de 1997, sete meses após seu nascimento. Criado por pesquisadores do Instituto Roslin, da Escócia, onde passou toda a vida, o animal foi gerado a partir da extração do núcleo de uma célula adulta da glândula mamária de uma ovelha da raça Finn Dorset (que tem cabeça branca), que foi transferido para um ovócito com núcleo removido de uma fêmea da raça Scottish Blackface (de cabeça preta). O processo resultou em um animal idêntico à ovelha que doou o núcleo celular. O uso de animais com fenótipos distintos foi uma maneira de controlar melhor a possibilidade de as características das duas fêmeas serem misturadas.

Como primeiro mamífero clonado, Dolly tornou-se famosa, mas também foi pivô de grandes polêmicas e controvérsias. Sua criação desencadeou um intenso debate sobre os limites éticos da ciência: pela primeira vez, era possível gerar uma cópia, um clone, de um animal a partir de uma célula diferenciada. Os estudos de Keith Campbell e Ian Wilmut, os ‘pais’ da ovelha clonada, também ajudaram a impulsionar o campo das pesquisas com células-tronco, ao mostrar que uma célula adulta poderia ser reprogramada de volta ao estágio embrionário, com potencial de formar qualquer tecido. 

Cruzada de forma natural em 1998, Dolly deu à luz a ovelha Bonnie, mostrando que animais clonados não são estéreis. Em janeiro de 2002, foi diagnosticada com uma forma rara de artrite, doença que não costuma aparecer em animais tão novos, um dos vários motivos que levantaram muitos questionamentos, ainda em aberto, sobre o envelhecimento de mamíferos clonados. Acabou sendo sacrificada em janeiro de 2003, em razão de uma infecção pulmonar incurável. Seu corpo foi empalhado e hoje está exposto no Royal Museum of Scotland, em Edimburgo (Escócia).

Muitos dos temores e possibilidades que a pobre Dolly despertou permanecem irrealizados, porém muito vivos tanto nas perspectivas para nosso futuro quanto no imaginário popular. Ao mesmo tempo em que a clonagem e a reprogramação celular seguem como grandes esperanças para o tratamento de problemas como lesões medulares e doenças como Parkinson e Alzheimer, os clones têm sido figurinhas fáceis na ficção de todo o século 21, em livros, filmes, quadrinhos e até novelas.  

Leia mais sobre clonagem, genética e reprogramação celular na Ciência Hoje: 

Projeto pioneiro no Brasil que utilizar biotecnologias reprodutivas como a clonagem em animais silvestres para estudá-los e fornecer espécimes para os zoológicos do país: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/12/zoologico-de-clones/ 

Colunista discute prós e contras da clonagem de espécies ameaçadas para salvá-las da extinção: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/a-arca-de-noe 

Projetos para ressuscitar animais extintos levantam questionamentos sobre sua utilidade e seus impactos ambientais: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/03/do-alem/ 

Pergunta do leitor: Por que células de clones de vacas parecem mais jovens que as de vacas normais da mesma idade? http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2001/168/o-leitor-pergunta-168/por-que-celulas-de-clones-de-vacas-parecem-mais/ 

Colunista discute medo gerado pela clonagem e perspectivas do uso terapêutico de células-tronco: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/novos-frankensteins/ 

Tão aguardada metodologia de clonagem de embriões humanos, finalmente criada em 2013, parece chegar quando já não faz falta. Ou seria ainda cedo para prever sua aplicabilidade? http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/ainda-e-cedo-ou-tarde-demais/ 

Colunista explica a reprogramação de células maduras para que originem qualquer tecido do corpo e discute pesquisas recentes que podem beneficiar portadores de síndrome de Down: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/bioconexoes/protagonista-da-medicina-do-futuro 

Nobel de Medicina ou Fisiologia de 2012 premia método de reprogramação celular que permitiu a criação de células-tronco sem o uso de embriões: http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2012/criacao-e-recriacao 

O anúncio de uma nova técnica mais simples e barata para obter células-tronco, feito no início de 2014, prometia revolucionar o campo, mas era bom demais para ser verdade: problemas nos artigos publicados e incapacidade de reproduzir seus resultados levaram a nova metodologia ao descrédito. Conheça a técnica: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/01/uma-possivel-nova-revolucao/ 
Entenda seus problemas: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/03/bom-demais-para-ser-verdade/ 
E confira o anúncio da retratação dos cientistas: http://on.fb.me/1mXbxws

