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Muito pequeno - e premiado!

Quando olhamos com atenção, seja para fenômenos misteriosos ou para detalhes banais do dia a dia, a capacidade que a natureza parece ter de nos surpreender é realmente inesgotável. Em sua nona edição, o concurso Olympus BioScapes Digital Imaging, que premia as melhores imagens e vídeos de micrografias realizados no ano,  com certeza é um bom exemplo do encantamento que ela é capaz de provocar.

Em 2012, foram mais de dois mil concorrentes selecionados por sua importância científica, beleza e pelo conhecimento técnico necessário para a obtenção do registro. Pela primeira vez o prêmio principal foi para um vídeo, produzido por Ralph Grimm, de Jimboomba, Australia, que mostra o balé rotíferos, microscópicos seres vivos ciliados frequentes na água doce. 

Confira outras imagens premiadas:

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Arlene Wechezak, de Anacortes, nos Estados Unidos, segunda colocada, apresenta detalhes de algas vermelhas.

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O colorido registro feito por Igor Siwanovicz, terceiro colocado, mostra um esporângio (órgão que produz esporos) de uma samambaia.

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A textura e os detalhes da asa de uma borboleta, observados por Charles Krebs, de Washington, EUA.

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A impressionante imagem de Christian Sardet e Sharif Mirshak, de Quebec, Canadá, mostram detalhes da garra de um crustáceo.

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Uma alga alga verde unicelular encontrada em um lago, capturada na imagem de Rogelio Moreno Gill, da Cidade do Panamá.

As inscrições para a edição comemorativa de dez anos do concurso já estão abertas. Os interessados podem inscrever até cinco imagens, sequências de imagens ou vídeos até 30 de setembro de 2013. Confira mais informações e veja todos os dez premiados e mais 62 fotos e vídeos que receberam menções honrosas no site do prêmio.

No nosso Tumblr, você ainda pode conferir mais imagens de um concurso semelhante promovido pela Nikon.

Leia mais novidades sobre ciência e arte no site da Ciência Hoje On-line. 

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Demasiado humanos
Se você é daqueles que acham que só os seres humanos têm sentimentos, dê uma boa olhada nessas fotos. As incríveis imagens, que compõem o novo trabalho do fotógrafo Tim Flach, capturam íntimos e expressivos momentos de diversos animais selvagens dos mais variados tamanhos e formas.
Intitulada More than human, a obra foi totalmente produzida em estúdio - nas instalações do próprio fotógrafo, em Londres, e em diversos locais espalhados pelo mundo. Pode até ser difícil imaginar como Flach conseguiu registros tão expressivos de animais tão variados, mas impossível mesmo é observar as fotografias sem ter uma sensação estranhamente familiar em relação aos gestos, olhares e poses que registram. Afinal, o que faz de nós tão semelhantes e tão diferentes deles? 






Confira muitas outras imagens desse e de outros trabalhos do fotógrafo. Flach já havia ficado famoso por seus trabalhos anteriores: Dogs Gods e Equus. As obras trazem registros igualmente incríveis e sensíveis de cachorros e cavalos, respectivamente. Além de um livro, More than human também dará origem a uma exposição, em cartaz na Osborne Samuel Gallery, em Londres, a partir de 6 de dezembro.   
Um último registro: o belo trabalho lembra um pouco o projeto Biodiversidade, do também fotógrafo Joel Sartore, que já foi apresentado aqui no Tumblr. No sobreCultura dessa semana, um assunto correlato: a professora e escritora Maria Esther Maciel fala sobre a evolução das relações entre os humanos e os animais.  
Via Daily Mail e Notcot.
Leia mais novidades sobre biodiversidade no site da Ciência Hoje On-line.
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Demasiado humanos

Se você é daqueles que acham que só os seres humanos têm sentimentos, dê uma boa olhada nessas fotos. As incríveis imagens, que compõem o novo trabalho do fotógrafo Tim Flach, capturam íntimos e expressivos momentos de diversos animais selvagens dos mais variados tamanhos e formas.

