Instituto Ciência Hoje

May 15

Um ano solar
Você deve saber que olhar diretamente para o Sol durante muito tempo não faz muito bem à vista. No entanto, desde 2010 há muitos ‘olhos’ que não desgrudam do nosso astro-rei nem por um instante: são os cientistas dedicados ao estudo da atividade solar que integram o Observatório de Dinâmica Solar (SDO) da Nasa. 
Nesse período, eles vêm registrando o comportamento do astro, cujo ciclo natural de atividade - que dura 11 anos - chegará ao ponto máximo no fim de 2013. Uma boa síntese desse ‘espetáculo solar’ é a imagem acima, divulgada pela Nasa e que compila num único registro a atividade solar observada de abril de 2012 a abril de 2013. A agência espacial também divulgou um belo vídeo que ilustra os três anos de monitoramento do SDO, composto por mais de duas mil imagens (que correspondem a dois registros diários do Sol dede 2010). 
Falando em atividade solar, a Nasa também divulgou imagens (abaixo) de intensas explosões solares ocorridas nos últimos dias (mais informações aqui e aqui), as mais fortes registradas em 2013 - na última semana, outras explosões poderosas já haviam sido registradas. Os fenômenos não chegaram a causar danos na Terra. 



Aqui no tumblr, nós já mostramos outro belo exemplo do espetáculo proporcionado pela atenta observação de nosso sol: um fantástico potpourri espacial também apresentado pela equipe do SDO. 
Leia mais novidades sobre astronomia e exploração espacial no site da Ciência Hoje On-line. 

Um ano solar

Você deve saber que olhar diretamente para o Sol durante muito tempo não faz muito bem à vista. No entanto, desde 2010 há muitos ‘olhos’ que não desgrudam do nosso astro-rei nem por um instante: são os cientistas dedicados ao estudo da atividade solar que integram o Observatório de Dinâmica Solar (SDO) da Nasa. 

Nesse período, eles vêm registrando o comportamento do astro, cujo ciclo natural de atividade - que dura 11 anos - chegará ao ponto máximo no fim de 2013. Uma boa síntese desse ‘espetáculo solar’ é a imagem acima, divulgada pela Nasa e que compila num único registro a atividade solar observada de abril de 2012 a abril de 2013. A agência espacial também divulgou um belo vídeo que ilustra os três anos de monitoramento do SDO, composto por mais de duas mil imagens (que correspondem a dois registros diários do Sol dede 2010). 

Falando em atividade solar, a Nasa também divulgou imagens (abaixo) de intensas explosões solares ocorridas nos últimos dias (mais informações aqui e aqui), as mais fortes registradas em 2013 - na última semana, outras explosões poderosas já haviam sido registradas. Os fenômenos não chegaram a causar danos na Terra. 

Aqui no tumblr, nós já mostramos outro belo exemplo do espetáculo proporcionado pela atenta observação de nosso sol: um fantástico potpourri espacial também apresentado pela equipe do SDO

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May 13

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May 08

Atenção, mochileiros das galáxias
Se em algum futuro distante, quando o turismo espacial for uma constante, você decidir passar férias em Saturno, é bom ficar atento à previsão do tempo. Para hoje, por exemplo, o clima é bastante instável nas áreas dos polos e a previsão é só uma: furacões, furacões e furacões. 
É o que comprova a imagem acima, obtida pela nossa enviada especial à região, a sonda Cassini, que mostra uma enorme tempestade próxima ao polo norte do planeta. Nada que você já tenha visto no nosso planetinha, é claro: o furacão de Saturno é gigantesco para os padrões da Terra - o olho da tempestade chega a cerca de dois mil quilômetros de extensão e as nuvens externas atingem a inacreditável velocidade de 500 km/h.  
Em órbita de Saturno desde 2004, esse é um dos primeiros registros da Cassini do seu polo norte, que encontrava-se mergulhado na escuridão do inverno. Como as últimas imagens dessa área, obtidas pela sonda Voyager 2 em 1981, não permitiam uma boa visualização, os cientistas consideram difícil estimar desde quando essa tempestade está ativa.  
Ah, e se você, turista espacial determinado, decidir visitar o sul do planeta, um alerta: a Cassini também registrou, em 2006, um enorme sistema de tempestade presente na região, que pode estar em atividade há bilhões de anos. Aliás, é melhor escolher seu destino com cuidado, já fenômenos semelhantes também acontecem em outras áreas do Sistema Solar.  
Leia mais novidades sobre astronomia e exploração espacial no site da Ciência Hoje On-line.