Leia uma matéria sobre os 15 anos da clonagem da ovelha Dolly: http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,anuncio-da-clonagem-da-ovelha-dolly-completa-15-anos,839077 

(Crédito da foto de capa: Flickr / Gary Henderson - CC BY-NC-ND 2.0)

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jul. 03

A maior selfie do mundo
Esqueçam a cerimônia do Oscar: a maior selfie já feita não foi promovida por nenhuma marca de tecnologia, mas pela Nasa. A ‘Global selfie’, campanha lançada pela agência espacial norte-americana em comemoração ao ‘dia da Terra’ de 2014 produziu uma megafoto de 3,2 gigapixels com imagens de todos os cantos do planeta – um verdadeiro autorretrato da diversidade global. 
Para produzir a imagem, o mundo inteiro foi convidado a enviar, via redes sociais, sua própria selfie no dia 22 de abril, respondendo à pergunta: ‘Onde você está neste momento?’. O resultado da campanha foi um enorme mosaico global que reúne cerca de 36 mil das mais de 50 mil fotos publicadas com a hashtag #globalselfie. 
Os registros, originários de mais de 100 nações ou regiões do globo, mostram a presença humana em nosso planeta, de norte a sul, de leste a oeste, representada nas mais diferentes situações: nas praias, em pontos turísticos, na cidade, no campo, em montanhas, em geleiras, no topo de edifícios, em casa, no trabalho, com amigos, animais de estimação e muito mais. Diverso, mas com alguma coisa em comum, assim como a humanidade.  
Como base para a ‘global selfie’ foram usadas imagens feitas dos dois hemisférios do planeta por um satélite climático. A proposta da campanha também era destacar os muitos projetos de observação da Terra promovidos pela Nasa, que tem cerca de 20 satélites em órbita estudando em detalhes nosso planeta.  
E então, você participou da campanha? Será que você consegue se encontrar nesse mundo de retratos? Confira na imagem interativa e leia mais sobre o Global selfie. 
Acesse a página da Ciência Hoje On-line para ficar por dentro de mais novidades sobre sustentabilidade e divulgação científica.

A maior selfie do mundo

Esqueçam a cerimônia do Oscar: a maior selfie já feita não foi promovida por nenhuma marca de tecnologia, mas pela Nasa. A ‘Global selfie’, campanha lançada pela agência espacial norte-americana em comemoração ao ‘dia da Terra’ de 2014 produziu uma megafoto de 3,2 gigapixels com imagens de todos os cantos do planeta  um verdadeiro autorretrato da diversidade global. 

Para produzir a imagem, o mundo inteiro foi convidado a enviar, via redes sociais, sua própria selfie no dia 22 de abril, respondendo à pergunta: ‘Onde você está neste momento?’. O resultado da campanha foi um enorme mosaico global que reúne cerca de 36 mil das mais de 50 mil fotos publicadas com a hashtag #globalselfie

Os registros, originários de mais de 100 nações ou regiões do globo, mostram a presença humana em nosso planeta, de norte a sul, de leste a oeste, representada nas mais diferentes situações: nas praias, em pontos turísticos, na cidade, no campo, em montanhas, em geleiras, no topo de edifícios, em casa, no trabalho, com amigos, animais de estimação e muito mais. Diverso, mas com alguma coisa em comum, assim como a humanidade.  

Como base para a ‘global selfie’ foram usadas imagens feitas dos dois hemisférios do planeta por um satélite climático. A proposta da campanha também era destacar os muitos projetos de observação da Terra promovidos pela Nasa, que tem cerca de 20 satélites em órbita estudando em detalhes nosso planeta.  

