<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>http://www.cienciahoje.org.br


O Instituto Ciência Hoje (ICH) é uma organização social de interesse público sem fins lucrativos vinculada à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Responsável por uma série de projetos de divulgação científica, o ICH publica a revista Ciência Hoje desde 1982, a Ciência Hoje das Crianças desde 1986 e os livros da série Ciência Hoje na Escola desde 1996. Desde 1997, o instituto mantém também um portal de divulgação científica na internet: a Ciência Hoje On-line.</description><title>Instituto Ciência Hoje</title><generator>Tumblr (3.0; @cienciahoje)</generator><link>http://cienciahoje.tumblr.com/</link><item><title>Um ano solar
Você deve saber que olhar diretamente para o Sol...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/aad9cec56e3c1d32dc3f6496203dad0b/tumblr_mmhreugWrg1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um ano solar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você deve saber que olhar diretamente para o Sol durante muito tempo não faz muito bem à vista. No entanto, desde 2010 há muitos ‘olhos’ que não desgrudam do nosso astro-rei nem por um instante: são os cientistas dedicados ao estudo da atividade solar que integram o Observatório de Dinâmica Solar (SDO) da Nasa. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Nesse período, eles vêm registrando o comportamento do astro, cujo ciclo natural de atividade - que dura 11 anos - chegará ao ponto máximo no fim de 2013. Uma boa síntese desse ‘espetáculo solar’ é a imagem acima, divulgada pela Nasa e que compila num único registro a atividade solar observada de abril de 2012 a abril de 2013. A agência espacial &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/sdo/news/first-light-3rd.html" target="_blank"&gt;também divulgou um belo vídeo&lt;/a&gt;&lt;span&gt; que ilustra os três anos de monitoramento do SDO, composto por mais de duas mil imagens (que correspondem a dois registros diários do Sol dede 2010). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falando em atividade solar, a Nasa também divulgou imagens (abaixo) de intensas explosões solares ocorridas nos últimos dias (mais informações &lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/sunearth/news/News051513-ar1748.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/sunearth/news/News051213-flare.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;), as mais fortes registradas em 2013 - na última semana, &lt;a href="http://phys.org/news/2013-05-nasa-sun-emit-mid-level-flare.html" target="_blank"&gt;outras explosões poderosas já haviam sido registradas&lt;/a&gt;. Os fenômenos não chegaram a causar danos na Terra. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.nasa.gov/images/content/748856main_20130515-ar1748_full.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://d1jqu7g1y74ds1.cloudfront.net/wp-content/uploads/2013/05/flare-2.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.nasa.gov/images/content/748608main_May_14_X3.2_Four.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui no tumblr, nós já mostramos outro belo exemplo do espetáculo proporcionado pela atenta observação de nosso sol: &lt;a href="http://cienciahoje.tumblr.com/post/41448622666/potpourri-espacial-considere-qualquer" target="_blank"&gt;um fantástico &lt;em&gt;potpourri&lt;/em&gt; espacial também apresentado pela equipe do SDO&lt;/a&gt;&lt;span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre astronomia e exploração espacial no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/50510374302</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/50510374302</guid><pubDate>Wed, 15 May 2013 15:49:00 -0300</pubDate><category>astronomia</category><category>NASA</category><category>sol</category></item><item><title>O vídeo que veio do frio 
Dois meses a bordo de um navio...</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/BNZu1uxNvlo?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O vídeo que veio do frio &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dois meses a bordo de um navio quebra-gelo, explorando a imensidão da Antártica, pode ser uma experiência gelada, mas também oportunidade única para registrar imagens de rara beleza, como mostra o vídeo em &lt;em&gt;time-lapse&lt;/em&gt; produzido pela cientista marinha norte-americana Cassandra Brooks.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Estudante de doutorado na Universidade Stanford, ela integra uma expedição da Fundação Nacional da Ciência dos EUA que está explorando o Mar de Ross para investigar, entre outros temas, a liberação de gás carbônico resultante da grande concentração de fitoplâncton na região - a quantidade é tamanha que chega a ser visível do espaço!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As imagens compiladas e a narração da própria pesquisadora destacam o esforço para cruzar o oceano congelado, ora quebradiço como vidro, ora quase intransponível. Também registram a dinâmica das formas antárticas sempre mutáveis e a miríade de cores com que o sol, os ventos e as algas ‘tingem’ a imensidão branca. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;As cenas finais são um caso à parte: obtidas na região do Cabo Colbeck, ilustram o curioso balé dos pinguins-imperadores, objeto de estudo de outro grupo a bordo. Vale a pena conferir a coreografia - e a trilha sonora - dessa experiência selvagem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Para uma experiência mais real do continente gelado, só mesmo se o frio pudesse ser transmitido &lt;em&gt;on-line&lt;/em&gt;! Quem &lt;/span&gt;&lt;span&gt;quiser saber mais sobre a viagem pode conferir o &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://newswatch.nationalgeographic.com/author/cbrooks/" target="_blank"&gt;blogue de Brooks no site da National Geographic&lt;/a&gt;&lt;span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Via &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.livescience.com/29385-antarctic-ice-time-lapse-video.html" target="_blank"&gt;Live Science&lt;/a&gt;&lt;span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre biodiversidade e meio ambiente no site da &lt;em&gt;CH On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/50348845846</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/50348845846</guid><pubDate>Mon, 13 May 2013 13:36:16 -0300</pubDate><category>expedição</category><category>antártica</category><category>oceanografia</category><category>meio ambiente</category></item><item><title>Atenção, mochileiros das galáxias
Se em algum futuro distante,...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/20a43cee30f1d88a73c9e5b4e5490728/tumblr_mm6uqaoKkQ1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atenção, mochileiros das galáxias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se em algum futuro distante, quando o turismo espacial for uma constante, você decidir passar férias em Saturno, é bom ficar atento à previsão do tempo. Para hoje, por exemplo, o clima é bastante instável nas áreas dos polos e a previsão é só uma:&lt;span&gt; furacões, furacões e furacões. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;É o que comprova a imagem acima, obtida pela nossa enviada especial à região, a sonda Cassini, que mostra &lt;a href="http://apod.nasa.gov/apod/ap130502.html" target="_blank"&gt;uma enorme tempestade próxima ao polo norte do planeta&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Nada que você já tenha visto no nosso planetinha, é claro: o furacão de Saturno é gigantesco para os padrões da Terra - o olho da tempestade chega a cerca de dois mil quilômetros de extensão e as nuvens externas atingem a inacreditável velocidade de 500 km/h.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Em órbita de Saturno desde 2004, esse é um dos primeiros registros da Cassini do seu polo norte, que encontrava-se mergulhado na escuridão do inverno. Como as últimas imagens dessa área, obtidas pela sonda Voyager 2 em 1981, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;não permitiam uma boa visualização, os cientistas consideram difícil estimar desde quando essa tempestade está ativa.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Ah, e se você, turista espacial determinado, decidir visitar o sul do planeta, um alerta: a Cassini também registrou, em 2006, um &lt;/span&gt;&lt;a href="http://apod.nasa.gov/apod/ap061113.html" target="_blank"&gt;enorme sistema de tempestade&lt;/a&gt; &lt;span&gt;presente na região, que pode estar em atividade há bilhões de anos. Aliás, é melhor escolher seu destino com cuidado, já fenômenos semelhantes &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.planetariodorio.com.br/bloguinho/index.php?option=com_k2&amp;view=item&amp;id=142:grande-mancha-vermelha-de-j%C3%BApiter&amp;Itemid=217" target="_blank"&gt;também acontecem em outras áreas do Sistema Solar&lt;/a&gt;&lt;span&gt;.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/categorias?listasubject=Astronomia" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre astronomia e exploração espacial no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49964445809</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49964445809</guid><pubDate>Wed, 08 May 2013 19:36:06 -0300</pubDate><category>astronomia</category><category>exploração espacial</category><category>sistema solar</category></item><item><title>Insetos sintéticos