Atenção, mochileiros das galáxias

Se em algum futuro distante, quando o turismo espacial for uma constante, você decidir passar férias em Saturno, é bom ficar atento à previsão do tempo. Para hoje, por exemplo, o clima é bastante instável nas áreas dos polos e a previsão é só uma: furacões, furacões e furacões.

É o que comprova a imagem acima, obtida pela nossa enviada especial à região, a sonda Cassini, que mostra uma enorme tempestade próxima ao polo norte do planetaNada que você já tenha visto no nosso planetinha, é claro: o furacão de Saturno é gigantesco para os padrões da Terra - o olho da tempestade chega a cerca de dois mil quilômetros de extensão e as nuvens externas atingem a inacreditável velocidade de 500 km/h.  

Em órbita de Saturno desde 2004, esse é um dos primeiros registros da Cassini do seu polo norte, que encontrava-se mergulhado na escuridão do inverno. Como as últimas imagens dessa área, obtidas pela sonda Voyager 2 em 1981, não permitiam uma boa visualização, os cientistas consideram difícil estimar desde quando essa tempestade está ativa.  

Ah, e se você, turista espacial determinado, decidir visitar o sul do planeta, um alerta: a Cassini também registrou, em 2006, um enorme sistema de tempestade presente na região, que pode estar em atividade há bilhões de anos. Aliás, é melhor escolher seu destino com cuidado, já fenômenos semelhantes também acontecem em outras áreas do Sistema Solar.  

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May 06

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May 03

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Apr 28

Bioma esquecido
Em 28 de abril, comemora-se o Dia da Caatinga, um bioma exclusivo do Brasil. Sua paisagem árida recortada por árvores de poucas folhas, solo seco e cactus lhe rendeu o nome, que em tupi quer dizer ‘mata branca’. Mas por trás dos ares de deserto, a caatinga esconde uma biodiversidade única e variada. 

Ocupando cerca de 10% do território nacional, aproximadamente 800 km², esse bioma compreende os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e o norte de Minas Gerais. Nessa área, vivem 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 de abelhas.

Alguns desses animais são endêmicos, ou seja, só são encontrados nesse bioma. É o caso do jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris), do lagarto teju (Tupinambis tequixim) e do tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), mascote da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. 

Outros surpeendem, como a onça-pintada (Panthera onca), que foi avistada pela primeira vez na região em 2006 — até então acreditava-se que um animal desse porte não sobreviveria no ambiente.

Toda essa biodiversidade está ameaçada. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, a caatinga já perdeu 46% do seu território devido ao desmatamento. Outros estudos falam ainda em 59% de perda de cobertura vegetal.

E, para piorar a situação, a maioria dos modelos climáticos existentes para região aponta uma redução drástica de precipitação em toda a área. Segundo o Relatório de Avaliação Nacional de Mudanças Climáticas, a caatinga, junto com a Amazônia, será o bioma brasileiro mais afetado com as mudanças climáticas até o fim do século. O cenário pode causar ainda mais perda de fauna e flora, além de impactos sociais para os habitantes da caatinga.
Leia mais sobre a caatinga na página da Ciência Hoje On-line

Bioma esquecido

Em 28 de abril, comemora-se o Dia da Caatinga, um bioma exclusivo do Brasil. Sua paisagem árida recortada por árvores de poucas folhas, solo seco e cactus lhe rendeu o nome, que em tupi quer dizer ‘mata branca’. Mas por trás dos ares de deserto, a caatinga esconde uma biodiversidade única e variada.

Vegetação de caatinga no Vale do São Francisco.

Ocupando cerca de 10% do território nacional, aproximadamente 800 km², esse bioma compreende os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e o norte de Minas Gerais. Nessa área, vivem 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 de abelhas.