E então, você participou da campanha? Será que você consegue se encontrar nesse mundo de retratos? Confira na imagem interativa e leia mais sobre o Global selfie

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jul. 02

Marcados para nascer
Os cucos são mesmo adoráveis, especialmente em relógios suíços. Mas, na natureza, esses pássaros são conhecidos por seu caráter duvidoso e falta de espírito maternal. São aves parasitas; infiltram seus ovos no ninho de outros passarinhos com ovos parecidos que, enganados, cuidam da cria alheia. Quando o filhote de cuco nasce, ingrato, ainda empurra para fora do ninho os filhos legítimos de seus pais postiços.
Os passarinhos lesados pelo cuco não estão alheios a essa malandragem. Cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram que algumas espécies comumente parasitadas pelos cucos, como o tetilhão-montês (Fringilla montifringill), desenvolveram uma estratégia de defesa curiosa: seus ovos evoluíram para exibir padrões de pintas característicos. Assim, mesmo sem ver a cara do filhote intruso, os pais conseguem diferenciar os seus ovos daqueles colocados pelos cucos.  

Para identificar esses modelos de pintas, os cientistas ingleses criaram um programa de computador específico para detectar padrões visuais na natureza, o Nature Pattern Match. O software está inclusive aberto para quem quiser usá-lo em outra pesquisa; basta contatar a equipe de Cambridge pelo seu site. 
Acesse a página da Ciência Hoje On-line para ficar por dentro de mais novidades sobre zoologia, meio ambiente e biodiversidade.

Marcados para nascer

Os cucos são mesmo adoráveis, especialmente em relógios suíços. Mas, na natureza, esses pássaros são conhecidos por seu caráter duvidoso e falta de espírito maternal. São aves parasitas; infiltram seus ovos no ninho de outros passarinhos com ovos parecidos que, enganados, cuidam da cria alheia. Quando o filhote de cuco nasce, ingrato, ainda empurra para fora do ninho os filhos legítimos de seus pais postiços.

Os passarinhos lesados pelo cuco não estão alheios a essa malandragem. Cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram que algumas espécies comumente parasitadas pelos cucos, como o tetilhão-montês (Fringilla montifringill), desenvolveram uma estratégia de defesa curiosa: seus ovos evoluíram para exibir padrões de pintas característicos. Assim, mesmo sem ver a cara do filhote intruso, os pais conseguem diferenciar os seus ovos daqueles colocados pelos cucos.  

Cuco comum (Cuculus canorus). (foto: Wikimedia Commons)

Para identificar esses modelos de pintas, os cientistas ingleses criaram um programa de computador específico para detectar padrões visuais na natureza, o Nature Pattern Match. O software está inclusive aberto para quem quiser usá-lo em outra pesquisa; basta contatar a equipe de Cambridge pelo seu site.

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jul. 01

Imagem da semana: ‘Incidente em Tunguska’
Um evento extremo nas inóspitas terras geladas da Sibéria, por anos cercado de algum mistério e terreno profícuo para teorias conspiratórias: estamos falando do ‘Evento de Tunguska’, chamado assim devido à remota região em que ocorreu, em 30 de junho de 1908. Apesar do nome que parece saído de algum relatório secreto, trata-se apenas do choque de um grande corpo celeste, provavelmente um asteroide, com a Terra. Mas o tamanho e a violência do impacto fazem desse o maior registro da entrada de um grande asteroide em nossa atmosfera na história moderna – e um alerta para a necessidade de nos mantermos vigilantes contra os perigos vindos do espaço, em especial após o incidente ocorrido em 2013, com a queda de outro asteroide também na Rússia.  

Depois de anos de estudos e debates, cientistas estimaram que o asteroide que caiu em Tunguska tinha por volta de 36 metros quadrados e entrou em nossa atmosfera a uma velocidade de 54 mil km/h. Ele sequer chegou a tocar o solo: na queda, atingiu uma temperatura de 24 mil graus Celsius, fragmentando-se numa bola de fogo com energia equivalente a 185 bombas de Hiroshima, que destruiu uma área de 1.200 quilômetros quadrados de floresta, com mais de 8 milhões de árvores.
O evento provocou uma onda de calor sentida a mais de 60 quilômetros de distância, além de tremores de terra registrados até na Inglaterra. A poeira levantada pelo impacto fez refletir a luz solar e fez brilhar o céu noturno em toda a Ásia durante dias. Pelo isolamento e condições extremas da região, não há registros de vítimas humanas.