Sabe aquele pequeno mosquito pousado ali no...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/cyjKOJhIiuU?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Insetos sintéticos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabe aquele pequeno mosquito pousado ali no canto da parede ou aquela abelha que fica zanzando perto dos doces? Já imaginou se, em vez de animais, eles fossem pequenos robôs espiões? Pode parecer traquitana de agende secreto britânico, mas o primeiro “robô-inseto” foi apresentado por pesquisadores da Universidade Harvard na semana passada.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A invenção foi descrita na revista &lt;em&gt;Science&lt;/em&gt;, acompanhada do vídeo que abre o &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;. O projeto é resultado de um trabalho de mais de uma década da equipe, para a resolução de uma série de desafios, que incluíram questões relacionadas ao peso, fonte de energia, controle da delicadíssima dinâmica de voo e até a fabricação das minúsculas peças necessárias à fabricação do robô.   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Apesar de se chamar RoboBee (abelha), o protótipo foi baseado nos movimentos de uma mosca. Ele pesa 80 miligramas e suas asas de 3cm de envergadura atingem 120 batimentos por segundo. Um dos pontos cruciais do desenvolvimento foi justamente o controle motor: para ter mais estabilidade, cada asa do modelo tem movimentos independentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Segundo os desenvolvedores, os robôs poderão ter diversas aplicações. Além das óbvias possibilidades militares, podem realizar operações de busca, ser aplicados com finalidades médicas, realizar análises ambientais e até ajudar na polinização - visto que os agentes naturais, especialmente as abelhas, estão a perigo. Para atingir os objetivos revolucionários do projeto, no entanto,  ainda serão necessárias mais pesquisas e observações da dinâmica da natureza. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Via &lt;a href="http://news.discovery.com/tech/robotics/tiny-robo-fly-micro-energy-buzz-130502.htm#mkcpgn=rssnws1" target="_blank"&gt;DiscoveryNews&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.techhive.com/article/2037193/tiny-insect-robot-floats-better-than-a-butterfly-won-t-sting-like-a-bee.html" target="_blank"&gt;TechHive&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre tecnologia e robótica no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49783955325</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49783955325</guid><pubDate>Mon, 06 May 2013 14:22:03 -0300</pubDate></item><item><title>Filme atômico
A gigante norte-americana da computação IBM lançou...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/oSCX78-8-q0?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Filme atômico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A gigante norte-americana da computação IBM lançou o que chama de o menor filme do mundo. Não se engane; quando eles dizem ‘menor’ não significa que é o filme mais curto, mas sim que foi feito em escala microscópica, em nível atômico. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O curta-metragem em estilo &lt;em&gt;stop-motion&lt;/em&gt; foi feito com átomos! Os pesquisadores usaram&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?list=PLaFe0BJiho2qq6mXkAVKkcki2MEdK_yTW&amp;feature=player_detailpage&amp;v=2kx0_dfRX_g" target="_blank"&gt; um microscópio de tunelamento&lt;/a&gt; desenvolvido pela empresa que possibilita visualizar e mover moléculas e átomos individualmente para animar os personagens do curta. O equipamento foi inventado pelos cientistas &lt;span&gt;&lt;a href="http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/1986/#" target="_blank"&gt;Gerd Binnig&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/1986/#" target="_blank"&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; e &lt;span&gt;Heinrich Rohrer, que ganharam o Nobel de Física de 1986 por isso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Mantidos a -265ºC, os átomos podem ser movidos com precisão por uma agulha nanométrica que segue os controles remotos de um computador. A agulha ‘arranha’ uma superfície de cobre liberando os átomos e atraindo-os para os lugares planejados. As bolinhas que constituem a imagem no filme são uma reunião de átomos de carbono e oxigênio, formando moléculas de monóxido de carbono (CO).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O desenho animado é apenas um chamariz para a tecnologia. Os pesquisadores da empresa pretendem que, no futuro, a habilidade de mover átomos individualmente possa ser aplicada à informática para ampliar seus limites de processamento e armazenamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Cada átomo pode ser encarado como um bit de informação. Assim, um dispositivo de memória feito com base nos átomos poderia ter armazenamento praticamente infinito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Confira &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=xA4QWwaweWA" target="_blank"&gt;aqui o &lt;em&gt;making of&lt;/em&gt; do filme.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Leia mais sobre &lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/search?Subject=Inform%C3%A1tica" target="_blank"&gt;informática&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/search?Subject=Nanotecnologia" target="_blank"&gt;nanotecnologia&lt;/a&gt; na &lt;em&gt;CH On-line.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49515883476</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49515883476</guid><pubDate>Fri, 03 May 2013 12:22:24 -0300</pubDate></item><item><title>Bioma esquecido
Em 28 de abril, comemora-se o Dia da Caatinga,...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/2becd576610712e88aa3d1a61eb8ae88/tumblr_mlvht2jBaW1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bioma esquecido&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Em 28 de abril, comemora-se o Dia da Caatinga, um bioma exclusivo do Brasil. Sua paisagem árida recortada por árvores de poucas folhas, solo seco e cactus lhe rendeu o nome, que em tupi quer dizer ‘mata branca’. Mas por trás dos ares de deserto, a caatinga esconde uma biodiversidade única e variada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="Vegetação de caatinga no Vale do São Francisco." src="http://farm5.staticflickr.com/4096/4907523702_c6454fbbdc_z.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Ocupando cerca de 10% do território nacional, aproximadamente 800 km², esse bioma compreende os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e o norte de Minas Gerais. Nessa área, vivem 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 de abelhas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="Galo-de-campina" src="http://farm9.staticflickr.com/8385/8549335373_0e77fafe7a_c.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Alguns desses animais são endêmicos, ou seja, só são encontrados nesse bioma. É o caso do jacaré-do-papo-amarelo (&lt;em&gt;Caiman latirostris&lt;/em&gt;), do lagarto teju (&lt;em&gt;Tupinambis tequixim&lt;/em&gt;) e do tatu-bola (&lt;em&gt;Tolypeutes tricinctus&lt;/em&gt;), mascote da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="Tatu-bola" src="http://www.apublica.org/wp-content/uploads/2012/09/imagem-tatu-bola.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Outros surpeendem, como a onça-pintada (&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Panthera onca)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, que foi avistada pela primeira vez na região em 2006 — &lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2008/246/passagem-animal/" target="_blank"&gt;até então acreditava-se que um animal desse porte não sobreviveria no ambiente.