Intitulada More than human, a obra foi totalmente produzida em estúdio - nas instalações do próprio fotógrafo, em Londres, e em diversos locais espalhados pelo mundo. Pode até ser difícil imaginar como Flach conseguiu registros tão expressivos de animais tão variados, mas impossível mesmo é observar as fotografias sem ter uma sensação estranhamente familiar em relação aos gestos, olhares e poses que registram. Afinal, o que faz de nós tão semelhantes e tão diferentes deles? 

Confira muitas outras imagens desse e de outros trabalhos do fotógrafo. Flach já havia ficado famoso por seus trabalhos anteriores: Dogs Gods e Equus. As obras trazem registros igualmente incríveis e sensíveis de cachorros e cavalos, respectivamente. Além de um livro, More than human também dará origem a uma exposição, em cartaz na Osborne Samuel Gallery, em Londres, a partir de 6 de dezembro.   

Um último registro: o belo trabalho lembra um pouco o projeto Biodiversidade, do também fotógrafo Joel Sartore, que já foi apresentado aqui no Tumblr. No sobreCultura dessa semana, um assunto correlato: a professora e escritora Maria Esther Maciel fala sobre a evolução das relações entre os humanos e os animais.  

Via Daily Mail e Notcot.

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Beleza cristalizada
A imagem que abre o post pode até parecer um quadro do pintor holandês Vincent Van Gogh, mas é, na verdade, uma micrografia de um cristal - mais especificamente cristais de metassilicato de lítio nucleados na superfície. Ela é um bom exemplo da interseção entre ciência e arte promovida pela cristalogarfia, uma ciência experimental nascida no início do século 20 que se dedica ao estudo das estruturas dos materiais. 
A imagem é uma das muitas obtidas pelo Laboratório de Materiais Vítreos da Universidade Federal de São Carlos, um dos principais centros de estudo de vitrocerâmicas do mundo. Para comemorar os 35 anos de existência do laboratório, algumas dessas verdadeiras peças de arte foram reunidas no livro Cristais em vidro: ciência e arte, publicado pela Edufscar.
O Tumblr da CH On-line traz aqui alguns desses registros de rara beleza. Confira: 

Cristais em superfícies de bolha em esfera de vidro de diopsídio

Efeito quintal – cristais em um vidro eutético

Autotrincamento de cristais em um vidro isoquímico / Cristalização em forma de orquídea em vidro eutético 

Cristalização superficial de vidro de diborato de lítio / Camada superficial e cristalização interna em vidro PTR 
Fica nossa torcida: como o ano de 2014 foi escolhido como Ano Internacional da Cristalografia, quem sabe não veremos mais e mais iniciativas que resgatem essas imagens na fronteira da ciência e da arte até lá?
Confira mais detalhes sobre a publicação e sobre o estudo da cristalografia e das  vidrocerâmicas.    
Leia mais novidades sobre química no site da Ciência Hoje Online.
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Beleza cristalizada

A imagem que abre o post pode até parecer um quadro do pintor holandês Vincent Van Gogh, mas é, na verdade, uma micrografia de um cristal - mais especificamente cristais de metassilicato de lítio nucleados na superfície. Ela é um bom exemplo da interseção entre ciência e arte promovida pela cristalogarfia, uma ciência experimental nascida no início do século 20 que se dedica ao estudo das estruturas dos materiais. 

A imagem é uma das muitas obtidas pelo Laboratório de Materiais Vítreos da Universidade Federal de São Carlos, um dos principais centros de estudo de vitrocerâmicas do mundo. Para comemorar os 35 anos de existência do laboratório, algumas dessas verdadeiras peças de arte foram reunidas no livro Cristais em vidro: ciência e arte, publicado pela Edufscar.