Mesmo tendo o impacto ocorrido em 1908, apenas em 1927 a primeira expedição científica conseguiu chegar ao epicentro do evento, dadas as condições climáticas inóspitas da região. Até hoje a comunidade científica debate sobre Tunguska para entender o que realmente aconteceu e como era o corpo que atingiu nosso planeta, sua composição e origem. 
O episódio também serviu de combustível para teorias conspiratórias que falam desde uma óbvia visita de extraterrestres até a utilização de um ‘raio da morte’ supostamente inventado por Nikola Tesla. Na época, a população local foi reticente na relação com os exploradores, pois acreditava que o incidente fora causado por uma visita do Deus Ogdy, que amaldiçoara o local, matando plantas e animais. 
De forma geral, no entanto, o episódio chama a atenção para a necessidade de monitorar nossos céus contra ameaças que vêm de fora. Os cientistas estimam que objetos com o tamanho do que atingiu Tunguska devem se chocar contra nosso planeta a cada 300 anos.

A queda de outro asteroide na Rússia, em 2013, reforçou o alerta, reavivando o ímpeto de iniciativas dedicadas ao monitoramento de objetos de órbitas potencialmente perigosas para a Terra e de pesquisas que buscam alternativas para destruir ou redirecionar aqueles que ofereçam perigo real e imediato ao planeta.
Leia mais sobre o evento Tunguska: http://earthsky.org/space/what-is-the-tunguska-explosionhttp://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2008/30jun_tunguska/
Relembre a queda de um asteroide, também na Rússia, em 2013, o evento mais importante desse gênero desde Tunguska: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/02/impacto-nem-tao-profundo/
Meteoro que caiu na Rússia chamou a atenção para a importância do monitoramento do espaço e mexeu com a imaginação – e a ganância – de muita gente! Confira as repercussões e projetos para proteger o planeta de asteroides maiores: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/02/da-russia-com-temor

Equipe internacional que estudou a queda do meteorito russo conclui que eventos como esse são mais frequentes do que se pensava e alertam para necessidade de monitorar asteroides: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/11/ameaca-que-vem-de-cima
Motivado pelo filme ‘2012’, colunista discute as reais possibilidades de extinção da humanidade em consequência de eventos astronômicos: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/quando-sera-o-fim-do-mundo/
Apocalipse adiado – conheça a produção do Planetário do Rio de Janeiro que explica o calendário maia e mostra como poderia ser realmente o fim do mundo: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/01/apocalipse-adiado/
A análise do complexo sistema de calendários maia mostra que essa interpretação catastrófica de suas inscrições é equivocada: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/295/2012-afinal-e-o-fim-do-mundo

Conheça a história dos primeiros cometas descobertos do Brasil: http://on.fb.me/1iOImMl
Conheça a incrível história do meteorito que caiu em Angra dos Reis (RJ) no século 19: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/11/busca-implacavel/ 
Detecção de matéria orgânica em asteroides reforça a hipótese de que os oceanos e a vida na Terra vieram do espaço: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/04/asteroide-tem-gelo-e-materia-organica/
Cientistas da Nasa identificam um novo mineral em meteorito encontrado há 32 anos na Antártica, descoberta que pode ajudar a entender melhor a história do nosso sistema solar: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/mineral-extraterrestre/ 
Primeira missão de exploração espacial do Brasil, prevista para 2017, vai chegar aonde ninguém jamais foi: a órbita de um asteroide triplo. http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/298/indo-aonde-ninguem-jamais-foi/

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre astrofísica e história da ciência na página da Ciência Hoje On-line. 

Imagem da semana: ‘Incidente em Tunguska’

Um evento extremo nas inóspitas terras geladas da Sibéria, por anos cercado de algum mistério e terreno profícuo para teorias conspiratórias: estamos falando do ‘Evento de Tunguska’, chamado assim devido à remota região em que ocorreu, em 30 de junho de 1908. Apesar do nome que parece saído de algum relatório secreto, trata-se apenas do choque de um grande corpo celeste, provavelmente um asteroide, com a Terra. Mas o tamanho e a violência do impacto fazem desse o maior registro da entrada de um grande asteroide em nossa atmosfera na história moderna – e um alerta para a necessidade de nos mantermos vigilantes contra os perigos vindos do espaço, em especial após o incidente ocorrido em 2013, com a queda de outro asteroide também na Rússia.  