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="Onça-pintada flagrada na caatinga." src="http://www.onordeste.com/administrador/blogs/fotonoticias/5e74b82a11ace302ebef429a98395ece93.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Toda essa biodiversidade está ameaçada. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, a caatinga já perdeu 46% do seu território devido ao desmatamento. &lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2008/251/caatinga-muito-prazer/" target="_blank"&gt;Outros estudos falam &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ainda em 59% de perda de cobertura vegetal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="Flor de mandacarú" src="http://farm5.staticflickr.com/4072/4675418901_45f6c94a16_z.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;E, para piorar a situação, a maioria dos modelos climáticos existentes para região aponta uma redução drástica de precipitação em toda a área. &lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.%20http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/06/entre-extremos" target="_blank"&gt;Segundo o Relatório de Avaliação Nacional de Mudanças Climáticas&lt;/a&gt;, a caatinga, junto com a Amazônia, será o bioma brasileiro mais afetado com as mudanças climáticas até o fim do século. O cenário pode causar ainda mais perda de fauna e flora, além de impactos sociais para os habitantes da caatinga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/search?SearchableText=caatinga+" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;Leia mais sobre a caatinga na página da Ciência Hoje On-line&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49100975563</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/49100975563</guid><pubDate>Sun, 28 Apr 2013 13:39:02 -0300</pubDate></item><item><title>Cura radioativa
Nesta semana, nossa imagem de capa do Facebook...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/0135456f01437bde44a21a0ab8cbeafb/tumblr_mld4cr7zd41r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cura radioativa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta semana, &lt;a href="http://www.facebook.com/cienciahoje" target="_blank"&gt;nossa imagem de capa do Facebook&lt;/a&gt; lembra a descoberta do rádio pelo casal Marie e Pierre Curie. Aqui no Tumblr, resolvemos resgatar alguns produtos curiosos que surgiram depois da descrição do elemento radioativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À época da descoberta do rádio, início do século 20, ainda não eram conhecidos os riscos que a radiação pode trazer à saúde. Animada com o novo elemento químico - que além de ser cem mil vezes mais radioativo que o urânio, brilhava no escuro - a indústria logo o incorporou a suas receitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.orau.org/ptp/collection/quackcures/toothpaste.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi vendido de tudo. Pasta de dente, cremes para pele, chás e até supositórios com rádio. A substância era anunciada como cura para os mais diferentes males, de fatiga a flatulências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos produtos de sucesso foi o “Revigator”, uma espécie de filtro de cerâmica revestida com rádio que prometia dar vigor e saúde. Bastava encher o recipiente com água e beber no mínimo um copo a cada noite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.orau.org/ptp/collection/quackcures/revigatorstraight.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra opção era a barra de rádio, também usada na água, em infusão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.orau.org/ptp/Radium%20Ore%20Bar.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sucesso de vendas, por apenas um dólar, era possível comprar uma caixinha com 42 balas de rádio “Arium”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.orau.org/ptp/collection/quackcures/arium.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E depois de ingerir tanto rádio, por que não banhar-se na substância?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.orau.org/ptp/collection/quackcures/radiumbath2.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou comer um chocolate radioativo da melhor qualidade, vindo da Alemanha?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://static.environmentalgraffiti.com/sites/default/files/images/http-inlinethumb47.webshots.com-43118-2516637590103691965S425x425Q85.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O rádio só foi considerado perigoso em 1925, quando  jornais norte-americanos começaram a publicar histórias sobre a “doença do rádio”. O estopim foi um processo judicial movido por funcionárias de fábricas de relógios dos Estados Unidos. Tinta com rádio era usada para pintar os ponteiros dos relógios. Durante a fabricação, as funcionárias costumavam levar o pincel à boca. Muitas ficaram contaminadas e morreram de problemas decorrentes da radiação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira mais produtos com rádio na página do &lt;a href="http://www.museumofquackery.com/devices/radium.htm" target="_blank"&gt;Museum of Quackery.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/search?SearchableText=radioatividade" target="_blank"&gt;Leia mais sobre radioatividade na página &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line.&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/48220023611</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/48220023611</guid><pubDate>Wed, 17 Apr 2013 17:25:00 -0300</pubDate></item><item><title>Luzes da cidade
Imagine um mundo sem ninguém. Como seriam os...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/70395b693219c8c0ef1377efc0e8c396/tumblr_mkpb4yOyIp1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luzes da cidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagine um mundo sem ninguém. Como seriam os céus de nossas cidades sem as luzes e a poluição? O artista francês &lt;a href="http://www.danzigergallery.com/artists/thierry-cohen/3" target="_blank"&gt;Thierry Cohen&lt;/a&gt; fez esse exercício pós-apocalíptico e apresenta um resultado levemente perturbador, mas de rara beleza: um universo inteiro de luzes sobre as sombras de fantasmagóricas metrópoles. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://images.exhibit-e.com/www_danzigerprojects_com/San_Francisco_20.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;São Francisco, Estados Unidos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://images.exhibit-e.com/www_danzigerprojects_com/Paris_5_20.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Paris, França.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Nova Iorque, Estados Unidos." src="http://images.exhibit-e.com/www_danzigerprojects_com/New_York_20.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Nova Iorque, Estados Unidos. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para produzir as montagens, ele fotografou as cidades à noite, registrando hora, ângulo, latitude, longitude e altitude. Com todos esses dados e considerando o movimento de rotação do planeta, ele identificou locais com menos influência das luzes artificiais e da poluição (como desertos) que registrassem, em algum momento, a mesma visão do céu que seria experimentada na imagem original tirada na metrópole. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O resultado é um vislumbre do desconhecido céu sobre nossas cabeças, separado de nós pela barreira de gases e luzes imposta pela modernidade. A pergunta do artista é clara: o que, afinal, estamos fazendo com o nosso planeta? Realmente, seu trabalho é um poderoso incentivo para nos perguntarmos sobre os efeitos de um mundo cada vez mais urbano. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://images.exhibit-e.com/www_danzigerprojects_com/Shanghai_20.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Xangai, China.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://images.exhibit-e.com/www_danzigerprojects_com/Tokyo_22.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tóquio, Japão.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img alt="" src="http://images.exhibit-e.com/www_danzigerprojects_com/Sao_Paulo_2_20.jpg"/&gt;São Paulo, Brasil. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira todo o trabalho do francês no &lt;a href="http://www.danzigergallery.com/artists/thierry-cohen/3" target="_blank"&gt;Danzigergallery&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais notícias sobre astronomia, ciência e arte no site da Ciência Hoje On-line&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/47212040388</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/47212040388</guid><pubDate>Fri, 05 Apr 2013 16:56:13 -0300</pubDate></item><item><title>Universos interiores