O Tumblr da CH On-line traz aqui alguns desses registros de rara beleza. Confira: 

Cristais em superfícies de bolha em esfera de vidro de diopsídio

Efeito quintal – cristais em um vidro eutético

Autotrincamento de cristais em um vidro isoquímico / Cristalização em forma de orquídea em vidro eutético 

Cristalização superficial de vidro de diborato de lítio / Camada superficial e cristalização interna em vidro PTR 

Fica nossa torcida: como o ano de 2014 foi escolhido como Ano Internacional da Cristalografia, quem sabe não veremos mais e mais iniciativas que resgatem essas imagens na fronteira da ciência e da arte até lá?

Confira mais detalhes sobre a publicação e sobre o estudo da cristalografia e das  vidrocerâmicas.    

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Vírus de computador, literalmente
Ao longo de sua vida, o homem precisa lidar, vez ou outra, com diferentes tipos de vírus - desde aqueles simples, responsáveis pela gripe ou a catapora, por exemplo, até os mais complexos, que causam dengue, hepatites e Aids. Desde algumas décadas atrás, nossos encontros com vírus digitais (aqueles que atacam os computadores) também se tornaram frequentes. Mas provavelmente ninguém teve de lidar com uma mistura tão literal de ‘vírus’ e de ‘computador’ como os desenvolvidos pelo artista norte-americano Forrest McCluer. 
Ele criou esculturas feitas de peças de computadores descartadas, que reproduzem a estrutura de vírus reais ou combinam características de vírus diferentes, responsáveis por diversas doenças. McCluer utilizou fios, discos rígidos, capacitores, indutores, CDs, disquetes e outras peças para reproduzir fitas de DNA, membranas e demais detalhes das estruturas virais.
As obras são curiosas principalmente por trazer para uma escala macroscópica detalhes estruturais microscópicos de agentes que estão em contanto constante conosco no dia a dia. Vale conferir mais algumas imagens e o detalhes da elaboração das esculturas.    
AdenoCD Virus
Floppy
T9 Track Virus
A imagem que abre o post é do Wilco Virus. 
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Vírus de computador, literalmente

Ao longo de sua vida, o homem precisa lidar, vez ou outra, com diferentes tipos de vírus - desde aqueles simples, responsáveis pela gripe ou a catapora, por exemplo, até os mais complexos, que causam dengue, hepatites e Aids. Desde algumas décadas atrás, nossos encontros com vírus digitais (aqueles que atacam os computadores) também se tornaram frequentes. Mas provavelmente ninguém teve de lidar com uma mistura tão literal de ‘vírus’ e de ‘computador’ como os desenvolvidos pelo artista norte-americano Forrest McCluer. 

Ele criou esculturas feitas de peças de computadores descartadas, que reproduzem a estrutura de vírus reais ou combinam características de vírus diferentes, responsáveis por diversas doenças. McCluer utilizou fios, discos rígidos, capacitores, indutores, CDs, disquetes e outras peças para reproduzir fitas de DNA, membranas e demais detalhes das estruturas virais.

As obras são curiosas principalmente por trazer para uma escala macroscópica detalhes estruturais microscópicos de agentes que estão em contanto constante conosco no dia a dia. Vale conferir mais algumas imagens e o detalhes da elaboração das esculturas.    

AdenoCD Virus

Floppy


T9 Track Virus

A imagem que abre o post é do Wilco Virus. 

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Para não dizer que não falamos de robôs
Há flores por todos os lados - e elas brilham, se movem e emitem sons. Esse é o belo e curioso conjunto apresentado pela exposição ‘Jardim robótico’, uma espécie de homenagem eletrônica à primavera que chega. A instalação foi inaugurada no dia 18 de setembro no Hall da reitoria da Unesp, no centro de São Paulo. 
O luminoso canteiro futurista é formado por flores-robôs feitas de acrílico e luzes. Nada de Sol ou fotossíntese: os ‘espécimes’ estão ‘plantados’ num ambeinte imersivo com  iluminação e especialmente projetados. Confira alguns dos belos registros dessa natureza mecanizada: 



A instalação foi elaborada pelos alunos do curso de engenharia de automação da Unesp, em parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). O jardim já enfeitou eventos como a Campus Party, em 2010, e já foi ‘plantado’ até em terras internacionais, em mostras na Colômbia e no México.
Os visitantes podem conferir de perto a beleza das flores brilhantes até 2 de outubro. Em outubro, as plantas-robôs irão integrar a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Brasília. 