Depois de anos de estudos e debates, cientistas estimaram que o asteroide que caiu em Tunguska tinha por volta de 36 metros quadrados e entrou em nossa atmosfera a uma velocidade de 54 mil km/h. Ele sequer chegou a tocar o solo: na queda, atingiu uma temperatura de 24 mil graus Celsius, fragmentando-se numa bola de fogo com energia equivalente a 185 bombas de Hiroshima, que destruiu uma área de 1.200 quilômetros quadrados de floresta, com mais de 8 milhões de árvores.

O evento provocou uma onda de calor sentida a mais de 60 quilômetros de distância, além de tremores de terra registrados até na Inglaterra. A poeira levantada pelo impacto fez refletir a luz solar e fez brilhar o céu noturno em toda a Ásia durante dias. Pelo isolamento e condições extremas da região, não há registros de vítimas humanas.

Mesmo tendo o impacto ocorrido em 1908, apenas em 1927 a primeira expedição científica conseguiu chegar ao epicentro do evento, dadas as condições climáticas inóspitas da região. Até hoje a comunidade científica debate sobre Tunguska para entender o que realmente aconteceu e como era o corpo que atingiu nosso planeta, sua composição e origem.

O episódio também serviu de combustível para teorias conspiratórias que falam desde uma óbvia visita de extraterrestres até a utilização de um ‘raio da morte’ supostamente inventado por Nikola Tesla. Na época, a população local foi reticente na relação com os exploradores, pois acreditava que o incidente fora causado por uma visita do Deus Ogdy, que amaldiçoara o local, matando plantas e animais. 

De forma geral, no entanto, o episódio chama a atenção para a necessidade de monitorar nossos céus contra ameaças que vêm de fora. Os cientistas estimam que objetos com o tamanho do que atingiu Tunguska devem se chocar contra nosso planeta a cada 300 anos.

A queda de outro asteroide na Rússia, em 2013, reforçou o alerta, reavivando o ímpeto de iniciativas dedicadas ao monitoramento de objetos de órbitas potencialmente perigosas para a Terra e de pesquisas que buscam alternativas para destruir ou redirecionar aqueles que ofereçam perigo real e imediato ao planeta.

Leia mais sobre o evento Tunguska: 
http://earthsky.org/space/what-is-the-tunguska-explosion
http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2008/30jun_tunguska/

Relembre a queda de um asteroide, também na Rússia, em 2013, o evento mais importante desse gênero desde Tunguska: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/02/impacto-nem-tao-profundo/

Meteoro que caiu na Rússia chamou a atenção para a importância do monitoramento do espaço e mexeu com a imaginação – e a ganância – de muita gente! Confira as repercussões e projetos para proteger o planeta de asteroides maiores: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/02/da-russia-com-temor

Equipe internacional que estudou a queda do meteorito russo conclui que eventos como esse são mais frequentes do que se pensava e alertam para necessidade de monitorar asteroides: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/11/ameaca-que-vem-de-cima

Motivado pelo filme ‘2012’, colunista discute as reais possibilidades de extinção da humanidade em consequência de eventos astronômicos: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/quando-sera-o-fim-do-mundo/

Apocalipse adiado – conheça a produção do Planetário do Rio de Janeiro que explica o calendário maia e mostra como poderia ser realmente o fim do mundo: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/01/apocalipse-adiado/

A análise do complexo sistema de calendários maia mostra que essa interpretação catastrófica de suas inscrições é equivocada: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/295/2012-afinal-e-o-fim-do-mundo

Conheça a história dos primeiros cometas descobertos do Brasil: http://on.fb.me/1iOImMl

Conheça a incrível história do meteorito que caiu em Angra dos Reis (RJ) no século 19: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/11/busca-implacavel/ 

Detecção de matéria orgânica em asteroides reforça a hipótese de que os oceanos e a vida na Terra vieram do espaço: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/04/asteroide-tem-gelo-e-materia-organica/

Cientistas da Nasa identificam um novo mineral em meteorito encontrado há 32 anos na Antártica, descoberta que pode ajudar a entender melhor a história do nosso sistema solar: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/mineral-extraterrestre/ 

Primeira missão de exploração espacial do Brasil, prevista para 2017, vai chegar aonde ninguém jamais foi: a órbita de um asteroide triplo. http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/298/indo-aonde-ninguem-jamais-foi/

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.