Nascimento e morte, o ciclo infindável das...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/bdc609c579d1dc0b44da712c5a2dd837/tumblr_mjpnisoAqz1r0x13uo1_r2_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Universos interiores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nascimento e morte, o ciclo infindável das vidas humanas e do universo ao nosso redor. Estes são assuntos muitas e muitas vezes explorados pela arte, mas o trabalho da japonesa Mihoko Ogaki, intitulado &lt;em&gt;Milky Way - Breath&lt;/em&gt;, traz uma instigante apropriação dos temas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;As figuras negras feitas de plástico representam o homem em agonia, na hora da morte. No entanto, ‘recheadas’ com luzes &lt;em&gt;led &lt;/em&gt;e forradas de materiais que refletem a luz, as figuras também criam um universo pulsante de vida. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Mais do que grandes temas de vida e morte, a série parece buscar os sentimentos humanos mais profundos, com toques de desoladora melancolia e de intensa beleza e inventividade.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.thisiscolossal.com/wp-content/uploads/2013/03/light-5.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.moriyu-gallery.com/artists/images/32/4/image_2_l.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.moriyu-gallery.com/artists/images/32/4/image_4_l.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.moriyu-gallery.com/artists/images/32/2/image_1_l.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.thisiscolossal.com/wp-content/uploads/2013/03/light-3.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira mais informações &lt;a href="http://www.artandsciencejournal.com/post/27698207139/mihoko-ogaki-in-her-work-milky-way-breath" target="_blank"&gt;sobre o trabalho da artista&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.mihoko-ogaki.com/work_mw.html" target="_blank"&gt;outras séries produzidas por ela&lt;/a&gt;. Via &lt;a href="http://www.thisiscolossal.com/2013/03/light-after-death-mihoko-ogakis-milky-way-figures-project-stars-from-within/" target="_blank"&gt;Colossal&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre ciência e arte no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/46355636184</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/46355636184</guid><pubDate>Tue, 26 Mar 2013 16:38:36 -0300</pubDate></item><item><title>À memória de um milagre
Em março de 2011, um dos piores...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/8b6f4cc73e518c0d5b31ace1523cf542/tumblr_mjpryn5oay1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;À memória de um milagre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em março de 2011, &lt;a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/03/forte-terremoto-atinge-o-japao-e-provoca-alerta-de-tsunami.html" target="_blank"&gt;um dos piores terremotos do último século sacudiu o Japão&lt;/a&gt;. Pouco depois, um &lt;a href="http://www.infoescola.com/japao/tsunami-no-japao-2011/" target="_blank"&gt;enorme tsunami&lt;/a&gt; provocado pelo tremor varreu a costa nordeste do país, causando grande destruição e deixando quase 20 mil mortos e desaparecidos. No entanto, de uma das áreas atingidas, o balneário de Rikuzentakata, situado à 410km de Tóquio, surgiu um ‘milagre’ que acabou se transformando em símbolo de superação no país.   &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Próxima à cidade costeira, havia uma área com mais de 70 mil pinheiros. A onda gigante passou pela região com toda força, arrancando todas as árvores do solo. Todas, menos uma. O ‘pinheiro milagroso’, como passou a ser conhecido, tinha pouco mais de 110 anos e foi o único que sobreviveu à destruição inicial, se tornando imediatamento um baluarte de esperança na região devastada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.architizer.com/blog/wp-content/uploads/2013/03/213.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A árvore acabou não resistindo à contaminação prolongada do solo, que passou a apresentar altíssimos níveis de sal, e morreu 18 meses depois da tragédia. No entanto, s&lt;span&gt;ua importância como símbolo da reconstrução do país não diminuiu. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo contrário, o pinheiro de 27 metros foi dissecado e dividido em nove partes, para depois ser reimplantado no mesmo local, agora com uma espinha de carbono para sustentação - &lt;a href="http://www.designboom.com/art/miracle-pine-single-tree-that-survived-2011-tsunami-turned-into-monument/" target="_blank"&gt;um monumento imortalizado&lt;/a&gt; em memória das vítimas da destruição e um símbolo de esperança pela recuperação d&lt;span&gt;a região.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.japantoday.com/images/size/x/2013/03/pine.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A última etapa da instalação &lt;a href="http://www.houseofjapan.com/local/miracle-lone-pine-replica-at-tsunami-hit-coast" target="_blank"&gt;foi completada no dia seis de março&lt;/a&gt; e o monumento será inaugurado oficialmente em uma cerimônia marcada para o dia 22, data &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/mundo/noticia/2013/03/japao-relembra-terremoto-e-tsunami-que-devastaram-pais-ha-dois-anos-4070265.html" target="_blank"&gt;próxima ao aniversário de dois anos da tragédia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Confira mais &lt;/span&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/pinheiro-quotmilagrosoquot-vira-simbolo-de-esperanca-no-japao,167a05b1738ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html" target="_blank"&gt;sobre a árvore e sobre a tragédia no Japão&lt;/a&gt;&lt;span&gt; e confira mais informações &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ajw.asahi.com/article/behind_news/social_affairs/AJ201303070010" target="_blank"&gt;sobre o monumento&lt;/a&gt;&lt;span&gt;.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre ciência e tecnologia no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/45697891166</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/45697891166</guid><pubDate>Mon, 18 Mar 2013 18:09:03 -0300</pubDate></item><item><title>Alma ganha vida
Não se trata aqui de um texto sobre...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/231d00725a7853d16f985311ed1c71ab/tumblr_mjpkukboqB1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; As antenas do Alma funcionam noite e dia. (foto: ESO/ . Malin)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://24.media.tumblr.com/69e5b48122418d63fc9b6e00fac1257f/tumblr_mjpkukboqB1r0x13uo2_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; As 66 antenas que compõe o Alma podem ser reorganizadas em diferentes posições e usadas em conjunto ou separadamente. (foto: ESO/ Calçada)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://24.media.tumblr.com/1496d5fb395d1ed4889a3bde30f467e2/tumblr_mjpkukboqB1r0x13uo3_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Antenas ainda em construção no pátio do observatório. (foto: Sofia Moutinho/CH On-line)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://25.media.tumblr.com/dd4cfe9098224017de27166cbfcee18a/tumblr_mjpkukboqB1r0x13uo4_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Astrônomos usando o Alma encontraram moléculas de açúcar e água em galáxia distante. (foto: ESO/L. Calçada &amp; NASA/JPL-Caltech/WISE Team)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alma ganha vida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Não se trata aqui de um texto sobre espiritualidade, estamos falando do&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Grande Arranjo Milimétrico e Submilimétrico do Atacama (&lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.almaobservatory.org/" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;Alma&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, na sigla em inglês), um conjunto de antenas que unidas têm a capacidade de um radiotelescópio de 15 quilômetros de diâmetro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Há um ano, a &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;span&gt; visitou o Alma e os demais telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO), no deserto do Atacama, Chile. Na época, o empreendimento milionário to&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cado por Estados Unidos, Japão, Taiwan e os 14 países membros do ESO&lt;/span&gt;&lt;span&gt; começava a tomar forma. Nessa quarta&lt;/span&gt;&lt;span&gt;-feira (13/03) o observatório  foi oficialmente inaugurado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Quando visitamos o Alma, imponente a 5 mil metros de altitude no altiplano Chajnandor, havia apenas 16 antenas &lt;/span&gt;em funcionamento. Muitas&lt;span&gt; antenas ainda eram construídas no pátio, mas os primeiros estudos astronômicos já estavam começando a ser feitos por lá.