Galo-de-campina

Alguns desses animais são endêmicos, ou seja, só são encontrados nesse bioma. É o caso do jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris), do lagarto teju (Tupinambis tequixim) e do tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), mascote da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

Tatu-bola

Outros surpeendem, como a onça-pintada (Panthera onca), que foi avistada pela primeira vez na região em 2006 — até então acreditava-se que um animal desse porte não sobreviveria no ambiente.

Onça-pintada flagrada na caatinga.

Toda essa biodiversidade está ameaçada. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, a caatinga já perdeu 46% do seu território devido ao desmatamento. Outros estudos falam ainda em 59% de perda de cobertura vegetal.

Flor de mandacarú

E, para piorar a situação, a maioria dos modelos climáticos existentes para região aponta uma redução drástica de precipitação em toda a área. Segundo o Relatório de Avaliação Nacional de Mudanças Climáticas, a caatinga, junto com a Amazônia, será o bioma brasileiro mais afetado com as mudanças climáticas até o fim do século. O cenário pode causar ainda mais perda de fauna e flora, além de impactos sociais para os habitantes da caatinga.

Leia mais sobre a caatinga na página da Ciência Hoje On-line

Apr 17

Cura radioativa
Nesta semana, nossa imagem de capa do Facebook lembra a descoberta do rádio pelo casal Marie e Pierre Curie. Aqui no Tumblr, resolvemos resgatar alguns produtos curiosos que surgiram depois da descrição do elemento radioativo.
À época da descoberta do rádio, início do século 20, ainda não eram conhecidos os riscos que a radiação pode trazer à saúde. Animada com o novo elemento químico - que além de ser cem mil vezes mais radioativo que o urânio, brilhava no escuro - a indústria logo o incorporou a suas receitas.

Foi vendido de tudo. Pasta de dente, cremes para pele, chás e até supositórios com rádio. A substância era anunciada como cura para os mais diferentes males, de fatiga a flatulências.
Um dos produtos de sucesso foi o “Revigator”, uma espécie de filtro de cerâmica revestida com rádio que prometia dar vigor e saúde. Bastava encher o recipiente com água e beber no mínimo um copo a cada noite.


Outra opção era a barra de rádio, também usada na água, em infusão.


Sucesso de vendas, por apenas um dólar, era possível comprar uma caixinha com 42 balas de rádio “Arium”.

E depois de ingerir tanto rádio, por que não banhar-se na substância?

Ou comer um chocolate radioativo da melhor qualidade, vindo da Alemanha?

O rádio só foi considerado perigoso em 1925, quando  jornais norte-americanos começaram a publicar histórias sobre a “doença do rádio”. O estopim foi um processo judicial movido por funcionárias de fábricas de relógios dos Estados Unidos. Tinta com rádio era usada para pintar os ponteiros dos relógios. Durante a fabricação, as funcionárias costumavam levar o pincel à boca. Muitas ficaram contaminadas e morreram de problemas decorrentes da radiação.
Confira mais produtos com rádio na página do Museum of Quackery.
Leia mais sobre radioatividade na página Ciência Hoje On-line.

Cura radioativa

Nesta semana, nossa imagem de capa do Facebook lembra a descoberta do rádio pelo casal Marie e Pierre Curie. Aqui no Tumblr, resolvemos resgatar alguns produtos curiosos que surgiram depois da descrição do elemento radioativo.

À época da descoberta do rádio, início do século 20, ainda não eram conhecidos os riscos que a radiação pode trazer à saúde. Animada com o novo elemento químico - que além de ser cem mil vezes mais radioativo que o urânio, brilhava no escuro - a indústria logo o incorporou a suas receitas.

Foi vendido de tudo. Pasta de dente, cremes para pele, chás e até supositórios com rádio. A substância era anunciada como cura para os mais diferentes males, de fatiga a flatulências.

Um dos produtos de sucesso foi o “Revigator”, uma espécie de filtro de cerâmica revestida com rádio que prometia dar vigor e saúde. Bastava encher o recipiente com água e beber no mínimo um copo a cada noite.

Outra opção era a barra de rádio, também usada na água, em infusão.