A reitoria da Unesp fica na rua Quirino de Andrade, 215, Centro. A exposição pode ser conferida de 2ª a 6ª, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h. 
Veja outra homenagem que fizemos à primavera e confira mais robôs curiosos que já foram notícia por aqui e na CH On-line.
Leia mais novidades sobre tecnologia e robótica no site da Ciência Hoje On-line.
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Para não dizer que não falamos de robôs

Há flores por todos os lados - e elas brilham, se movem e emitem sons. Esse é o belo e curioso conjunto apresentado pela exposição ‘Jardim robótico’, uma espécie de homenagem eletrônica à primavera que chega. A instalação foi inaugurada no dia 18 de setembro no Hall da reitoria da Unesp, no centro de São Paulo. 

O luminoso canteiro futurista é formado por flores-robôs feitas de acrílico e luzes. Nada de Sol ou fotossíntese: os ‘espécimes’ estão ‘plantados’ num ambeinte imersivo com  iluminação e especialmente projetados. Confira alguns dos belos registros dessa natureza mecanizada: 

A instalação foi elaborada pelos alunos do curso de engenharia de automação da Unesp, em parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). O jardim já enfeitou eventos como a Campus Party, em 2010, e já foi ‘plantado’ até em terras internacionais, em mostras na Colômbia e no México.

Os visitantes podem conferir de perto a beleza das flores brilhantes até 2 de outubro. Em outubro, as plantas-robôs irão integrar a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Brasília. 



A reitoria da Unesp fica na rua Quirino de Andrade, 215, Centro. A exposição pode ser conferida de 2ª a 6ª, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h. 

Veja outra homenagem que fizemos à primavera e confira mais robôs curiosos que já foram notícia por aqui e na CH On-line.

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Despojos de uma sociedade industrial
Uma visão quase melancólica de grandes cidades industriais, criadas a partir de restos de tecnologia. Esta é proposta dos trabalhos do artista holandês Leonid Tsvetkov, que cria desoladores cenários urbanos a partir de restos de antigas placas-mãe.
Os modelos retratam refinarias de petróleo e paisagens dominadas por grandes complexos industriais em tons suaves, quase monótonos, e um tanto perturbadores - metais enferrujados, oxidados e lascados aumentam a desolação do todo.
Se por um lado os trabalhos simbolizam a rápida deterioração dos materiais tecnológicos modernos, por outro, mostram que é possível pensar em novas formas de reutilizá-los, produzindo arte a partir do lixo tecnológico. 



Alguns modelos são submersos em aquários, onde líquidos e fungos criam tristes cenários que se assemelham a pesadas nuvens de fumaça escura e a fenômenos naturais como furacões.
Leia mais sobre o trabalho do holandês, relembre outro interessante exemplo de reaproveitamento de lixo tecnológico publicado por aqui e confira algumas belas e aterradoras imagens criadas pela poluição industrial.
Leia mais novidades sobre meio ambiente no site da Ciência Hoje On-line. 
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Despojos de uma sociedade industrial

Uma visão quase melancólica de grandes cidades industriais, criadas a partir de restos de tecnologia. Esta é proposta dos trabalhos do artista holandês Leonid Tsvetkov, que cria desoladores cenários urbanos a partir de restos de antigas placas-mãe.

Os modelos retratam refinarias de petróleo e paisagens dominadas por grandes complexos industriais em tons suaves, quase monótonos, e um tanto perturbadores - metais enferrujados, oxidados e lascados aumentam a desolação do todo.

Se por um lado os trabalhos simbolizam a rápida deterioração dos materiais tecnológicos modernos, por outro, mostram que é possível pensar em novas formas de reutilizá-los, produzindo arte a partir do lixo tecnológico. 

Alguns modelos são submersos em aquários, onde líquidos e fungos criam tristes cenários que se assemelham a pesadas nuvens de fumaça escura e a fenômenos naturais como furacões.