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Hoje, quase todas as antenas estão na ativa captando a chamada radiação submilimétrica, que, diferentemente da luz visível percebida pelos telescópios óticos, pode ser detectada mesmo durante o dia.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Mal começou a funcionar, o observatório já emplacou alguns estudos em revistas científicas de renome, como a &lt;em&gt;Nature.&lt;/em&gt; Três estudos recentes feitos com dados do Alma descrevem a observação de &lt;/span&gt;&lt;span&gt;26 galáxias distantes e apontam para indícios de água e açúcar em uma galáxia a 12 bilhões de anos-luz da Terra. A descoberta reafirma a ideia de que os elementos básicos para a vida já estavam disponíveis na época em que o universo era jovem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/ich-no-eso/" target="_blank"&gt;Leia mais sobre o Alma e &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/ich-no-eso/" target="_blank"&gt;as pesquisas feitas no ESO&lt;/a&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/ich-no-eso/" target="_blank"&gt; na CH On-line&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/45431457849</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/45431457849</guid><pubDate>Fri, 15 Mar 2013 15:26:54 -0300</pubDate></item><item><title>Uma olhar sobre nós
Mais uma ‘primeira luz’ aqui no...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/796e842927264d1bcbd679ff1f767ef9/tumblr_mjd4wzt4h21r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma olhar sobre nós&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais uma ‘primeira luz’ aqui no nosso Tumblr. Mas, diferente da &lt;a href="http://tmblr.co/ZlIT9xTaSJpv" target="_blank"&gt;DECam&lt;/a&gt;, a câmera que teve suas primeiras imagens divulgadas não vai explorar os mistérios do universo, mas sim o nosso próprio planeta. Recentemente instalada na Estação Espacial Internacional (ISS), a nova ferramenta de observação da Terra atende ao projeto &lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/servir/index.html" target="_blank"&gt;International Space Station SERVIR Environmental Research and Visualization System&lt;/a&gt; - ou simplesmente Iserv. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Se você se pergunta qual a utilidade prática de tantas câmeras apontadas por aí pelas agências especiais, dessa vez a resposta é óbvia: o objetivo do novo instrumento é dar aos cientistas em solo mais informações sobre questões ambientais ao redor do globo, em especial nos países em desenvolvimento. Ela poderá fazer diferença, por exemplo, no caso de desastres naturais, fornecendo dados para auxiliar os esforços de resgate. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para utilizar a câmera, os cientistas precisarão calcular a ‘janela de oportunidade’ representada pela passagem da ISS próxima a área a ser estudada. A câmera será capaz de disparar de três a sete fotos por segundo, num total de cerca de 100 registros a cada passagem da estação. Sua in&lt;/span&gt;&lt;span&gt;crível resolução permitirá a observação de pequenos detalhes e objetos, mas a ferramenta só estará disponível dentro de alguns meses, quando terminará de ser calibrada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A primeira imagem divulgada do novo sistema retrata o encontro do rio San Pablo com o golfo de Montijo, no Panamá. A fotografia mostra a transição de áreas de utilização agropecuária para sistemas florestais, pântanos e estuários, classificados como ‘de importância internacional’.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Confira &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/gsfc/8540216464/in/photostream/" target="_blank"&gt;mais informações sobre a câmera e sobre seu primeiro registro&lt;/a&gt;.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre astronomia e meio ambiente na &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/45277588172</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/45277588172</guid><pubDate>Wed, 13 Mar 2013 14:52:32 -0300</pubDate></item><item><title>Belas e feras (debaixo d'água)</title><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/13813b2ce15935c3a2cc5b405130c3dd/tumblr_inline_mj5p807RHm1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O que acontece quando um fotógrafo de vida selvagem e outro de alta moda se encontram? O resultado, no caso de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bluespheremedia.com/about-us/" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;Shawn Heinrichs&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt; e &lt;a href="http://kristianschmidt.wix.com/whalesharks" target="_blank"&gt;Kristian Schmidt&lt;/a&gt;, são as incríveis fotos deste &lt;/span&gt;&lt;em&gt;post, &lt;/em&gt;&lt;span&gt;que colocam na mesma cena &lt;/span&gt;&lt;em&gt;top models&lt;/em&gt;&lt;span&gt; e tubarões-baleia (&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Rhincodon typus&lt;/em&gt;&lt;span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, maior espécie de peixe conhecida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/0bf1218d58a707ce6ef1c81676f46d67/tumblr_inline_mj5piji4Yp1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Os dois fotógrafos se conheceram em um passeio de barco promovido pela ONG &lt;a href="http://www.wildaid.org/" target="_blank"&gt;WildAid &lt;/a&gt;para conhecer os tubarões-baleia das Filipinas. Depois da visita, eles tiveram a genial ideia da sessão de fotos para chamar atenção para a causa dos animais, que hoje são ameaçados pelo poderoso comércio de barbatanas alimentado por compradores da China.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/3f4c40c333f38215b25c39b97e440445/tumblr_inline_mj5ph21lds1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/ae9fd1b40506e3a988dec168a0f463ad/tumblr_inline_mj5pj5vpOc1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O ensaio, feito em novembro do ano passado, não é montagem de Photoshop. A reunião subaquática das temidas criaturas e as belas modelos foi real e planejada. As modelos das fotos, as italianas &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Roberta Mancino e Hannah Fraser, estão mais que acostumadas com a água: uma é campeã mundial de mergulho e outra mergulhadora profissional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/859c256feedd22968c9c7312b3e8f5c5/tumblr_inline_mj5phhQMZ71qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Já os tubarões usados na sessão estão acostumados com humanos e comem camarões diretamente das mãos dos pescadores locais, que atualmente vivem do turismo ecológico. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/35675090" target="_blank"&gt;Neste vídeo&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, um dos fotógrafos, Heinrichs, narra como a comunidade filipina fez a transição da pesca ilegal para uma convivência pacífica com os tubarões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/categorias?listasubject=Meio%20ambiente" target="_blank"&gt;Leia mais sobre iniciativas de preservação ecológica e meio ambiente na CH On-line&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/44721318310</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/44721318310</guid><pubDate>Wed, 06 Mar 2013 15:25:31 -0400</pubDate></item><item><title>Um mundo de impactos