Sucesso de vendas, por apenas um dólar, era possível comprar uma caixinha com 42 balas de rádio “Arium”.

E depois de ingerir tanto rádio, por que não banhar-se na substância?

Ou comer um chocolate radioativo da melhor qualidade, vindo da Alemanha?

O rádio só foi considerado perigoso em 1925, quando  jornais norte-americanos começaram a publicar histórias sobre a “doença do rádio”. O estopim foi um processo judicial movido por funcionárias de fábricas de relógios dos Estados Unidos. Tinta com rádio era usada para pintar os ponteiros dos relógios. Durante a fabricação, as funcionárias costumavam levar o pincel à boca. Muitas ficaram contaminadas e morreram de problemas decorrentes da radiação.

Confira mais produtos com rádio na página do Museum of Quackery.

Leia mais sobre radioatividade na página Ciência Hoje On-line.

Apr 05

Luzes da cidade
Imagine um mundo sem ninguém. Como seriam os céus de nossas cidades sem as luzes e a poluição? O artista francês Thierry Cohen fez esse exercício pós-apocalíptico e apresenta um resultado levemente perturbador, mas de rara beleza: um universo inteiro de luzes sobre as sombras de fantasmagóricas metrópoles. 

São Francisco, Estados Unidos

Paris, França.

Nova Iorque, Estados Unidos. 
Para produzir as montagens, ele fotografou as cidades à noite, registrando hora, ângulo, latitude, longitude e altitude. Com todos esses dados e considerando o movimento de rotação do planeta, ele identificou locais com menos influência das luzes artificiais e da poluição (como desertos) que registrassem, em algum momento, a mesma visão do céu que seria experimentada na imagem original tirada na metrópole. 
O resultado é um vislumbre do desconhecido céu sobre nossas cabeças, separado de nós pela barreira de gases e luzes imposta pela modernidade. A pergunta do artista é clara: o que, afinal, estamos fazendo com o nosso planeta? Realmente, seu trabalho é um poderoso incentivo para nos perguntarmos sobre os efeitos de um mundo cada vez mais urbano. 

Xangai, China.

Tóquio, Japão.
São Paulo, Brasil. 
Confira todo o trabalho do francês no Danzigergallery. 
Leia mais notícias sobre astronomia, ciência e arte no site da Ciência Hoje On-line. 

Luzes da cidade

Imagine um mundo sem ninguém. Como seriam os céus de nossas cidades sem as luzes e a poluição? O artista francês Thierry Cohen fez esse exercício pós-apocalíptico e apresenta um resultado levemente perturbador, mas de rara beleza: um universo inteiro de luzes sobre as sombras de fantasmagóricas metrópoles. 

São Francisco, Estados Unidos

Paris, França.

Nova Iorque, Estados Unidos.

Nova Iorque, Estados Unidos. 

Para produzir as montagens, ele fotografou as cidades à noite, registrando hora, ângulo, latitude, longitude e altitude. Com todos esses dados e considerando o movimento de rotação do planeta, ele identificou locais com menos influência das luzes artificiais e da poluição (como desertos) que registrassem, em algum momento, a mesma visão do céu que seria experimentada na imagem original tirada na metrópole. 

O resultado é um vislumbre do desconhecido céu sobre nossas cabeças, separado de nós pela barreira de gases e luzes imposta pela modernidade. A pergunta do artista é clara: o que, afinal, estamos fazendo com o nosso planeta? Realmente, seu trabalho é um poderoso incentivo para nos perguntarmos sobre os efeitos de um mundo cada vez mais urbano. 

Xangai, China.

Tóquio, Japão.

São Paulo, Brasil. 

Confira todo o trabalho do francês no Danzigergallery

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Mar 26

Universos interiores
Nascimento e morte, o ciclo infindável das vidas humanas e do universo ao nosso redor. Estes são assuntos muitas e muitas vezes explorados pela arte, mas o trabalho da japonesa Mihoko Ogaki, intitulado Milky Way - Breath, traz uma instigante apropriação dos temas. 
As figuras negras feitas de plástico representam o homem em agonia, na hora da morte. No entanto, ‘recheadas’ com luzes led e forradas de materiais que refletem a luz, as figuras também criam um universo pulsante de vida. Mais do que grandes temas de vida e morte, a série parece buscar os sentimentos humanos mais profundos, com toques de desoladora melancolia e de intensa beleza e inventividade.  