Leia mais sobre o trabalho do holandês, relembre outro interessante exemplo de reaproveitamento de lixo tecnológico publicado por aqui e confira algumas belas e aterradoras imagens criadas pela poluição industrial.

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  • 8 months ago
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Arte analógica digital
Antes do torrent, do pen-drive, do blu-ray, do DVD e até mesmo do CD-Rom, havia um dispositivo primitivo - que, hoje, muitos acreditam tratar-se apenas de um mito - no qual era possível gravar e transportar todo tipo de arquivo. Seu nome era disquete. 
Tudo bem, na verdade não faz tanto tempo assim - talvez você ainda tenha alguns guardados e não saiba o que fazer com essa quinquilharia sentimental. Mas pelas mãos do artista britânico Nick Gentry eles ganharam um novo significado e foram transformados em arte.   





Um dos detalhes mais instigantes da obra é que o britânico utiliza muitos dos disquetes com suas etiquetas originais, que ajudam a ampliar os sentidos de cada peça. Difícil não despertar, também, certa curiosidade sobre os arquivos que guardavam - talvez documentos sigilosos, jogos esquecidos, arquivos pessoais, declarações de amor… - e pelo papel imprescindível que podem, um dia, ter representado na vida de alguém.      
Se ficou curioso para conhecer mais do trabalho do artista, acesse seus álbuns no Flickr e confira mais obras com essas e outras ‘velharias’ transformadas em arte.  
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Arte analógica digital

Antes do torrent, do pen-drive, do blu-ray, do DVD e até mesmo do CD-Rom, havia um dispositivo primitivo - que, hoje, muitos acreditam tratar-se apenas de um mito - no qual era possível gravar e transportar todo tipo de arquivo. Seu nome era disquete. 

Tudo bem, na verdade não faz tanto tempo assim - talvez você ainda tenha alguns guardados e não saiba o que fazer com essa quinquilharia sentimental. Mas pelas mãos do artista britânico Nick Gentry eles ganharam um novo significado e foram transformados em arte.   

Um dos detalhes mais instigantes da obra é que o britânico utiliza muitos dos disquetes com suas etiquetas originais, que ajudam a ampliar os sentidos de cada peça. Difícil não despertar, também, certa curiosidade sobre os arquivos que guardavam - talvez documentos sigilosos, jogos esquecidos, arquivos pessoais, declarações de amor… - e pelo papel imprescindível que podem, um dia, ter representado na vida de alguém.      

Se ficou curioso para conhecer mais do trabalho do artista, acesse seus álbuns no Flickr e confira mais obras com essas e outras ‘velharias’ transformadas em arte.  

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A cor do som
Provavelmente algumas músicas remetem você imediatamente a certas formas e cores. Estudos indicam que esse tipo de associação é um traço evolutivo humano, que compartilhamos até com nossos parentes símios. Muitos programas de reprodução sonora utilizam o recurso e ele, inclusive, virou até obra de arte.
Porém, o fotógrafo alemão Martin Klimas decidiu ser um pouco mais analógico quando propôs sua própria mistura ‘lúdica’ de som e cores. A ideia foi simples: o artista colocou tintas de diversas cores em suportes translúcidos sobre alto-falantes. Quando ligados, as vibrações lançaram os pigmentos no ar acompanhando o ritmo das músicas e criaram os belos desenhos capturados nas imagens. 
O projeto precisou de seis meses e mais de mil fotografias para ser concluído. O resultado surpreendente tem o mérito de reproduzir o clima de composições como ‘Bitches Brew’, de Miles Davis, capturada na imagem que abre o post. 
Kraftwerk – ‘Transistor’
Steve Reich e músicos – ‘Music for 18 Musicians’
Steve Reich and Musicians – ‘Drumming’
Paul Hindemith – ’Ludus Tonalis’
Miles Davis – ’Pharaoh’s Dance’
Todas as imagens foram publicadas em uma galeria do The New York Times. Outra obra interessante do artista alemão traz fotografias de figuras de porcelana em devastadoras lutas marciais.
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A cor do som

Provavelmente algumas músicas remetem você imediatamente a certas formas e cores. Estudos indicam que esse tipo de associação é um traço evolutivo humano, que compartilhamos até com nossos parentes símios. Muitos programas de reprodução sonora utilizam o recurso e ele, inclusive, virou até obra de arte.