O mundo inteiro ficou um pouco assustado...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/5f66f40308c9f9ecbf36803fa6136709/tumblr_miw6uuZFQe1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um mundo de impactos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mundo inteiro ficou um pouco assustado com a queda de um asteroide há cerca de 10 dias na Rússia. O evento, que reforçou a importância de se estimular mais a pesquisa espacial, foi o maior registro do tipo desde 1908, quando outro incidente aconteceu - também - na Rússia. Seria coincidência? Uma resposta gráfica para essa questão foi dada pelo The Guardian e por Javier de la Torre, co-fundador da &lt;a href="http://vizzuality.com/" target="_blank"&gt;Vizzuality&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://cartodb.com/" target="_blank"&gt;CartoDB&lt;/a&gt;, duas empresas especializadas em desenvolver soluções gráficas para a visualização de dados e estatísticas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Eles elaboraram o mapa acima, um compêndio mundial de todos os pontos onde os cientistas já descobriram evidências do impacto de asteroides. No total, são mais de 34 mil impactos registrados desde 2300 a.c. - e isso porque foram computados apenas os locais de impactos efetivamente registrados por evidências, sem informações sobre os muitos que caem sobre o mar ou em áreas isoladas ou desabitadas, que nunca foram encontrados por cientistas. O tamanho de cada círculo no mapa representa a massa do meteorito em questão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Uma boa olhadinha mostra que os impactos são comuns em todos os cantos do mundo - mas se morássemos nos Estados Unidos talvez dormíssemos um pouco mais preocupados essa noite, não? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Confira no site do &lt;em&gt;The Guardian&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/news/datablog/interactive/2013/feb/15/meteorite-fall-map" target="_blank"&gt;uma versão interativa do mapa&lt;/a&gt; que permite a exploração de todos os registros. Mais informações também no &lt;a href="http://www.dvice.com/2013-2-19/heat-map-reveals-every-spot-earth-meteorites-have-hit" target="_blank"&gt;Dvice&lt;/a&gt;.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://news.discovery.com/space/asteroids-meteors-meteorites/nasa-probe-spies-incoming-comet-130206.htm" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre astronomia e exploração espacial no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/44302531856</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/44302531856</guid><pubDate>Fri, 01 Mar 2013 13:39:00 -0400</pubDate></item><item><title>Plástico e imaginação
Como já dizia Toquinho, com cinco ou seis...</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.kickstarter.com/projects/1351910088/3doodler-the-worlds-first-3d-printing-pen/widget/video.html" frameborder="0"&gt; &lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Plástico e imaginação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como já dizia Toquinho, com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo. Mas e se, em vez de traçá-las numa folha qualquer, fosse possível fazer com elas um castelo em três dimensões fora do papel?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é a proposta do &lt;a href="http://www.kickstarter.com/projects/1351910088/3doodler-the-worlds-first-3d-printing-pen" target="_blank"&gt;3Doodler&lt;/a&gt;, a primeira caneta do mundo que escreve no ar! O projeto é o mais novo grande caso de sucesso das plataformas de &lt;em&gt;crowdfunding&lt;/em&gt; na internet - onde desenvolvedores apresentam seus protótipos e qualquer usuário pode se tornar um investidor da ideia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Há menos de duas semanas, os criadores da 3Doodler lançaram sua página da plataforma Kickstarter, na esperança de obter 30 mil dólares para apoiar o lançamento do produto. De lá para cá, já arrecadaram mais de 50 vezes esse valor, quase dois milhões. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="" src="https://s3.amazonaws.com/ksr/assets/000/393/607/6bd9c4b21565ef618416ddaac1125dbe_large.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O funcionamento do protótipo, que utiliza plástico ABS como ‘tinta’, é bem simples: ele &lt;/span&gt;&lt;span&gt;aquece o plástico, que se torna maleável e volta a ficar rígido ao esfriar, logo após o desenho. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;O material é o mesmo utilizado em diversas impressoras 3D, mas a invenção não necessita de computadores ou&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;softwares.&lt;/em&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;A ideia dos fabricantes é criar um equipamento acessível, com um preço final de 75 dólares - e eles ainda prometem disponibilizar moldes de estruturas como a Torre Eiffel para dar uma ajudinha aos menos ‘talentosos’. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você alguma vez na vida já ficou imaginando como seria bom tirar um desenho do papel e decidir se tornar um investidor dessa novidade, &lt;a href="http://www.kickstarter.com/projects/1351910088/3doodler-the-worlds-first-3d-printing-pen" target="_blank"&gt;confira a página deles no Kickstarter&lt;/a&gt;. Confira, também, &lt;a href="http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/e-uma-caneta-escreve-em-3d-e-ja-e-um-fenomeno-do-crowdfunding-1585397" target="_blank"&gt;mais informações sobre o protótipo e sobre seus desenvolvedores&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/categorias?listasubject=Tecnologia" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre tecnologia na página da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/44075952479</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/44075952479</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2013 15:13:17 -0400</pubDate></item><item><title>Mercúrio em detalhes</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/78c4d0384951e629b2c13f8c7f58abca/tumblr_inline_mids3lEwSr1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;“Mercúrio &lt;/span&gt;&lt;span&gt;é&lt;/span&gt;&lt;span&gt; em dos planetas menos compreendidos do nosso sistema solar”, disse o astrofísico da Nasa David Blewett&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;durante o encontro anual da&lt;/span&gt;&lt;span class="link-external"&gt;&lt;span&gt; Sociedade Americana para o Progresso da Ciência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(AAAS, na sigla em inglês), em Boston. Na ocasião, o cientista apresentou pela primeira vez para o público a imagem acima: o mais completo mapa global de Mercúrio já feito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;A imagem foi construída com milhares de fotos tiradas pela sonda Messenger durante um ano. As cores vivas do globo não representam o que veríamos se pudéssemos nos aproximar do planeta. Os tons foram exagerados para indicar aos pesquisadores a composição química da superfície do planeta. As regiões alaranjadas mostram vulcões e as azuis mais escuras um mineral misterioso que os cientistas ainda não conhecem. Os pontinhos azuis claro são crateras formadas por impactos de meteoros quando a superfície do planeta ainda estava se constituindo, segundo os astrônomos da Nasa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/6e28db3f1eb066f2cd0f9f9e151b0593/tumblr_inline_mids48K6dK1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Antes da visita da sonda Messenger, Mercúrio só havia recebido a sonda Mariner 10, que fez três voos até o planeta nos anos 1970 cobrindo menos da metade de sua superfície, descobrindo que ele tem um campo magnético. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;A Messenger também criou a imagem abaixo, um mapa de toda a superfície de Mercúrio. A resolução da imagem original &lt;/span&gt;&lt;span&gt;é&lt;/span&gt;&lt;span&gt; assustadora: cada pixel mostra 200&amp;#160;m. Mesmo para o menor planeta do sistema solar, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;é&lt;/span&gt;&lt;span&gt; um feito e tanto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/06814f1d43a6e7ed12c56ce9b242cee1/tumblr_inline_mids4qIMnD1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;A sonda Messenger deve operar até 2015, quando o seu combustível provavelmente chegará&lt;/span&gt; ao fim. Em dezembro do ano passado, outros dados obtidos pela sonda &lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/12/sombra-e-agua-gelada/?searchterm=merc%C3%BArio" target="_blank"&gt;apontaram a possível existência de água no planeta mais próximo do nosso Sol&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/categorias?listasubject=Astronomia" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;Leia mais sobre exploração espacial e astronomia na CH On-line&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/43503384210</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/43503384210</guid><pubDate>Tue, 19 Feb 2013 15:59:00 -0400</pubDate></item><item><title>Muito pequeno - e premiado!