Confira mais informações sobre o trabalho da artista e outras séries produzidas por ela. Via Colossal.
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Universos interiores

Nascimento e morte, o ciclo infindável das vidas humanas e do universo ao nosso redor. Estes são assuntos muitas e muitas vezes explorados pela arte, mas o trabalho da japonesa Mihoko Ogaki, intitulado Milky Way - Breath, traz uma instigante apropriação dos temas. 

As figuras negras feitas de plástico representam o homem em agonia, na hora da morte. No entanto, ‘recheadas’ com luzes led e forradas de materiais que refletem a luz, as figuras também criam um universo pulsante de vida. Mais do que grandes temas de vida e morte, a série parece buscar os sentimentos humanos mais profundos, com toques de desoladora melancolia e de intensa beleza e inventividade.  

Confira mais informações sobre o trabalho da artista e outras séries produzidas por ela. Via Colossal.

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Mar 18

À memória de um milagre
Em março de 2011, um dos piores terremotos do último século sacudiu o Japão. Pouco depois, um enorme tsunami provocado pelo tremor varreu a costa nordeste do país, causando grande destruição e deixando quase 20 mil mortos e desaparecidos. No entanto, de uma das áreas atingidas, o balneário de Rikuzentakata, situado à 410km de Tóquio, surgiu um ‘milagre’ que acabou se transformando em símbolo de superação no país.   
Próxima à cidade costeira, havia uma área com mais de 70 mil pinheiros. A onda gigante passou pela região com toda força, arrancando todas as árvores do solo. Todas, menos uma. O ‘pinheiro milagroso’, como passou a ser conhecido, tinha pouco mais de 110 anos e foi o único que sobreviveu à destruição inicial, se tornando imediatamento um baluarte de esperança na região devastada. 

A árvore acabou não resistindo à contaminação prolongada do solo, que passou a apresentar altíssimos níveis de sal, e morreu 18 meses depois da tragédia. No entanto, sua importância como símbolo da reconstrução do país não diminuiu. 
Pelo contrário, o pinheiro de 27 metros foi dissecado e dividido em nove partes, para depois ser reimplantado no mesmo local, agora com uma espinha de carbono para sustentação - um monumento imortalizado em memória das vítimas da destruição e um símbolo de esperança pela recuperação da região. 

A última etapa da instalação foi completada no dia seis de março e o monumento será inaugurado oficialmente em uma cerimônia marcada para o dia 22, data próxima ao aniversário de dois anos da tragédia.
Confira mais sobre a árvore e sobre a tragédia no Japão e confira mais informações sobre o monumento.  
Leia mais novidades sobre ciência e tecnologia no site da Ciência Hoje On-line. 

À memória de um milagre

Em março de 2011, um dos piores terremotos do último século sacudiu o Japão. Pouco depois, um enorme tsunami provocado pelo tremor varreu a costa nordeste do país, causando grande destruição e deixando quase 20 mil mortos e desaparecidos. No entanto, de uma das áreas atingidas, o balneário de Rikuzentakata, situado à 410km de Tóquio, surgiu um ‘milagre’ que acabou se transformando em símbolo de superação no país.   

Próxima à cidade costeira, havia uma área com mais de 70 mil pinheiros. A onda gigante passou pela região com toda força, arrancando todas as árvores do solo. Todas, menos uma. O ‘pinheiro milagroso’, como passou a ser conhecido, tinha pouco mais de 110 anos e foi o único que sobreviveu à destruição inicial, se tornando imediatamento um baluarte de esperança na região devastada. 

A árvore acabou não resistindo à contaminação prolongada do solo, que passou a apresentar altíssimos níveis de sal, e morreu 18 meses depois da tragédia. No entanto, sua importância como símbolo da reconstrução do país não diminuiu.

Pelo contrário, o pinheiro de 27 metros foi dissecado e dividido em nove partes, para depois ser reimplantado no mesmo local, agora com uma espinha de carbono para sustentação - um monumento imortalizado em memória das vítimas da destruição e um símbolo de esperança pela recuperação da região. 