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jun. 24

Uma história de robôs
Há décadas convivemos com robôs, ciborgues e androides por todos os lados. Embora a maioria deles exista apenas na ficção, alguns representantes robóticos ganharam notoriedade na vida real, atraindo a atenção do mundo – por seus feitos e/ou pelo futuro autômato que prometem. 
O professor de ciências e apresentador ‘Science Bob’ Pflugfelder criou um atlas robótico que reúne alguns dos principais representantes da categoria nas últimas décadas, mostrando a evolução de nossos sonhos, temores e conquistas na área. 
A listagem é muito interessante e permite um mergulho no saudosismo, ao recordar a multitarefa Rose, dos Jetsons, a pequena notável Vicky, do seriado da década de 1980, e o ameaçador Hal 9000, de 2001: uma odisseia no espaço. Também se destaca a recente invasão de robôs nas telonas, com os temíveis Sentinelas (de X-men), os espalhafatosos Transformers, o tocante Atom (de Gigantes de aço) e os fantásticos Jeagers (de Círculo de fogo). Outro destaque são os representantes reais, como o Asimo, lançado pela Honda em 2001 e o jipe-robô Curiosity. Na sua opinião, quem ficou faltando nessa lista?    
Na Ciência Hoje, confira uma matéria especial sobre robótica. Se quiser saber mais sobre Science Bob, vale acompanhar a página dele no Facebook. 

Uma história de robôs

Há décadas convivemos com robôs, ciborgues e androides por todos os lados. Embora a maioria deles exista apenas na ficção, alguns representantes robóticos ganharam notoriedade na vida real, atraindo a atenção do mundo  por seus feitos e/ou pelo futuro autômato que prometem. 

O professor de ciências e apresentador Science Bob’ Pflugfelder criou um atlas robótico que reúne alguns dos principais representantes da categoria nas últimas décadas, mostrando a evolução de nossos sonhos, temores e conquistas na área. 

A listagem é muito interessante e permite um mergulho no saudosismo, ao recordar a multitarefa Rose, dos Jetsons, a pequena notável Vicky, do seriado da década de 1980, e o ameaçador Hal 9000, de 2001: uma odisseia no espaço. Também se destaca a recente invasão de robôs nas telonas, com os temíveis Sentinelas (de X-men), os espalhafatosos Transformers, o tocante Atom (de Gigantes de aço) e os fantásticos Jeagers (de Círculo de fogo). Outro destaque são os representantes reais, como o Asimo, lançado pela Honda em 2001 e o jipe-robô Curiosity. Na sua opinião, quem ficou faltando nessa lista?    

Na Ciência Hoje, confira uma matéria especial sobre robótica. Se quiser saber mais sobre Science Bob, vale acompanhar a página dele no Facebook

jun. 23

Café com vista
Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), que passam longos períodos fora da Terra realizando complexas pesquisas e manutenção da estação, até hoje não podiam desfrutar de um item quase fundamental para a sobrevivência de muitos: um bom café. Mas seu sofrimento parece ter chegado ao fim: a primeira máquina de expresso espacial – batizada com certa dose de humor de ISSpresso – chegará à estação em breve. 
O primeiro a tornar pública essa grande lacuna na aparelhagem da ISS foi o astronauta italiano Luca Parmitano, numa crítica famosa à qualidade do café da estação, após sua estadia por lá no ano passado. E foram justamente duas companhias da Itália, reconhecida pela qualidade de seu expresso, que desenvolveram o novo equipamento, em parceria com a agência espacial italiana. O projeto precisou superar a falta de gravidade, além de garantir a segurança dos operadores – ninguém quer arrumar uma queimadura no espaço.   
Em novembro, caberá a outra italiana, Samantha Cristoforetti, levar a máquina de expresso, que funcionará à base de cápsulas, para a ISS. Se você não gosta de café, isso pode parecer uma bobagem. Mas o novo equipamento poderá contribuir para estudos de dinâmica dos fluidos a bordo da estação e será um acréscimo e tanto para o bem-estar mental da tripulação. Vale destacar, ainda, que a máquina também servirá outras bebidas quentes, como chá. 
Nos últimos 13 anos, o café solúvel era a única opção para se apreciar a bebida na ISS – como os astronautas puderam aguentar por tanto tempo!? 
Confira um vídeo que mostra mais detalhes do desenvolvimento da máquina. Via Space.com.