Quando olhamos com atenção, seja...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/WYZYuJE_PFg?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Muito pequeno - e premiado!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando olhamos com atenção, &lt;span&gt;seja para fenômenos misteriosos ou para detalhes banais do dia a dia, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;a capacidade que a natureza parece ter de nos surpreender é realmente inesgotável. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Em sua nona edição, o concurso &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.olympusbioscapes.com/gallery/2012/" target="_blank"&gt;Olympus BioScapes Digital Imaging&lt;/a&gt;, &lt;/em&gt;&lt;span&gt;que premia as melhores imagens e vídeos de micrografias realizados no ano, &lt;/span&gt;&lt;span&gt; com certeza é um bom exemplo do encantamento que ela é capaz de provocar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;E&lt;/span&gt;&lt;span&gt;m 2012, foram mais de dois mil concorrentes selecionados por sua importância científica, beleza e pelo conhecimento técnico necessário para a obtenção do registro. Pela primeira vez o prêmio principal foi para um vídeo, produzido por Ralph Grimm, de Jimboomba, Australia, que mostra o balé rotíferos, microscópicos seres vivos ciliados frequentes na água doce. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Confira outras imagens premiadas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" height="467" src="http://www.olympusbioscapes.com/gallery/2012/images/2012-2-large.jpg" width="700"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Arlene Wechezak, de Anacortes, nos Estados Unidos, segunda colocada, apresenta detalhes de algas vermelhas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" height="500" src="http://www.olympusbioscapes.com/gallery/2012/images/2012-3-large.jpg" width="700"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O colorido registro feito por Igor Siwanovicz, terceiro colocado, mostra um esporângio (órgão que produz esporos) de uma samambaia.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" height="467" src="http://www.olympusbioscapes.com/gallery/2012/images/2012-10-large.jpg" width="700"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A textura e os detalhes da asa de uma borboleta, observados por Charles Krebs, de Washington, EUA.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" height="467" src="http://www.olympusbioscapes.com/gallery/2012/images/2012-4-large.jpg" width="700"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A impressionante imagem de Christian Sardet e Sharif Mirshak, de Quebec, Canadá, mostram detalhes da garra de um crustáceo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" height="500" src="http://www.olympusbioscapes.com/gallery/2012/images/2012-5-large.jpg" width="521"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Uma alga alga verde unicelular encontrada em um lago, capturada na imagem de Rogelio Moreno Gill, da Cidade do Panamá.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições para a edição comemorativa de dez anos do concurso já estão abertas. Os interessados podem inscrever até cinco imagens, sequências de imagens ou vídeos até 30 de setembro de 2013. Confira mais informações e veja todos os dez premiados e mais 62 fotos e vídeos que receberam menções honrosas &lt;a href="http://www.olympusbioscapes.com/index.html" target="_blank"&gt;no site do prêmio&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No nosso Tumblr, você ainda pode conferir mais imagens de &lt;a href="http://cienciahoje.tumblr.com/post/35065607672/pequenas-belezas-o-fim-do-ano-esta-chegando-e" target="_blank"&gt;um concurso semelhante promovido pela Nikon&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre ciência e arte no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/42025738169</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/42025738169</guid><pubDate>Fri, 01 Feb 2013 11:52:00 -0400</pubDate><category>Biologia</category><category>Artes</category><category>fotografia</category><category>concurso</category><category>vídeo</category></item><item><title>Potpourri espacial
Considere qualquer representação ou desenho...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/73a547da906080eb34fb6d9f5e963fa2/tumblr_mh58a3GjXq1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;Potpourri&lt;/em&gt; espacial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considere qualquer representação ou desenho do Sol produzido por uma criança, por um adulto ou por você mesmo: em 99,999% dos casos, nosso Astro Rei será retratado como uma bola amarela e brilhante no céu - no máximo com tons de laranja ou vermelho, numa aurora ou crepúsculo pictórico, certo? Mas nossa estrela é bem mais interessante, diversa e bela do que isso, &lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/sunearth/news/light-wavelengths.html" target="_blank"&gt;como mostra essa colagem produzida pela Nasa&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para produzi-la, foram combinados registros da multiplicidade de radiações emitidas pelo Sol nos mais variados comprimentos de onda. A maioria delas é simplesmente invisível a olho nu e só pode ser captada pelos equipamentos especiais instalados em telescópios na Terra e no espaço e que conseguem enxergar muito além da capacidade da visão humana. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Cada fragmento que compõe a montagem da Nasa traz informações preciosas sobre a composição da estrela (como a temperatura de sua superfície ou detalhes da dinâmica das erupções solares) e ajuda os cientistas a compreender &lt;/span&gt;&lt;span&gt;melhor as propriedades magnéticas do Sol e a &lt;/span&gt;&lt;span&gt;estudar como o material solar se move na &lt;a href="http://ciencia.hsw.uol.com.br/sol3.htm" target="_blank"&gt;atmosfera do astro&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" height="514" src="http://www.nasa.gov/images/content/717606main_Sun-Wavelength-670.jpg" width="670"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Todo esse &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;voyeurismo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt; é fundamental para compreender e monitorar o comportamento do astro - que, como qualquer ‘estrela’ que se preze, é de uma inconstância ímpar.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Depois de dar uma boa conferida nesse &lt;em&gt;potpourri&lt;/em&gt; espacial, vai ser difícil não ficar pelo menos em dúvida se o céu de Ícaro tem realmente mais poesia que o de Galileu…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/sunearth/news/light-wavelengths.html" target="_blank"&gt;Leia mais sobre a montagem&lt;/a&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;e confira mais detalhes sobre &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/sunearth/science/sdo-wavelengths.html" target="_blank"&gt;cada registro que a compõe&lt;/a&gt;&lt;span&gt; no site da Nasa&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; Há pouco tempo, apresentamos &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;aqui no Tumblr &lt;/span&gt; algumas imagens da Lua&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://tmblr.co/ZlIT9xYnu0MU" target="_blank"&gt;que também chamaram atenção por sua inusitada beleza&lt;/a&gt;&lt;span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre astronomia, ciência e arte no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/41448622666</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/41448622666</guid><pubDate>Fri, 25 Jan 2013 13:24:00 -0400</pubDate><category>astronomia</category><category>NASA</category></item><item><title>Um rio que passou </title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="image" height="272" src="http://www.