Porém, o fotógrafo alemão Martin Klimas decidiu ser um pouco mais analógico quando propôs sua própria mistura ‘lúdica’ de som e cores. A ideia foi simples: o artista colocou tintas de diversas cores em suportes translúcidos sobre alto-falantes. Quando ligados, as vibrações lançaram os pigmentos no ar acompanhando o ritmo das músicas e criaram os belos desenhos capturados nas imagens. 

O projeto precisou de seis meses e mais de mil fotografias para ser concluído. O resultado surpreendente tem o mérito de reproduzir o clima de composições como ‘Bitches Brew’, de Miles Davis, capturada na imagem que abre o post. 


Kraftwerk – ‘Transistor’


Steve Reich e músicos – ‘Music for 18 Musicians’


Steve Reich and Musicians – ‘Drumming’


Paul Hindemith – ’Ludus Tonalis’


Miles Davis – ’Pharaoh’s Dance’

Todas as imagens foram publicadas em uma galeria do The New York Times. Outra obra interessante do artista alemão traz fotografias de figuras de porcelana em devastadoras lutas marciais.

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Sob a pele que habito

O dr. Morte está de volta. O novo trabalho do anatomista e artista alemão Gunther von Hagens, que recebeu o carinhoso apelido por seu polêmica projeto Body Worlds - no qual exibia cadáveres humanos como peças de arte e até simulando posições sexuais - revela o que há por dentro dos animais. Nada de sentido figurado, é lógico - estamos falando de músculos, ossos e vasos sanguíneos, como a curiosa cabeça de cavalo que abre o post, digna de filme. 

Em cartaz no Museu de História Natural de Londres, a exposição intitulada Animals Inside Out traz corpos de diversos animais preservados por um processo inventado pelo próprio von Hagens, chamado plastinação. A técnica consiste em retirar os fluidos corporais e substituí-los por uma espécie de resina plástica endurecida. O idealizador argumenta que o trabalho, que pode parecer perturbador para muitos, oferece um olhar detalhado sobre a anatomia animal, crucial para mais descobertas sobre a evolução do mundo natural.

Confira um vídeo da exposição produzido pelo periódico britânico The Telegraph e mais fotos das inusitadas ‘peças de arte’:  

Crédito das imagens: Flickr/IanVisits

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  • 1 year ago
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É primavera…
Enquanto no Brasil o outono ainda não começou de verdade, no Laboratório de Biologia Molecular da Europa (EMBL), na Alemanha, já florescem as cores da primavera. Porém, a imagem acima não é de nenhum jardim florido nos arredores da instalação, muito menos uma imagem conceitual dos campos alemães. 
Cada ‘flor’ em questão representa um corte horizontal na cauda de espermatozoides de rato, em uma lâmina ampliada 46 mil vezes por um microscópio eletrônico. As cores, apesar de belas, não são reais e sim obra do senso artístico da pesquisadora Charlotta Funaya, integrante do EMBL - que coloriu as imagens originais, em preto e branco. No interior de cada uma é possível observar o segredo da movimentação característica do gameta: dois microtúbulos centrais e nove pares de microtúbulos ao seu redor que, quando associados a proteínas ‘motoras’ especializadas, permitem o movimento frenético de sua cauda.  
Sob a luz fria das instalações de pesquisa, um exemplo de beleza e poesia - mais uma mostra da profunda relação entre ciência e arte, para marcar o início das novas estações.
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É primavera…

Enquanto no Brasil o outono ainda não começou de verdade, no Laboratório de Biologia Molecular da Europa (EMBL), na Alemanha, já florescem as cores da primavera. Porém, a imagem acima não é de nenhum jardim florido nos arredores da instalação, muito menos uma imagem conceitual dos campos alemães. 