A última etapa da instalação foi completada no dia seis de março e o monumento será inaugurado oficialmente em uma cerimônia marcada para o dia 22, data próxima ao aniversário de dois anos da tragédia.

Confira mais sobre a árvore e sobre a tragédia no Japão e confira mais informações sobre o monumento.  

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Mar 15

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Mar 13

Uma olhar sobre nós
Mais uma ‘primeira luz’ aqui no nosso Tumblr. Mas, diferente da DECam, a câmera que teve suas primeiras imagens divulgadas não vai explorar os mistérios do universo, mas sim o nosso próprio planeta. Recentemente instalada na Estação Espacial Internacional (ISS), a nova ferramenta de observação da Terra atende ao projeto International Space Station SERVIR Environmental Research and Visualization System - ou simplesmente Iserv. 
Se você se pergunta qual a utilidade prática de tantas câmeras apontadas por aí pelas agências especiais, dessa vez a resposta é óbvia: o objetivo do novo instrumento é dar aos cientistas em solo mais informações sobre questões ambientais ao redor do globo, em especial nos países em desenvolvimento. Ela poderá fazer diferença, por exemplo, no caso de desastres naturais, fornecendo dados para auxiliar os esforços de resgate. Para utilizar a câmera, os cientistas precisarão calcular a ‘janela de oportunidade’ representada pela passagem da ISS próxima a área a ser estudada. A câmera será capaz de disparar de três a sete fotos por segundo, num total de cerca de 100 registros a cada passagem da estação. Sua incrível resolução permitirá a observação de pequenos detalhes e objetos, mas a ferramenta só estará disponível dentro de alguns meses, quando terminará de ser calibrada. 
A primeira imagem divulgada do novo sistema retrata o encontro do rio San Pablo com o golfo de Montijo, no Panamá. A fotografia mostra a transição de áreas de utilização agropecuária para sistemas florestais, pântanos e estuários, classificados como ‘de importância internacional’.
Confira mais informações sobre a câmera e sobre seu primeiro registro.  
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Uma olhar sobre nós

Mais uma ‘primeira luz’ aqui no nosso Tumblr. Mas, diferente da DECam, a câmera que teve suas primeiras imagens divulgadas não vai explorar os mistérios do universo, mas sim o nosso próprio planeta. Recentemente instalada na Estação Espacial Internacional (ISS), a nova ferramenta de observação da Terra atende ao projeto International Space Station SERVIR Environmental Research and Visualization System - ou simplesmente Iserv. 

Se você se pergunta qual a utilidade prática de tantas câmeras apontadas por aí pelas agências especiais, dessa vez a resposta é óbvia: o objetivo do novo instrumento é dar aos cientistas em solo mais informações sobre questões ambientais ao redor do globo, em especial nos países em desenvolvimento. Ela poderá fazer diferença, por exemplo, no caso de desastres naturais, fornecendo dados para auxiliar os esforços de resgate.

Para utilizar a câmera, os cientistas precisarão calcular a ‘janela de oportunidade’ representada pela passagem da ISS próxima a área a ser estudada. A câmera será capaz de disparar de três a sete fotos por segundo, num total de cerca de 100 registros a cada passagem da estação. Sua in
crível resolução permitirá a observação de pequenos detalhes e objetos, mas a ferramenta só estará disponível dentro de alguns meses, quando terminará de ser calibrada. 

A primeira imagem divulgada do novo sistema retrata o encontro do rio San Pablo com o golfo de Montijo, no Panamá. A fotografia mostra a transição de áreas de utilização agropecuária para sistemas florestais, pântanos e estuários, classificados como ‘de importância internacional’.

Confira mais informações sobre a câmera e sobre seu primeiro registro.  

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Mar 06

Belas e feras (debaixo d’água)

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O que acontece quando um fotógrafo de vida selvagem e outro de alta moda se encontram? O resultado, no caso de Shawn Heinrichs e Kristian Schmidt, são as incríveis fotos deste post, que colocam na mesma cena top models e tubarões-baleia (Rhincodon typus), maior espécie de peixe conhecida.

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Os dois fotógrafos se conheceram em um passeio de barco promovido pela ONG WildAid para conhecer os tubarões-baleia das Filipinas. Depois da visita, eles tiveram a genial ideia da sessão de fotos para chamar atenção para a causa dos animais, que hoje são ameaçados pelo poderoso comércio de barbatanas alimentado por compradores da China.

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O ensaio, feito em novembro do ano passado, não é montagem de Photoshop. A reunião subaquática das temidas criaturas e as belas modelos foi real e planejada. As modelos das fotos, as italianas Roberta Mancino e Hannah Fraser, estão mais que acostumadas com a água: uma é campeã mundial de mergulho e outra mergulhadora profissional.

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Já os tubarões usados na sessão estão acostumados com humanos e comem camarões diretamente das mãos dos pescadores locais, que atualmente vivem do turismo ecológico. Neste vídeo, um dos fotógrafos, Heinrichs, narra como a comunidade filipina fez a transição da pesca ilegal para uma convivência pacífica com os tubarões.

Leia mais sobre iniciativas de preservação ecológica e meio ambiente na CH On-line

Mar 01

Um mundo de impactos
O mundo inteiro ficou um pouco assustado com a queda de um asteroide há cerca de 10 dias na Rússia. O evento, que reforçou a importância de se estimular mais a pesquisa espacial, foi o maior registro do tipo desde 1908, quando outro incidente aconteceu - também - na Rússia. Seria coincidência? Uma resposta gráfica para essa questão foi dada pelo The Guardian e por Javier de la Torre, co-fundador da Vizzuality e da CartoDB, duas empresas especializadas em desenvolver soluções gráficas para a visualização de dados e estatísticas. 
Eles elaboraram o mapa acima, um compêndio mundial de todos os pontos onde os cientistas já descobriram evidências do impacto de asteroides. No total, são mais de 34 mil impactos registrados desde 2300 a.c. - e isso porque foram computados apenas os locais de impactos efetivamente registrados por evidências, sem informações sobre os muitos que caem sobre o mar ou em áreas isoladas ou desabitadas, que nunca foram encontrados por cientistas. O tamanho de cada círculo no mapa representa a massa do meteorito em questão.
Uma boa olhadinha mostra que os impactos são comuns em todos os cantos do mundo - mas se morássemos nos Estados Unidos talvez dormíssemos um pouco mais preocupados essa noite, não? 
Confira no site do The Guardian uma versão interativa do mapa que permite a exploração de todos os registros. Mais informações também no Dvice.  
Leia mais novidades sobre astronomia e exploração espacial no site da Ciência Hoje On-line.

Um mundo de impactos

O mundo inteiro ficou um pouco assustado com a queda de um asteroide há cerca de 10 dias na Rússia. O evento, que reforçou a importância de se estimular mais a pesquisa espacial, foi o maior registro do tipo desde 1908, quando outro incidente aconteceu - também - na Rússia. Seria coincidência? Uma resposta gráfica para essa questão foi dada pelo The Guardian e por Javier de la Torre, co-fundador da Vizzuality e da CartoDB, duas empresas especializadas em desenvolver soluções gráficas para a visualização de dados e estatísticas. 

Eles elaboraram o mapa acima, um compêndio mundial de todos os pontos onde os cientistas já descobriram evidências do impacto de asteroides. No total, são mais de 34 mil impactos registrados desde 2300 a.c. - e isso porque foram computados apenas os locais de impactos efetivamente registrados por evidências, sem informações sobre os muitos que caem sobre o mar ou em áreas isoladas ou desabitadas, que nunca foram encontrados por cientistas. O tamanho de cada círculo no mapa representa a massa do meteorito em questão.

Uma boa olhadinha mostra que os impactos são comuns em todos os cantos do mundo - mas se morássemos nos Estados Unidos talvez dormíssemos um pouco mais preocupados essa noite, não? 

Confira no site do The Guardian uma versão interativa do mapa que permite a exploração de todos os registros. Mais informações também no Dvice.  

Leia mais novidades sobre astronomia e exploração espacial no site da Ciência Hoje On-line.

Feb 26

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