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2013/01/reull_vallis/12483107-1-eng-GB/Reull_Vallis_large.jpg" width="625"/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Um rio em Marte? Deve ser uma daquelas ilusões de ótica que faz as pessoas verem rostos e silhuetas na superfície do planeta, certo? Não, nada disso! A região mostrada na foto da sonda Mars Express, da &lt;a href="http://www.esa.int/Our_Activities/Space_Science/Reull_Vallis_a_river_ran_through_it" target="_blank"&gt;Agência Espacial Europeia (ESA)&lt;/a&gt;, se chama Reaul Vallis e os cientistas acreditam que essa estrutura sinuosa possa ser remanescente de águas que um dia correram por lá.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O &amp;#8216;rio&amp;#8217; seco tem quase o tamanho do Solimões, na Amazônia: se estende por 1500 quilômetros. Na foto abaixo, é possível ver até resquícios de &amp;#8216;afluentes&amp;#8217;. Nesse trecho, a depressão tem sete quilômetros de largura e 300 metros de profundidade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;img alt="image" height="352" src="http://www.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2013/01/perspective_view_of_reull_vallis2/12483137-5-eng-GB/Perspective_view_of_Reull_Vallis_large.jpg" width="625"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A hipótese defendida pelos pesquisadores da ESA é de que a formação geográfica foi o que restou do rio depois que a água que estava por lá evaporou, há cerca de 2 bilhões de anos. Eles também acreditam que a estrutura redonda que aparece no pé dessas &amp;#8216;montanhas&amp;#8217;, na imagem abaixo, tenha se formado durante uma era de glaciação e que já foi uma espécie de lago gerado pelo derretimento do gelo no topo das formações.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;img alt="image" height="352" src="http://www.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2013/01/perspective_view_of_reull_vallis/12483495-5-eng-GB/Perspective_view_of_Reull_Vallis_large.jpg" width="625"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/agua-inequivoca-em-marte/?searchterm=%C3%A1gua%20marte" target="_blank"&gt;primeira evidência direta de água em Marte foi anunciada em 2008&lt;/a&gt; na&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;CH On-line&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;De lá para cá várias outras pesquisas exploraram o tema da água no planeta vermelho. &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Confira mais novidades sobre&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/search?SearchableText=+marte" target="_blank"&gt;a exploração de Marte&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;e&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/search?Subject=Astronomia" target="_blank"&gt;sobre astronomia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;na página da &lt;em&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/40859984767</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/40859984767</guid><pubDate>Fri, 18 Jan 2013 15:55:00 -0400</pubDate><category>astronomia</category></item><item><title>Aridez e beleza
A impressionante imagem acima poderia ser de um...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/5ba2a503bd5547c967284a8921240ddf/tumblr_mgoiepBFvr1r0x13uo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aridez e beleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A impressionante imagem acima poderia ser de um quadro &lt;span&gt;abstrato elaborado com cores marcantes e pinceladas enérgicas. Se assim fosse, os créditos seriam todos da mãe natureza: afinal, a ‘pintura’ é, na verdade, um &lt;/span&gt;&lt;span&gt;registro feito pelo&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://envisat.esa.int/handbooks/meris/CNTR3.htm" target="_blank"&gt;satélite MERIS&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, da Agência Espacial Europeia (ESA), da região do &lt;/span&gt;&lt;a href="https://maps.google.com.br/maps?q=chade+pa%C3%ADs&amp;ie=UTF-8&amp;hq=&amp;hnear=0x10e73978bd677361:0x3b60835bcec0809c,Chad&amp;gl=br&amp;ei=Toz1ULHdDYKg9QSzoICQBA&amp;ved=0CLYBELYD" target="_blank"&gt;Chade&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, um paupérrimo país encrustado no centro-norte da África. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O a&lt;/span&gt;&lt;span&gt;zul e o preto marcam as &lt;/span&gt;&lt;span&gt;montanhas Tibesti,&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;que separam o Chade da Líbia (ao norte). &lt;/span&gt;&lt;span&gt;A aridez que salta aos olhos na paisagem não é apenas uma impressão causada pela distância - as Tibetsi são c&lt;/span&gt;&lt;span&gt;onhecidas como ‘Montanhas da fome’ e sua escassa cobertura vegetal mal alimenta os poucos guepardos, gazelas e ovelhas que vivem por lá, além de uma pequena população seminômade de &lt;/span&gt;&lt;span&gt;mineiros de sal e fazendeiros. E&lt;/span&gt;&lt;span&gt;m branco e em vívido laranja, depósitos de sais de carbonato e o escaldante deserto do Saara completam o árido cenário. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Árida e dura também é a vida por lá - mesmo que a essa&lt;/span&gt;&lt;span&gt; distância não consegamos enxergar fronteiras ou vestígios de fome, guerra e doenças. O Chade tem &lt;/span&gt;&lt;span&gt;a menor expectativa de vida (48 anos) e uma das maiores taxa de mortalidade infantil do mundo. Malária, febre tifoide e Aids são enormes problemas - 3% da população vive com o HIV. O cenário político também é conturbado: lar de mais de 200 etnias, o país passa por seguidos golpes de Estado e guerras civis (a última encerrada em 2010), além de &lt;/span&gt;&lt;span&gt;violentos conflitos ocasionais com os vizinhos Sudão e Líbia. Para completar, ainda tem &lt;/span&gt;&lt;span&gt;recebido refugiados do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/conflito-de-darfur-prossegue-longe-da-atencao-mundial,f7d994c8b47da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html" target="_blank"&gt;conflito na região de Darfur&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, no Sudão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" height="332" src="http://www.howwemadeitinafrica.com/wp-content/uploads/2012/08/lc620.jpg" width="620"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveitando essa visita ao Chade, vale ainda conferir a situação do lago Chade, que dá nome ao país e já foi um dos maiores reservatórios de água doce da África, mas &lt;a href="http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=lago-chade-encolhe-e-peixes-somem-0402993068D4890307" target="_blank"&gt;vem encolhendo dramaticamente&lt;/a&gt; pelo uso intensivo de suas águas para irrigação desde os anos 1970, excesso de pesca e diminuição das chuvas. A&lt;span&gt;lém do próprio Chade, o lago abastece e tem papel importante na economia de pelo menos mais três países: Camarões, Níger e Nigéria. O lago &lt;/span&gt;é só um exemplo do risco de ‘falência’ de reservatórios de todo o mundo, &lt;a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/09/estudo-alerta-para-risco-de-falencia-de-agua-em-varias-regioes-do-planeta.html" target="_blank"&gt;apontado por um estudo da ONU em 2012&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Se por um lado a situação complicada do Chade reverbera a aridez captada pelo satélite europeu, a imagem também registra a enorme beleza que supera os rigores da região - seria uma esperança de um futuro mais próspero para o país e para tantas outras nações africanas? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.infoescola.com/africa/chade/" target="_blank"&gt;Conheça um pouco mais sobre o Chade&lt;/a&gt;, sobre &lt;a href="http://www.newscientist.com/blogs/shortsharpscience/2013/01/chads-mountains-of-hunger-as-r.html" target="_blank"&gt;a imagem da ESA&lt;/a&gt; e sobre &lt;a href="http://www.howwemadeitinafrica.com/africa%E2%80%99s-vanishing-lake-chad/19037/" target="_blank"&gt;os problemas do lago africano&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Leia mais novidades sobre ciência e tecnologia no site da &lt;em&gt;Ciência Hoje On-line&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><link>http://cienciahoje.tumblr.com/post/40780802322</link><guid>http://cienciahoje.tumblr.com/post/40780802322</guid><pubDate>Thu, 17 Jan 2013 16:18:44 -0400</pubDate><category>geografia</category><category>astronomia</category><category>meio ambiente</category></item></channel></rss>