Cada ‘flor’ em questão representa um corte horizontal na cauda de espermatozoides de rato, em uma lâmina ampliada 46 mil vezes por um microscópio eletrônico. As cores, apesar de belas, não são reais e sim obra do senso artístico da pesquisadora Charlotta Funaya, integrante do EMBL - que coloriu as imagens originais, em preto e branco. No interior de cada uma é possível observar o segredo da movimentação característica do gameta: dois microtúbulos centrais e nove pares de microtúbulos ao seu redor que, quando associados a proteínas ‘motoras’ especializadas, permitem o movimento frenético de sua cauda.  

Sob a luz fria das instalações de pesquisa, um exemplo de beleza e poesia - mais uma mostra da profunda relação entre ciência e arte, para marcar o início das novas estações.

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  • 1 year ago
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Formidáveis formigas

O russo Antrey Pavlov não é um fotógrafo de natureza típico. Longe disso. Como vocês podem ver, suas fotos são produzidas e beiram a fantasia. Mas ele garante que todas são verdadeiras e não têm nada de Photoshop.

Pode ser difícil de acreditar, mas, segundo ele, as únicas intervenções nas imagens foram feitas durante sua produção e não em programas de edição de fotos. Pavlov contou ao jornal inglês Daily Mail que conseguiu treinar as formigas para que fizessem o que ele queria para compor seus cliques, feitos com uma lente macro (que aproxima os objetos). Com esse feito incrível na manga só precisava mesmo inserir pequenos objetos nas cenas para dar um ar de conto de fadas às situações.

Por falar em formigas, uma dica é ler a reportagem da Ciência Hoje On-line sobre a criação de formigas soldados gigantes por pesquisadores canadenses.

Para ver mais fotos de Pavlov, clique aqui.

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  • 1 year ago
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Luzes Olímpicas
Seria essa a materialização da mitológica ponte do arco-íris, que ligaria a Terra à Asgard? Ou um extravagante esquema de iluminação da mais nova estrela da música mundial? Talvez um raríssimo arco-íris noturno?
Nada disso, os feixes luminosos que cruzaram os céus da Inglaterra na última semana são parte do projeto Arco-íris Global, da artista Yvette Mattern. O objetivo do show de luzes era promover a Olimpíada Cultural de 2012, evento que será realizado em paralelo aos Jogos Olímpicos desse ano. 

A projeção, realizada na Whitley Bay, na Inglaterra, evoca paz e diversidade, simbolizadas nas cores dos anéis olímpicos. A Olimpíada Cultural sempre ocorre simultaneamente à realização dos jogos olímpicos, mas sem contar com o mesmo destaque ou organização. Em 2012, parece que a história será diferente, já que o Reino Unido planeja promover o maior evento cultural da história das Olimpíadas modernas. 


A obra Arco-íris Global foi apresentada originalmente em 2009, em Nova Iorque, Estados Unidos, para comemorar o dia de Martin Luther King. Também já foi exibida na França e na Alemanha.
E então, esse show de cores já fez você incorporar o espírito olímpico?
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Luzes Olímpicas

Seria essa a materialização da mitológica ponte do arco-íris, que ligaria a Terra à Asgard? Ou um extravagante esquema de iluminação da mais nova estrela da música mundial? Talvez um raríssimo arco-íris noturno?

Nada disso, os feixes luminosos que cruzaram os céus da Inglaterra na última semana são parte do projeto Arco-íris Global, da artista Yvette Mattern. O objetivo do show de luzes era promover a Olimpíada Cultural de 2012, evento que será realizado em paralelo aos Jogos Olímpicos desse ano. 

A projeção, realizada na Whitley Bay, na Inglaterra, evoca paz e diversidade, simbolizadas nas cores dos anéis olímpicos. A Olimpíada Cultural sempre ocorre simultaneamente à realização dos jogos olímpicos, mas sem contar com o mesmo destaque ou organização. Em 2012, parece que a história será diferente, já que o Reino Unido planeja promover o maior evento cultural da história das Olimpíadas modernas. 

A obra Arco-íris Global foi apresentada originalmente em 2009, em Nova Iorque, Estados Unidos, para comemorar o dia de Martin Luther King. Também já foi exibida na França e na Alemanha.

E então, esse show de cores já fez você incorporar o espírito olímpico?

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Uma breve história de quase tudo

O espetáculo do universo, do Big Bang à destruição do mundo, contado em meio a caóticas paisagens urbanas. Essa é a história apresentada pelo artista italiano Blu Domenico no incrível curta-metragem Big Bang Big Boom, totalmente feito com a técnica stop-motion. No vídeo, tintas, grafite e toda uma sorte de materiais e objetos improváveis achados pelo caminho, assim como pequenos (e grandes) detalhes do ambiente urbano, se misturam numa narrativa que resgata a evolução da vida no planeta, enquanto caminha para o catastrófico final já prenunciado em seu título, um alerta para o nosso próprio futuro. Gravado em diversos países, como Argentina e Uruguai, o filme lançado em 2010 demorou quase um ano para ficar pronto e conta com a colaboração de inúmeros artistas locais.

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*clique na seta ao lado da imagem para ver mais fotos. 

É carnaval para os gigantes da ciência

Desde 2005 é assim: os bonecos gigantes de cientistas como os físicos Albert Einstein e César Lattes vão às ruas de Recife e Olinda, vestem seus adereços carnavalescos e mostram que têm frevo no pé.

E é o bloco do bom nome ‘Com ciência na cabeça e frevo no pé’ o responsável pela mistura, que faz até a física Marie Curie, nascida na distante e fria Polônia, dançar no ritmo das ‘Vassourinhas’.

Na última quarta-feira (15), a troça desfilou no Recife Antigo. As fotos acima são dessa festa.

Na próxima segunda-feira (20), o bloco sai de novo - dessa vez, nas tracionais ruas de Olinda.

A ideia, tanto dos bonecos quanto do bloco, é uma parceria da Secretaria Regional da SBPC de Pernambuco, da Coordenadoria do Ensino de Ciências do Nordeste, da UFPE e do Espaço Ciência.

Uma curiosidade: vira e mexe, os bonecões podem ser vistos em uma reunião anual da SBPC. A de 2011, por exemplo, contou com os foliões César Lattes e Marie Curie (até tiramos foto deles). 

E o Einstein só de língua de fora…

(fotos: Wagner Ramos/ divulgação)

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Bombardeiros de cores e formas 

Aviões da Segunda Guerra Mundial sucateados, artistas de rua de todo o mundo e o resgate de um espírito que expressava a individualidade e a esperança de tempos de paz; tudo isso no meio de um deserto nos Estados Unidos. Essa é a exposição The Boneyard Project: Return Trip, que reúne diversas aeronaves militares com mais de 60 anos, reimaginadas e reapresentadas ao mundo pela expressividade de 30 artistas, entre eles o grafiteiro brasileiro Francisco Rodrigues, o Nunca. 

A ideia é recuperar a inspiração que ficou conhecida no conflito mundial como nose art (arte de nariz). Inicialmente propostas para distinguir amigos de inimigos nos combates aéreos, por meio dela os pilotos passaram a expressar sua individualidade e evocar memórias de casa e de tempos de paz. 

A exposição, idealizada pelo norte-americano Eric Firestone, foi inaugurada no dia 28 de janeiro, na cidade de Tucson (Estados Unidos) e vai até 31 de março.

 

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O Instituto Ciência Hoje (ICH) é uma organização social de interesse público sem fins lucrativos vinculada à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Responsável por uma série de projetos de divulgação científica, o ICH publica a revista Ciência Hoje desde 1982, a Ciência Hoje das Crianças desde 1986 e os livros da série Ciência Hoje na Escola desde 1996. Desde 1997, o instituto mantém também um portal de divulgação científica na internet: a Ciência Hoje On-line.

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