Café com vista

Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), que passam longos períodos fora da Terra realizando complexas pesquisas e manutenção da estação, até hoje não podiam desfrutar de um item quase fundamental para a sobrevivência de muitos: um bom café. Mas seu sofrimento parece ter chegado ao fim: a primeira máquina de expresso espacial batizada com certa dose de humor de ISSpresso chegará à estação em breve.

O primeiro a tornar pública essa grande lacuna na aparelhagem da ISS foi o astronauta italiano Luca Parmitano, numa crítica famosa à qualidade do café da estação, após sua estadia por lá no ano passado. E foram justamente duas companhias da Itália, reconhecida pela qualidade de seu expresso, que desenvolveram o novo equipamento, em parceria com a agência espacial italiana. O projeto precisou superar a falta de gravidade, além de garantir a segurança dos operadores ninguém quer arrumar uma queimadura no espaço.  

Em novembro, caberá a outra italiana, Samantha Cristoforetti, levar a máquina de expresso, que funcionará à base de cápsulas, para a ISS. Se você não gosta de café, isso pode parecer uma bobagem. Mas o novo equipamento poderá contribuir para estudos de dinâmica dos fluidos a bordo da estação e será um acréscimo e tanto para o bem-estar mental da tripulação. Vale destacar, ainda, que a máquina também servirá outras bebidas quentes, como chá. 

Nos últimos 13 anos, o café solúvel era a única opção para se apreciar a bebida na ISS como os astronautas puderam aguentar por tanto tempo!?

Confira um vídeo que mostra mais detalhes do desenvolvimento da máquina. Via Space.com.

jun. 18

Viagem no tempo on-line e de graça
Mapas não são apenas registros geográficos. Com o passar dos anos, tornam-se importantes artefatos históricos, memórias feitas de papel e tinta de certas configurações locais, regionais e mundiais que nunca mais serão as mesmas. Por isso, todo projeto que disponibiliza acervos de mapas na rede para acesso público contribui para resgatar parte da história de nosso mundo. 
Um exemplo recente foi dado pela Biblioteca Pública de Nova York, que disponibilizou na internet para download e sob uma licença Creative Commons sua coleção de mais de 20 mil mapas, todos em alta resolução. As cartas podem ser acessadas na plataforma Map Warper. A coleção conta com registros elaborados do século 16 às primeiras décadas do século 20 que retratam a Europa, a América do Sul e os Estados Unidos, além, é claro, de uma grande coleção de mapas da própria ‘grande maçã’.
A plataforma digital também conta com recursos muito interessantes: permite combinar parte de seu acervo com coordenadas geográficas reais, recriando os registros antigos como espaços virtuais, que podem ser percorridos e complementados com informações adicionais, como fotos históricas – tudo isso de forma colaborativa. Vale conferir! 
Abaixo selecionamos alguns exemplos de mapas disponibilizados on-line pela iniciativa: 

Viagem no tempo on-line e de graça

Mapas não são apenas registros geográficos. Com o passar dos anos, tornam-se importantes artefatos históricos, memórias feitas de papel e tinta de certas configurações locais, regionais e mundiais que nunca mais serão as mesmas. Por isso, todo projeto que disponibiliza acervos de mapas na rede para acesso público contribui para resgatar parte da história de nosso mundo. 

Um exemplo recente foi dado pela Biblioteca Pública de Nova York, que disponibilizou na internet para download e sob uma licença Creative Commons sua coleção de mais de 20 mil mapas, todos em alta resolução. As cartas podem ser acessadas na plataforma Map Warper. A coleção conta com registros elaborados do século 16 às primeiras décadas do século 20 que retratam a Europa, a América do Sul e os Estados Unidos, além, é claro, de uma grande coleção de mapas da própria ‘grande maçã’.

A plataforma digital também conta com recursos muito interessantes: permite combinar parte de seu acervo com coordenadas geográficas reais, recriando os registros antigos como espaços virtuais, que podem ser percorridos e complementados com informações adicionais, como fotos históricas  tudo isso de forma colaborativa. Vale conferir! 

Abaixo selecionamos alguns exemplos de mapas disponibilizados on-line pela iniciativa: